Cresce o número de pessoas que preferem ficar em casa recebendo seguro-desemprego | Fábio Campana

Cresce o número de pessoas que preferem ficar em casa recebendo seguro-desemprego

Cresce o número de pessoas que, mesmo com oferta de emprego, preferem ficar em casa recebendo o benefício ou no mercado informal

Entre 2002 e 2012 os pagamentos de seguro-desemprego saltaram de R$ 5,7 bilhões para R$ 25,7 bilhões. Uma das principais razões é a alta rotatividade. Estudo mostra que, entre os jovens, sete em cada 10 trabalhadores deixam o emprego ao longo de um ano. Segundo especialistas, num cenário de praticamente pleno emprego, muita gente pede para ser demitida para sacar o FGTS e sabe que será contratada de novo. A operadora de caixa desempregada Ana Clara Almeida, de 22 anos, já teve duas propostas de trabalho, mas as recusou. Só pretende voltar a trabalhar depois de receber mais duas parcelas do seguro. Para evitar isso, o governo estuda exigir que o desempregado faça cursos de reciclagem para ter acesso ao benefício.


6 comentários

  1. marcio jose nantes
    terça-feira, 5 de novembro de 2013 – 13:31 hs

    CULTURA DA VAGABUNDAGEM QUE IMPERA NESTE PAIS

    BOLSAS, SEGURO DESEMPREGO, SINDICATOS E SÓ DIREITOS, DIRETIOS, E MAIS DIREITOS,

    NAO DE TRABALHAR.

  2. Renato Glotër
    terça-feira, 5 de novembro de 2013 – 16:11 hs

    É que estes empregos de caixa de supermercado, vendedor lojista e teleatendimento pagam mal, exploram e desrespeitam as pessoas. Daqui a pouco vão ter que importar funcionários do haiti.

  3. popoco
    terça-feira, 5 de novembro de 2013 – 16:17 hs

    É um absurdo que tanta força de trabalho seja desperdiçada na juventude … porém este período parado sem recolher o INSS será descontado com trabalho na velhice!
    Etâ povinho…

  4. Roberto Santos
    terça-feira, 5 de novembro de 2013 – 18:12 hs

    É a turma dos sem nada, sem bolsa família, sem teto, sem terra, sem justiça, sem saúde, sem escola, sem pagar,etcetcetc

  5. PIMENTA PURA !!!
    quarta-feira, 6 de novembro de 2013 – 6:54 hs

    O nome correto do seguro desemprego deveria ser de “cabide de
    emprego”. Há a necessidade de reduzir para um ou dois meses o
    período e obrigar a reciclagem deste pessoal desempregado.

  6. Roberto
    quarta-feira, 6 de novembro de 2013 – 11:48 hs

    Que coisa estranha!. Nunca teria pensado nisso desde que o curral criado para obter votos foi criado.
    Estou Pasmo com estas estatísticas….até mesmo com sua revelação(deve ser coisa da oposição maledicente e maldosa!)
    E mais o bolsa família, o Vale “Cultura”, e mais um monte de clientelismos votacionais, exclusivamente.
    Mas, como o dinheiro sai do “nosso”, suado por 5 meses para que “eles” possam fazer essas “benesses” para obterem os votos que querem, bem facilmente, tá tudo certo…. não é?

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