Presidente do CRM-PR renuncia para não assinar registros de médicos do Mais Médicos | Fábio Campana

Presidente do CRM-PR renuncia para não assinar registros de médicos do Mais Médicos

Da Thais Kaniak, G1 PR:

O presidente do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), Alexandre Gustavo Bley, renunciou ao cargo para não assinar os registros provisórios aos médicos com formação no exterior para o programa do governo federal “Mais Médicos”, de acordo com a autarquia. Bley renunciou ao cargo na noite de segunda-feira (23) durante uma reunião com conselheiros. O pedido foi oficializado nesta terça-feira (24), quando o CRM-PR emitiu os primeiros oito registros provisórios.

“Confesso que prefiro a vergonha da renúncia a ter que conviver com a vergonha de ter traído a minha consciência, pois quando um indivíduo abre mão de suas convicções, perde sua identidade e o significado de sua existência”, diz um trecho da carta de renúncia de Bley, que não concedeu entrevista.

Segundo o CRM-PR, os 20 registros provisórios que devem ser expedidos até segunda-feira (30) pela autarquia são para médicos que vão trabalhar em Curitiba (3), Pinhais (3), Araucária (2). Arapongas (2), Iguaraçu (1), Capanema (1) , Campo Largo (1), Piraquara (1), Contenda (1), Mandaguari (1), São Miguel do Iguaçu (1) e Mandaguari (1).


21 comentários

  1. Parreiras Rodrigues
    terça-feira, 24 de setembro de 2013 – 19:50 hs

    D.r Bley tem razão.
    E os conselhos de medicina, dobradas suas espinhas, se desacreditam.
    O lulodilmismo persiste na sua inglória faina de descaracterizar instituições. Tudo dentro do combinado no Foro de São Paulo, celebrado por Fidel e Lula.
    Para o encaminhamento à implantação do Estado Totalitário.

  2. fiscalde realeza
    terça-feira, 24 de setembro de 2013 – 20:08 hs

    esse sujeito deveria ser casado o crm desse crapula nojento pois para ele dinheiro no bolso dele nao importa a situaçao do povo covarde mercenario

  3. Giulliano
    terça-feira, 24 de setembro de 2013 – 20:12 hs

    Não é de ficar surpreso com atitudes como essa! A omissão, o medo, a covardia, o corporativismo falam mais alto e os nossos irmãos carentes de atendimento médico que se lixem! É mais fácil virar as costas para um assunto tão sério e delicado.
    O engraçado é que, se sobra médicos brasileiros, onde é que eles estão quando as prefeituras daquelas cidadezinhas pequenininhas do interior abrem concurso!?
    Prefeitos que oferecem além do salario mais um bônus por fora ,moradia etc! Já vi prefeitos desesperados atrás desses profissionais.
    Agora quem acha que os dotozinhos depois de formados e devidamente registrados no seu respectivo conselho deixaram as grandes cidades onde podem ganham milhões e andar com seus carrões para ficar no meio do barro, palafitas, favelas etc? Deus tenha piedade desses homens e mulheres que são contra esse programa, que trás benefício a um povo sofrido que não tem acesso a tratamento digno.

  4. Anônimo
    terça-feira, 24 de setembro de 2013 – 22:07 hs

    Para conhecimento, dizem que falta oito dias para o termino do mandato. Precisa explicar mais alguma coisa.

  5. OTIMISTA
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 5:07 hs

    Parabens Dr. Bley. O posicionamento do CFM e dos CRMs farão
    diferença na evolução desta “brincadeira de fazer medicina” perpe-
    trado pelo governo do PT. Independente do resultado final nós te-
    mos que ter hombridade e seguir a vida de acordo com a conscien-
    cia dos honestos…

  6. quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 7:53 hs

    Cara de valor! Deixou o cargo, que é almejado por muitos, para não ter que curvar os seus ideais, o que seria feito por poucos.

