Fruet desmancha Mãe Curitibana | Fábio Campana

Fruet desmancha
Mãe Curitibana

O “Mãe Curitibana”, programa de referência internacional de saúde às gestantes, que derrubou a mortalidade infantil no Paraná e foi copiado em três estados (São Paulo, Ceará e Pernambuco), e serviu de base para a criação da Rede Cegonha, do governo federal, sofre um desmanche promovido pelo prefeito Gustavo Fruet (PDT), dizem os vereadores da oposição.

A partir de agora as gestantes não têm mais o atendimento pré-natal com padrão equivalente a um bom plano de saúde particular. Elas são agora atendidas por médicos generalistas em estruturas que atendem também idosos e pacientes de outras especialidades. A decisão de desmontar o programa, tudo indica, tem motivação política. Seria esse o motivo da saída de Cláuda Wasilewski da FAS?

O Mãe Curitibana, que já atendeu 200 mil mães e seus bebês em 12 anos, é uma referência forte da passagem de Beto Richa pela prefeitura de Curitiba. O programa foi estendido ao Estado através do Mãe Paranaense. Opositor de Richa, Fruet pretende tirar a marca Richa de programas bem sucedidos em Curitiba.


16 comentários

  1. vera
    quinta-feira, 27 de junho de 2013 – 9:47 hs

    Mais um desserviço do secretariozinho Massuda, com sua equipe petista que nem conhecem Curitiba. Mas também, com a assessoria do Mario Lobato ( mandado embora da SESA por incompetência),a coisa ainda vai piorar muito mais.

  2. Tonho Pé de Mesa
    quinta-feira, 27 de junho de 2013 – 9:52 hs

    Ele não está desmontando só o Mão Curitibana, esta desmontando também a Prefeitura !
    Chega logo 2016 !!!

  3. GRANDE MESTRE...
    quinta-feira, 27 de junho de 2013 – 11:21 hs

    Lamentável…..assim vc não vai longe Fruet !!!

  4. quinta-feira, 27 de junho de 2013 – 11:27 hs

    O que esperar de um prefeito que não fez nada? A única ideia brilhante que teve foi acabar com o que está bem feito e mudar nomes de creches, de postos de saúde. As filas nos postos continuam e pioraram. Em menos de 6 meses, o prefeito se enterrou…não se elege nem pra vereador mais

  5. Elenice
    quinta-feira, 27 de junho de 2013 – 11:38 hs

    Isto chama-se jogo politico. O programa de referência, nao era tão referencia assim, enquanto gestante ate poderia ter um bom atendimento, mas na hora do parto nao existia o que eles chamam de parto humanizados, alias muitos dos profissionais nem sabem o que é isto, já ouvi muitos relatos de insatisfação, muitas mulheres tiveram seus partos anulados, posições inadequados para o parto, suas vaginas cortadas, assistidos por profissionais insensíveis e um pessimo atendimento pós-parto.
    Já existe movimentos como o BEM NASCER e outras mulher engajadas discutindo pautas importantes junto as secretarias, mudanças são necessárias. Eu, Elenice, a barriguda da foto acima, depois de tanto descaso optei em parir em casa, o unico local seguro pra receber os filhotes e fui amparada por parteiras. E importante que novos projetos apareçam, e para isto acontecer, desmancha-se outros. Desejo mais autonomia a todos.

  6. Morvan Costa
    quinta-feira, 27 de junho de 2013 – 11:41 hs

    O povo mal informado. Parem de reclamar de tudo o que os governantes fazem, nós somos somos culpados do que está acontecendo. Quero saber de todos que estão reclamando quantos foram nas reuniões que votam as prioridades da saúde do bairro que vão ser levadas para a Prefeitura, depois para o Governo estadual e por fim governo federal??? quantas vezes foi participar da votação do orçamento anual, que sempre estão nos editais dentro dos onibus, na televisão???? Antes de exigir seus direitos cumpram seus deveres, mais neste país td mundo só quer direito.

  7. Pedrenrique
    quinta-feira, 27 de junho de 2013 – 11:45 hs

    Não entendi nada! Depois desse enxame de gente defendendo as tais mudanças no Mãe Curitibana, certamente todos feitos na hora do expediente…, faltaram respostas às minhas dúvidas e afirmações das 22:28.
    Cadê o Atenolol, que jamais faltou, e hoje não tem?
    Cadê a equipe médica, que sempre estava lá, e agora sumiu? – Será que foi deslocada para atender a nova e super espetaculosa MAE CURITIBANA, deixando a velharada só com enfermeiras? Oh, dó! – ( Cá entre nós, com enfermeira não é uma consulta, né? – Pressão a gente mede em casa, não precisa ir lá!).

