Paraná inicia polo de defesa e aeronáutica | Fábio Campana

Paraná inicia polo de defesa e aeronáutica

Com a fábrica da Avio International Group, o Paraná inicia a consolidação do polo de defesa e aeronáutica do Estado. O termo, assinado ontem pelo governador Beto Richa, pelo prefeito de Maringá Roberto Pupin e pelo presidente do grupo suíço Luigino Fiocco, prevê investimentos de quase R$ 175 milhões numa unidade para a fabricação de aviões e helicópteros no entorno do aeroporto Silvio Name Júnior.

Segundo o secretário Ricardo Barros, a atração de novas empresas do setor é estratégica para aproveitar a decisão do Governo Federal de investir mais de R$ 100 bilhões nos próximos anos em aeronáutica e defesa. “As aeronaves e equipamentos terão que ter indíce de nacionalização de 60 %”

A favor do Paraná e de Maringá está o fato do aeroporto ser municipal, o que facilita nas negociações; a proximidade com São Paulo, maior mercado consumidor e a decisão das universidades ( Cesumar e UEM) estarem firmando parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para a abertura de cursos da área de aeronáutica já no ano que vem.


5 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    quinta-feira, 18 de julho de 2013 – 11:56 hs

    “O Paraná vai lançar foguete a lua, Cuba também vai lançar… Cuba lança, Cuba lança, Cuba lançaaaa… quero ver Cuba lançar…” viva Juca Chaves…

  2. sergio silvestre
    quinta-feira, 18 de julho de 2013 – 12:22 hs

    Que me desculpem até pela minha chatesa,175 milhões para uma fabrica de aviões e helicopteros me parece uma merreca.
    Se fosse orçamento de uma granja,ou uma fabrica de patinete até eu degluteria com maior boa vontade.
    Isso me parece balão de campanha eleitoral.
    Prá cima de mim só os aviões e helicopteros fabricados em fabricas que só o terreno custa 170 milhões.

  3. CARLOS
    quinta-feira, 18 de julho de 2013 – 13:46 hs

    Campana, essas fotos estão mudando rápido demais, não dá prá diminuir a velocidade?

  4. Zé Deodoro de Piraquara
    sexta-feira, 19 de julho de 2013 – 9:37 hs

    Em Piraquara foi necessário a intervenção do DECEA e do CINDACTA para por fim as atividades aeronáuticas que se desenvolviam no aeroporto clandestino!

  5. Curitibano
    segunda-feira, 22 de julho de 2013 – 23:47 hs

    Golpe puro ….. Veja o site da empresa… os helicópteros nunca vistos parecem de ficção … A promessa da empresa de fabricar mais em um ano o que a Helibras fabricou desde que foi fundada ….

    Olha o golpe …. põe na mesma prateleira da fábrica de caminhões de bombeiro, e dos jogos da natureza ….

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