  7. luiz
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 8:22 hs

    Médicos não combinam com política, pois sua missão é curar tanto a situação como a oposição!
    Ele deve ter motivos pessoais para temer essa concorrência e portanto não devemos esquecer o NOME dele, nunca se sabe!
    Se eu tivesse que escolher entre ser atendido por um curandeiro, uma parteira, um rezador, ou fazer uma simpatia para me curar, eu certamente iria preferir ser atendido por um Médico Cubano. Alias a Organização Mundial de Saúde tem uma ótima avaliação do sistema cubano de saúde. (Eu não conheço)

  8. toninho
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 9:34 hs

    O que essa cidadão omitiu é que na próxima semana assume a nova diretoria, eleita que foi no último pleito. Jogo prá platéia. Portanto, demissão programada.
    Órgão elitista e interesseiro, que atende apenas aos seus associados, sem qualquer compromisso com a população.

  9. Maria Cecilia
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 9:43 hs

    Nossa, que ato grandioso renunciar na vespera de deixar o cargo.

    E espero mesmo que o CRM tenha alguem a favor do programa mais médicos. Chega de proteçao corporativista, e por uma medici a a favor da populaçao.

  10. Tisa Kastrup
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 9:46 hs

    Homem de bem e de princípios.

    O juramento de Hipócrates é tão irrevogável e tão inegociável quanto a honra do Dr. Alexandre Bley e de tantos outros médicos que, como ele, JAMAIS ACEITARÃO COMPACTUAR com a ilegalidade e o desrespeito que os quadrilheiros petralhas estão empurrando à população.

    Como Presidente do órgão que regulamenta o exercício da profissão de médico no estado brasileiro do Paraná (onde o idioma oficial é o português) ele está CERTÍSSIMO EM NÃO ACEITAR REGISTROS EM RUSSO, ALEMÃO OU “CUBANÊS”!

    Ah se todos os demais médicos tivessem esta honra e retidão de princípios! Mas logo vem um outro qualquer que vai se curvar ao “pudêr” e aceitar trair quem ele jurou proteger, curar e salvar.

  11. FOI NA ONDA
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 9:48 hs

    Achou que o momento era de “IR PRÁ RUA DERRUBAR A DILMA” e se deu mal. Tratou os Médicos como se fossem “Manifestantes Coxinhas” e mandou o pessoal colocar “NARIZ DE PALHAÇO” na Boca Maldita. Foi uma das “lideranças” mal preparadas que deixaram os médicos em situação de constrangimento público, afinal o povo realmente não é bobo, Ninguem nunca viu esses médicos atendendo um paciente do SUS, à não ser quando usavam esses pacientes como cobaias em seus tempos de estudantes. Aprendem nos pobres e depois vão atender só os que podem pagar alguma coisa. E vão prá rua com nariz de palhaço dizendo que o governo não pode contratar médicos ( para quem não tem médico algum) porque falta infra-estrutura?. Ora, ora. Isso em um pais em que tem criança pobre morrendo de pneumonia e q

  12. VERGONHA POR RENUNCIAR ?
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 10:38 hs

    A vergonha deveria ser por ter tratado os médicos como ” manifestantes coxinhas”, levando MÉDICOS com nariz de palhaços para gritar de forma histérica na Rua XV contra a vinda de médicos estrangeiros (para atender pobres que nunca foram atendidos por ninguém). Como se o povo não soubesse que os médicos do CRM nunca atenderam ninguem pelo SUS, à não ser quando eram estudantes e os pobres do SUS serviam de cobaias. Aprendem nos pobres e quando se tornam “especialistas” atendem só que pode pagar alguma coisa.
    Os médicos já foram melhor representados em outros tempos e perderam a chance de negociar com o governo que estava com a faca no pescoço e que acabou por propor um piso nacional de salário aos médico, o inicio de um possível plano federal de carreira. É o que todos nós da area de saúde queremos e tomara que os médicos consigam negociar isso já. E até que enfim os médicos tem a possibilidade de conseguir vagas em residencia para todos os estudantes de medicina e a possibilidade de melhorar o ordenamento dos curriculos e cursos com a possibilidade de formar mais médicos para atenção básica. Muita coisa precisa ser melhorado e pode ser melhorado, e eese é um momento em que os médicos e todos os profissionais da area de saude podem conseguir avanços, mas não será com lideranças fantasiadas de palhaços na Rua XV que a categoria dos médicos e demais profisionais, poderão contar. Tomara que os médicos reencontrem o caminho e só existe um caminho. O interesse da população em primeiro lugar. E isso vale para todos nós profissionais de saúde das outras categorias . Que os médicos e seus desacertos nos sirvam de exemplo. Não é bom para ninguem que uma categoria de profissionais da saúde assuma atitude tão antipática em relação à população e fique tão desgastada. Precisamos e muito dos nossos colegas MÉDICOS na construção de um Sistema de Saúde bom para quem dele precisa e bom para quem nele trabalha.

