Revista 'The Economist' destaca crescimento mais fraco dos Brics | Fábio Campana

Revista ‘The Economist’ destaca crescimento mais fraco dos Brics

‘Os dias das quebras de recordes acabaram’, afirma artigo ilustrado por emergentes atolados na lama

O Globo

O freio no ritmo de crescimento dos países emergentes ganhou destaque na revista britânica “The Economist”. A última edição da influente publicação representa os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) como velocistas atolados em uma pista de lama, sob o título “A grande desaceleração”. A revista já havia recorrido à metáfora antes, em artigo publicado há um ano, quando afirmava que os Brics estavam “ofegando”.

A “Economist” destaca o crescimento mais morno da China. Ao contrário do boom dos últimos anos, o gigante asiático deixou de crescer dois dígitos e tem como meta oficial chegar aos 7,5% em 2013, o que, segundo a revista, conseguirá “se tiver sorte”. A matéria destaca que, coletivamente, as economias emergentes podem alcançar um crescimento de 5%, o mais fraco em uma década, com exceção do 2009, que sucedeu à crise global.


4 comentários

  1. Vigilante do Portão
    domingo, 28 de julho de 2013 – 8:55 hs

    Não adianta culpar a Crise Internacional.

    Chile e Peru, conforme notícia da Gazeta de hoje, apresentam bom crescimento.
    Isso, com carga tributária MENOR.

  2. Mr.Scrooge
    domingo, 28 de julho de 2013 – 10:36 hs

    O FT está certo, estamos mesmo ofegantes, mas é de tentar correr atrás das outras economias. Talvez por causa disto é que o nosso vizinho pobre não queira mais voltar ao regaço do Mercosul. Antes só do que em companhia de quebrados?

  3. Gardel
    domingo, 28 de julho de 2013 – 14:03 hs

    O desemprego esta invadindo cidades grandes e pequenas e a economia segue a maneira de barco sem leme. Ou seja, segue ao sabor da incompetência dos dirigentes do Brasil.

  4. Parreiras Rodrigues
    segunda-feira, 29 de julho de 2013 – 8:54 hs

    O crescimento que se verificava, se devia às desonerações, o que fhodheu com a vida de estados e municípios, ao arreganhamento do crédito e ao incentivo ao consumo, as duas últimas, medidas imediatistas, irresponsáveis e poluidoras. Não precisava nenhum economista de Harvard, da USP, ex-isso, professor daquilo, falar que ia dar mherdha. Até a caixa d’água da Sanepar no alto da XV sabia.

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