  8. SOS saude
    quinta-feira, 27 de junho de 2013 – 23:30 hs

    Essa secretaria da saúde está com tudo! Tudo irregular. veio um monte de gente de fora da cidade, que não sabe o que o curitibano precisa pra fazer tudo o que eles acham que o curitibano precisa.
    Tudo o que estão fazendo é pra inglês ver.
    Inauguraram um CAPS, lá no Boqueirão, e não tem médico para atender, mas saiu foto e até o ministro veio na inauguração. vai lá Fabio Campana, ver que lástima que é o negócio. Nepotismo é o que mais acontece na tal da secretaria da saúde, que deveria se chamar secretaria do emprego para as esposas dos diretores. Todas estão mamando na mesma teta. Isso pode, né?
    E transformar a unidade Mae Curitibana é o fim da picada mesmo.

  9. Isabela
    sexta-feira, 28 de junho de 2013 – 18:05 hs

    Esta notícia é uma inverdade. Inclusive, o Mãe Curitibana foi ampliado.

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=582136915160444&set=a.220999277940878.57826.214730151901124&type=1&theater

  10. Maria
    segunda-feira, 1 de julho de 2013 – 22:10 hs

    Meus amigos: estas inconsequentes que estão na FAS irão destruir todo um trabalho de 20 anos. A começar pelo que fizeram com o CREAS CRISTO REI, caso que deveria ser mostrado nascionalmente como vergonhoso. Uma unidade que atendia pessoas vítimas de abuso sexual, com respeito e dignidade. Acabaram com este serviço de excelência e agora a ordem é apenas atender e encaminhar para faculdades(para os estagiários atenderem lógico). Uma vergonha!!!!! Estas mulheres tem que responder pelo que estão fazendo.
    Mulheres estas (pelo menos gente do sexo femenino)que hoje gritam com equipes, não respeitam nossos cabelos brancos e ainda mandam fazer coisas que nem Deus acredita. Uma pena que Gustavo Fruet colocou para administrar uma secretaria tão importante uma pessoa tão inconsequente.
    Fora Dara. Fora Jucimeri. Fora maluquetes . Mudança ja na FAS !

  11. Maria
    segunda-feira, 1 de julho de 2013 – 22:14 hs

    desculpem : sei que é nacionalmente §§§§. erro de digitação

  12. Bakamarquê
    quinta-feira, 17 de outubro de 2013 – 12:51 hs

    Bem pelo que parece colocaram as gestantes na mesma categoria de enfermidades, bem creio que gestação não e doença e sim principio de vida, uma mulher tem de ter atendimento especializado e em local separado para que não haja perigo da gestante contrair uma doença, falaram ai que o atendimento Mãe Curitibana não era tão bom assim , mas com certeza tinha mais atenção . o prefeito não ampliou o atendimento ele equiparou , pior equiparou para baixo , pois quando se faz atendimento em ambiente único se coloca todos a exposição de suas enfermidades .
    O prefeito errou sim , e erra quem faz defesa do erro mesmo sabendo do risco que uma gestante estará sofrendo, isso não e ser leal isso e ser irresponsável !