  13. Tisa Kastrup
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 10:48 hs

    Leiam a carta de renúncia do Dr. Alexandre. Quem deve sentir vergonha é esse governo da ilegalidade petralha.

    “A covardia coloca a questão: É seguro?
    O comodismo coloca a questão: É popular?
    A etiqueta coloca a questão: Ë elegante?
    Mas a consciência coloca a questão: É correto?
    E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não e elegante, não é popular, mas temos de fazê-lo porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta.
    Martin Luther King

    Caros colegas Conselheiros,

    Há 10 anos iniciei minha vida dentro do Conselho Regional de Medicina do Paraná. Confesso que foi nesse ambiente que aprendi o real significado da palavra ÉTICA. Um conceito que possibilita o convívio entre as pessoas e traduz o conjunto de valores morais e princípios de uma sociedade. Portanto, é plural, mas auxilia cada um nas decisões cotidianas do que queremos, podemos e/ou devemos fazer. Da mesma forma, as leis norteiam o cidadão no caminho da justiça, o que, a principio, seria eticamente aceito. O grande problema é quando a lei se dissocia da ética.

    No momento em que o governo federal emitiu a Medida Provisória 621/13, que instituiu o Programa Mais Médicos, criou-se um “arcabouço legal” para que o programa existisse, inclusive passando por cima de leis já consagradas. Já se passaram 70 dias, após a exposição de inúmeras incongruências da medida, modificações foram propostas, e dois decretos foram emitidos na tentativa de legitimar a ação do governo. Portanto as “leis” estão postas, mas será que todo esse processo é ético? Aos meus olhos, não.

    O diagnóstico feito pelo governo de que o Brasil necessita de um maior número de médicos no sistema público é correto, para não dizer óbvio, mas, desde o inicio, os Conselhos de Medicina, criados legalmente para proteção da sociedade, têm alertado que a causa apontada e o tratamento instituído são absolutamente incorretos. A MP 621/13 passa ao largo da solução definitiva de um acesso à saúde, tanto em quantidade quanto em qualidade, condizente com as demandas do povo. Já de muito tempo se denuncia o subfinanciamento da saúde e a má gestão, porém, como de praxe, o governo federal varre para baixo do tapete sua própria sujeira, tentando se eximir da responsabilidade que lhe cabe e colocando a culpa em toda classe médica.

    A vinda de profissionais formados no exterior rende manchetes diariamente, seja pela nacionalidade ou agora pelos documentos de inscrição. O vergonhoso envio de dinheiro público para a ilha de Cuba, através da contratação de profissionais subjugados, expõe a moral deste governo. Na mesma linha, a forma autoritária e açodada com que os registros provisórios nos conselhos estão sendo tratados demonstra a falta de zelo com a segurança da saúde do povo. Inúmeros problemas foram encontrados e já noticiados, como documentos trocados, falta de autenticações, falta de diplomas, falta do local de trabalho, nome do supervisor responsável, entre outros.

    Após ampla celeuma, a Advocacia Geral da União admitiu em ação civil pública proposta pelo Cremers, que os requisitos dispostos na MP 621/13 podem e devem ser observados, porém o governo não tem corno atendê-los agora. Tal situação ensejou o CFM a “liberar” os CRMs da exigência de ter o nome dos supervisores, tutores e locais de trabalho, concedendo o registro e dando um prazo de 15 dias para regularização. Penso que é uma atitude no mínimo temerária, pois, uma vez liberado o registro, como voltar atrás ? Aguardar esses poucos dias para, de posse de todos os documentos, proceder o registro seria o mais sensato, como noticiamos abertamente para toda a nação durante vários dias. Lembro que há exatos 56 anos os Conselhos de Medicina foram criados e se tornaram responsáveis pela inscrição dos médicos, habilitando o exercício profissional seja definitivo ou provisório, o que possibilita a fiscalização e o julgamento dos possíveis desvios éticos cometidos. A mesma medida é tomada para qualquer médico que vem se inscrever, seja brasileiro ou estrangeiro, formado no exterior ou não. Tudo isso com o intuito de levar segurança à população; logo, penso que não podemos e não temos o direito de abrir mão do nosso dever legal.

