MEC está pisando na bola com inclusão de deficientes, diz Arns | Fábio Campana

MEC está pisando na bola com inclusão de deficientes, diz Arns

Em audiência pública para debater a inclusão dos alunos com deficiência no Plano Nacional de Educação, o vice-governador e secretário de Educação do Paraná, Flávio Arns, entregou um documento do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) com o posicionamento da maioria dos secretários estaduais a favor da Meta 4 do PNE, que preserva as APAES.

“O Consed apóia a texto aprovado pela Câmara, rejeitando as emendas do Senado. Precisamos garantir o espaço de inclusão para as duas alternativas: ensino regular e escolas especiais. O MEC, nessa área, está pisando na bola com radicalismo e desrespeito”, destacou.

Flávio Arns disse que a cidadania da pessoa com deficiência deve acontece em todas as áreas, e que as autoridades não devem fugir da responsabilidade de atender bem os alunos especiais na escola comum, mas destacou que é preciso garantir o poder de escolha dos pais e da comunidade.

“Nós somos a favor da inclusão na escola comum, mas não é possível generalizar, pois cada caso é um caso. E o radicalismo é impensável. É falta de respeito com a comunidade e também falta de humanidade”, completou.


4 comentários

  1. Roberto
    quarta-feira, 6 de novembro de 2013 – 10:47 hs

    O Secretário Flávio Arns está coberto de razão. sou esposo de professora estadual e ela concorda plenamente com esse posicionamento do secretário. Como uma criança que tendo as condições ditas “normais”, que já sofre muito com a dificuldade no relacionamento apresentado pelo seus pares hoje em dia, e os professores assoberbados com salas “entupidas”, mal consegue “aprender” alguma coisa, está mais para analfabeto funcional do que estudante mesmo, quanto mais crianças com “deficiências físicas e ou mentais” possam obter alguma coisa em se falando de aprendizado em uma sala de aula comum?

    Além dessa “dificuldade” direta, o “bulling”, as gozações, os sofrimentos físicos por agressões gratuitas dos malvadinhos, tirações de sarro, e outras judiarias praticadas.

    Além de ter um “processo” mais lento de acompanhamento e ou respotas, seja física e ou mental.

    Como fica esse aluno em relação aos demais? E seus familiares? Quanto mais terão que se ocupar deles, para tentarem ajudarem a acompanhar um processo que não espera, não pára e não retrocede?

    O aprendizado continuado( um sistema muioto ruim por sinal) é um corredor de uma via só, com velocidade própria. Não dá para ficar parando para oferecer uma outra forma de explicação ou “diminuir” o passo para aguardar o “entendimento” da matéria dada pelo aluno com “deficiência”, ou qualquer outro. Não há como amontoar(que não passa disso mesmo) alunos com e sem deficiência. Nunca isso poderá ocorrer. Em tempo algum.

    Os que defendem essa opção são inumanos, irresponsáveis, ganaciosos e simplistas.

    Será um crime perpetrado com gerações perdidas para o mercado, como os que estão chegando hoje.

    Mas com um viés ainda pior, pois um atrapalhará o outro, prejudicando ainda mais o pouco aprendido no sistema atual.

    A quem interessa e o por quê? É só identificar o resultado para onde será redirecionado o dinheiro dispendido hoje para essas escolas para o aprendizado especial, e saberemos o real motivo.

    Por que no fundo, hoje em dia é tudo uma questão de dinheiro e de corrupção. Nada, mas nada mesmo! é fundamentado em bases técnico/profissionais e ou humanas.

    Nada mais é para ninguém (do Povo, para o Povo e pelo Povo, só blá,blá,blá), é só acomodação fortuita visando “ficar” com mais dinheiro para sí (Políticos, Judiciário e Executivo). Nada mais. Bem pobre como pensamento.

    Parabéns ao Secretário Arns pela Bandeira levantada. Se precisar de ajuda, que nos convoque para apoiá-lo, verá uma boa reação.

  2. Marcos Ferraz
    quarta-feira, 6 de novembro de 2013 – 13:50 hs

    Mais uma vez o Senhor Flávio Arns trabalha contra uma educação de qualidade e democrática. Como em toda a sua carreira política atua em defesa das APAE´s, uma instituição que movimenta milhões em verba pública sem prestar conta a ninguém. Sob a vestimenta da caridade e as continuas chantagens públicas tenta se preservar uma reserva de mercado.

  3. Marcos Leandro
    quarta-feira, 6 de novembro de 2013 – 15:34 hs

    Inclusão , não sei o efeito que teria em uma criança especial ficar exposta a outras crianças , na infância e adolescência o politicamente correto não está lá , além de ser obrigação do estado neste caso garantir o acompanhamento destas crianças em sala , as vezes individualizado , existe estrutura para isso?

  4. quinta-feira, 7 de novembro de 2013 – 10:23 hs

    Marcos Ferraz, Deus tenha pena da sua ‘alma’ !

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