  13. gestante de verdade em curitib
    sábado, 9 de novembro de 2013 – 8:01 hs

    eu sou gestante e já tive outro filho por este tal programa mae curitibana, e posso afirmar que ninguém sabe o que é de verdade este programa de mentiras, o sus obriga as gestantes a serem atendidas nas unidades de saúde por qualquer tipo de médicos sem instrução como ginecologistas obstetras de verdade que as gestantes tem nos planos de saúde particulares, no dia do parto vc chega na maternidade e é atendida por estudantes que te judiam e te tratam como cobaias nas mãos de imcopetentes, o tal parto humanizado é um absurdo, eles mentem no papel mas la dentro do centro obstrétrico de verdade as gestantes sofrem violência obstétrica do tipo que ninguém imagina, nos não temos direito a nada de verdade, temos um único direito o de sofrer dores insuportáves, ouvir absurdos dos estudantes, não temos um obstetra a nossa disposição, e temos que fazer o bebe nascer de parto normal seja como for, dure quantas horas durar, sofra o que sofrer, a pessoa que faz o parto não tem nem crachá de identificação, e tem mais, dão ocitocina para acelerar o parto o que provoca dores muito forte para a mulher ter contrações e dilatar o útero para obrigar a mae a ter o bebe de parto natural, cortam e retalham a vagina da gestante, e quando a cabeça da criança aponta pra fora, eles falam p o pai entrar e assistir o parto, todos mudam o comportamento dizendo parabéns papai… enquanto a mulher se dana sozinha e sofre tudo isto sem direito a nada, sem opção de escolher a melhor posição ou a melhor hora para o bebe nascer no seu tempo, depois as autoridades ganham prêmios internacionais por isto ainda… o correto seria que a gestante fosse respeitada, e fizesse um pre natal com dois obstetras diferentes para conhecer quem faria o seu parto, e pudesse optar pelo tipo de parto que quer fazer, com ou sem dor, na banheira ou de pe ou sentada ou com analgesia, ou com anestesia, ou até mesmo uma cesárea, pois nos planos de saúde as gestantes marcam geralmente suas cesáreas e não sofrem nenhum tipo de violência ou sarro durante o trabalho de parto, além de terem o direito a sorrir e ser fotografada logo após o parto tranquilo e indolor com o bebe e o pai, nos que utilizamos o sus o mae curitibana de verdade sabemos que teoria é lindo, mas que na prática muitos atendimentos geram insatisfação e o pior muitas vezes ate mesmo a morte ou da gestante ou do bebe… o Gustavo fruet é apenas mais um incompetente e burro que estará futuramente em outra posição politica. desejo que todas as gestantes um dia tenham seus direitos respeitados de verdade e sejam tratadas com respeito principalmente no parto!!!

  14. Luz
    quinta-feira, 16 de janeiro de 2014 – 21:22 hs

    Esse pessoal que está aí agora são um bando de BABACAS!!! Minha esposa já perdeu três gravides por falta de um remédio chamado Clexane foi negado por um dito medico fundo de quintal que julgou por um único exame que minha exposa não nescessitava deste medicamente, engraçado a três anos que ela faz tratamento com expecialistas e vem um médico que se diz auditor da secretaria d saúde e que por sinal não sabe nem se quem escrever dizer que ela não tem nescessitdade de usar este medicamento e a opiniao despreparada dele que infelizmente nao posso divulgar aqui o nome e CRM desse sugeitunho, o mais engraçado e que a mendiga do posto o qual minha exposa fez o requerimento teve o mesmo problema que ela e a MÉDICA conseguiu que a secretaria de saúde de CURITIBA fornecesse o remédio né!!!! Estranho quer disser senhor secretário de saúde d Curitiba que medicamento para MÉDICOS e FUNCIONÁRIOS dos postos de saúde tem né!!! E a venha malandragem desses… Sei lá o que que estão aí!!! Vou tentar gravar o depoimento deste médica as escondidas e vou mandar para a TV e senhor prefeito vê se toma vergonha e contrata gente mais competente não seus peixinhos!!!!

  15. Walter
    terça-feira, 5 de maio de 2015 – 9:46 hs

    Também sou contra o fim do programa de atendimento especializado às mães curitibanas. Porém devo lembrar que o Mãe Curitibana não foi criada pelo governo Beto Richa, como afirma o Sr. Campana, o Programa surgiu em 1999 no ainda governo do Sr. Cássio Taniguchi, motivado por iniciativas da Secretaria municipal de saúde que aspiravam ações focadas em melhorar a qualidade no atendimento às mães e crianças em nossa cidades.

  16. Gislaine Lopes
    sexta-feira, 20 de maio de 2016 – 21:56 hs

    Apesar de a publicação de Fábio Campana ser de três anos atrás, ela é muito atual. Sou gestante e ao descobrir a gravidez, comecei a conversar com amigas que tiveram seus filhos durante o Mãe Curitibana, e fiquei muito aliviada ao ouvir relatos de que eu não precisaria né preocupar, que o programa era muito bom. O problema é que isso foi há alguns anos atrás, quero deixar claro que não sou PSDB, mas nem por isso vou negar que era um belo programa durante a antiga gestão. Agora infelizmente o momento é outro, e estou muito indignada e triste em constatar que Fábio estava certo…. O programa já era…. Já fazem quinze dias que aguardo alguém do postinho mais próximo a minha residência vir até a mesma confirmar que realmente moro aqui (apesar de eu ter apresentado os comprovantes de residência como pediram), para somente então agendar a minha primeira consulta. Que mulher que descobre uma gravidez, e aguenta tanto tempo para saber se está tudo bem com o seu filho? Resultado… Estou fazendo tudo particular, sacrificando meu orçamento familiar, apesar de pagar impostos e o acesso a saúde pública ser um direito meu e do meu bebê. Vergonha dos nossos governantes. TODOS, sem exceção, não dão a mínima para a população, é tudo um parte de um jogo nojento de interesses políticos e pessoais. Nojo!

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