    Entretanto a pressão do governo sobre os Conselhos já passou o campo da argumentação e de forma clara passou à intimidação, colocando em risco a existência destas instituições, bem corno a moral dos conselheiros que procuram contribuir para a representação de nossa instituição. Por isso entendo que a medida tomada na plenária, de inscrever esses profissionais e aguardar o restante dos documentos, conforme orientação do CFM, pode ter sido a forma mais sensata para se evitar um mal maior. Não tenho dúvida de que sem a presença do Conselho a sociedade ficará mais desprotegida. Entretanto, essa obrigatoriedade de inscrição, ao arrepio da lei, do próprio contexto da MP 621 e da ética, me incomoda e me faz tomar uma atitude. A luta é árdua, pois a força governamental é infinitamente superior, e a preservação da instituição tem que ser priorizada. As pessoas passam, mas as instituições devem ficar.

    Todos sabem que, ao longo de minha gestão, primei pela retidão de conduta e me expus demasiadamente na defesa do que entendemos ser o correto para a saúde. Devido à grande visibilidade, não me sinto nem um pouco confortável em assinar uma carteira de habilitação sem que TUDO esteja na mais absoluta correção, conforme o zelo e a isenção que sempre norteou as ações do CRM. Caros colegas, não se trata de intransigência de minha parte, mas sim de coerência. O governo, de forma unilateral, me diz que eu devo fazer, porém não posso, pois minha consciência e minha historia não permitem.

    A decisão que estou tomando está sendo muito dolorosa, pois sei das implicações que traz. Pensei e pesei a minha atitude, abri mão da vaidade e me despi de qualquer apego a cargo ou status. Gostaria de pedir desculpas a vocês, meus colegas de conselho, aos funcionários, à ciasse médica e ao povo do Paraná, mas a situação está insustentável para a minha pessoa.

    Diante do exposto, renuncio ao posto de Presidente do CRM-PR, mas não da luta pela definição de políticas de estado para que o acesso à saúde saia do patamar vexatório em que se encontra e faça jus ao que a Constituição Brasileira traz em seu texto, qual seja, um real direito de cada cidadão. Saio da representação e retorno para junto dos milhares de médicos que jamais se furtaram de participar desse debate, pois somos forjados nos bancos da escola para, acima de tudo, salvaguardar a vida das pessoas.

    Confesso a todos que prefiro a vergonha da renúncia a ter que conviver com a vergonha de ter traído a minha consciência, pois, quando um indivíduo abre mão de suas convicções, perde sua identidade e o significado de sua existência.

    Atenciosamente e com profundo respeito,
    Alexandre Gustavo Bley”

  14. Zezão
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 11:03 hs

    Fábio,

    Você “só” esqueceu de mencionar que o mandato dele acaba na semana que vem. Bem conveniente essa renúncia, hein…

    Uma dica? Desistam de desacreditar o Mais Médicos. Não está funcionando…

  15. carlos eduardo ross
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 15:05 hs

    Parabéns ao Dr. Bley. Seus argumentos são claros e corretos. Homem que merece respeito.

  16. anna dias
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 16:57 hs

    Acho que ele esta muito certo porque; regra e regra e lei e lei!! Porque isso agora? A justificativa dele, para a renuncia foi louvavel!!
    “quando um indivíduo abre mão de suas convicções, perde sua identidade e o significado de sua existência”,

  17. WADY KURY NETO
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 20:42 hs

    Observando a opiniao de certos oligofrenicos que apoiam o programa MAIS MEDICOS,da para entender pq ainda continua um governo que esta destruindo a economia,infraestrutura,moral,etica,saude e educacao de um pais.Pq conta com cumplices na populacao a altura e coparticipes de tudo com o que esta acontecendo no pais.Depois nao reclama.

