Paraguaios ameaçam novo protesto em visita de Dilma a Foz | Fábio Campana

Paraguaios ameaçam novo protesto em visita de Dilma a Foz

Da Gazeta do Povo:

Trabalhadores paraguaios desencadearam uma onda de protestos no país nesta segunda-feira (28) contra um projeto de lei do governo Horacio Cartes que estabelece alianças público-privadas. A manifestação, que fechou a Ponte da Amizade, deve ser repetida nesta terça-feira, durante visita da presidente Dilma Rousseff a Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

O projeto está sendo analisado pelos deputados desde o início da tarde desta segunda-feira (28/10).

Em Ciudad del Este, fronteira com Foz do Iguaçu, cerca de 2 mil manifestantes fecharam a Ponte da Amizade, que liga os dois países, durante uma hora pela manhã. À tarde, se concentraram no centro da cidade.

Um dos coordenadores da manifestação em Ciudad del Este, Julián Benítez, diz que os protestos devem continuar se o projeto for aprovado. Os deputados estão reunidos desde o início da tarde para discutir a matéria. Um dos pontos polêmicos do projeto é a possibilidade de empresas privadas investirem em obras públicas. No entanto, os riscos são assumidos pelo governo.

Professores, sindicalistas, estudantes, funcionários públicos e taxistas engrossaram a manifestação, que pode se repetir nesta terça-feira (29/10) quando o presidente Horacio Cartes e a presidente Dilma Rousseff se encontram para inaugurar o sistema de transmissão de 500 KV na Itaipu Binacional, em Hernandárias, fronteira com Foz do Iguaçu.

A linha, que sai de Hernandárias e vai até Villa Hayes, na Grande Assunção, ampliará a capacidade do Paraguai em aproveitar a energia gerada por Itaipu.


2 comentários

  1. Vigilante do Portão
    terça-feira, 29 de outubro de 2013 – 2:00 hs

    Por falar em Dilma em Foz,
    Cadê a NOVA PONTE?

    Era MENTIRA da Dilma e da Gleizinha.

  2. antonio carlos
    terça-feira, 29 de outubro de 2013 – 16:05 hs

    Abram os olhos hermanos, porque estas parcerias são ótimas para enriquecerem os parceiros privados, porque se a coisa não rolar direito, quem toma na cabeça é o governo. E quem banca o governo é o povo.

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