  18. cesar eu mesmo.
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 20:54 hs

    EXistem médicos, bons médicos e uns e outros que somente passaram, nada deixaram e nada levaram. Enquanto isto o que impera é a lei de Gerson. O que mais temos vistos é uns médicos sempre em manchetes desabonadoras no fantástico.

  19. Monica De Biase Wright Kastrup
    quarta-feira, 25 de setembro de 2013 – 21:01 hs

    É estranho que todos os comentários maldosos e deselegantes, para dizer o menos, são anônimos, ou sem identificação. Muitos não sabem nem escrever e não têm a mínima noção do que estão criticando; são desinformados e não têm argumentos.
    Explico: O médico não vai trabalhar mais em uma “prefeiturinha” porque não recebe seu salário. Depois de alguns poucos meses de trabalho, quase sempre em condições as mais indignas possíveis, o prefeito da prefeiturinha não honra o combinado. Isso mesmo, dá um calote no médico! Aquele profissional que se aventurou para um local distante e se dispôs a trabalhar sem se importar com a pobreza local, em que não há a mínima estrutura, faltando de tudo, até esparadrapo..(pergunte se há ambulância ou hospital para os casos mais graves)… acaba sem receber o seu salário! E, quando a política local troca, o médico é simplesmente dispensado!
    Gostaria também de explicar, para quem não entendeu, que o ato de renunciar de um cargo, uma semana antes de terminar o mandato, significa um protesto. Apesar da pressão absurda, das ameaças e das “leis” de exceção promulgadas às pressas para tapar os buracos de inconstitucionalidade e ilegalidade flagrantes, o Dr. Alexandre teve a coragem e a hombridade (será que sabem o que é isso?) de protestar e dizer, com sua atitude: EU NÃO CONCORDO! com esses artifícios que vão atropelando leis que o próprio governo havia formulado em épocas anteriores, algumas até de autoria do PT, sabiam? Foi apenas o ato de caráter e dignidade de um HOMEM que não se dobra a pressões, por maiores que sejam, por que são incompatíveis com a sua consciência. Não importa em que dia isso foi feito. Poderia ser no último dia do mandato, mas significou o repúdio aos atos de um governo que desrespeita as suas próprias leis e FORÇA homens de bem a ficarem com a consciência e as mãos sujas, por tentarem proteger uma população, que será entregue a pessoas não habilitadas. Leram bem : NÃO HABILITADAS, pois seus diplomas são peças indefinidas, sem qualquer comprovação OFICIAL de validade. Quem gostar da solução, que se consulte com um “médico” não habilitado, mas respeitem os médicos que ainda se dispõem a trabalhar para as pessoas, mesmo as deselegantes, desinformadas e grosseiras.
    Uma última informação: a avaliação do sistema de saúde cubano não é nem boa nem razoável, haja visto a morte do Chavez, que foi tratado de um carcinoma de intestino, mas tinha um sarcoma de músculo. Erro médico, grosseiro, e tratado pelos “médicos” cubanos. Se tivesse vindo para o Brasil e se tratado no Sírio e Libanês, como fazem os políticos brasileiros, talvez ainda estivesse vivo.

  20. Ana Esteves
    quinta-feira, 26 de setembro de 2013 – 10:00 hs

    Parabéns!
    Um profissional com convicções neste país! Um trabalhador digno, que defende a sua profissão, seus valores e que sabe falar de forma racional e com postura!

  21. Tisa Kastrup
    terça-feira, 1 de outubro de 2013 – 11:32 hs

    Não demorou: ontem foi a vez do Presidente do CRM de Minas Gerais renunciar – um dia antes de findar seu mandato. Tanto faz em que dia ocorre a renúncia, é uma forma veemente de protesto.

    Só a “PETRALHADA DUZINFERNO” não enxerga estas (e tantas outras) ilegalidades que estão sendo cometidas não só contra os médicos, mas contra toda a população que deles necessita.

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