Custo de vida para os curitibanos sobe 0,44% em maio, diz Ipardes | Fábio Campana

Custo de vida para os curitibanos sobe 0,44% em maio, diz Ipardes

Do G1 PR:

O custo de vida para os curitibanos aumentou 0,44%, conforme o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pelo Ipardes, o resultado ficou abaixo do registrado em abril, que foi de 0,52%. De janeiro a maio, o IPC, que mede a inflação na cidade, já acumula alta de 2,77%.

Três grupos de preços pesquisados foram os que mais influenciaram o aumento no custo de vida, conforme o Ipardes. Dentre eles, “saúde e cuidados pessoais” foi a área que teve o principal impacto no consumo em Curitiba. O índice para essa categoria subiu 2,03% em maio, influenciada por aumentos nos preços de planos de saúde, hospitalização e obstetrícia e medicamentos, como anti-hipertensivo, antibiótico e anti-infeccioso.

Os alugueis também ficaram maiores. Segundo o levantamento, o custo subiu 0,79%, em Curitiba. Junto a outros itens, como pacotes turísticos nacionais, que ficaram 9,91% mais caros e com as tarifas de água e esgoto, que subiram 3,52%, ajudaram o setor de despesas pessoais a acumular alta de 1,41%.

Comunicação foi a terceira área que ajudou a aumentar a inflação de maio. Os valores no setor subiram, em média, 0,62%, puxados principalmente pela alta no preço do telefone fixo residencial. A inflação no setor só não foi maior porque os preços dos aparelhos de telefone celular tiveram queda média de 10,79%.

“Vestuário” e “artigos de residência” também ficaram mais caros. Porém, nesses casos, o nesses casos, a alta foi menor que a apresentada em abril.

Preços mais baixos
O transporte, porém, foi um dos pontos que apresentou queda de preços. Conforme o Ipardes, o índice recuou 0,50%. Entre os fatores que ajudaram a queda está a redução dos preços dos combustíveis.

Da mesma forma, alimentação e bebidas tiveram nova queda de preços. O Ipardes afirma que essa tem sido uma tendência nos últimos meses nesse setor, cujos preços reduziram 0,11%, em média. Um dos destaques nessa área é o preço do peito de frango, que ficou 9,44% mais barato.


3 comentários

  1. Pedro Rocha
    terça-feira, 11 de junho de 2013 – 12:37 hs

    Inflação em governo petista? – Táis brincando!

  2. carlinhosjp
    terça-feira, 11 de junho de 2013 – 14:36 hs

    No terceiro parágrafo do texto, deve-se fazer uma correção: Apenas o item Pacotes turísticos nacionais pertence ao grupo Despesas Pessoais. Os outros itens mencionados, (tarifa de água e esgoto, aluguel de moradia) fazem parte do grupo Habitação. E também o índice do grupo Despesas Pessoais informado não é o correto divulgado. Onde lê-se 1,41% de variação, leia-se 1,45%.
    O Ipardes calcula o Índice de Preços ao Consumidor de Curitiba, baseado em pesquisa semanal utilizando uma amostra probabilística de cerca de 1700 estabelecimentos de comércio e serviços, e também cerca de 500 domicílios, onde se coletam preços de produtos e serviços, além de se apurar tarifas publicas do transporte, comunicação e habitação. Tendo por base a estrutura da Pesquisa de Orçamentos familiares do IBGE, realizada entre 2008 e 2009, que estruturou em 9 (nove) grupos de despesas o orçamento das famílias cuja renda está entre 1 e 40 salários mínimos (IPC amplo) – a saber: Alimentos e bebidas, Habitação, Artigos de Residência, Vestuário, Transporte, Saúde e Cuidados Pessoais, Despesas Pessoais, Comunicação, Educação, são coletados aproximadamente 60.000 preços mensalmente. O cálculo da variação dos preços se dá quadrissemanalmente, ou seja, as quatro últimas semanas, comparadas com as quatro semanas anteriores, de modo que semanalmente temos índices, de modo prévio, e quando o índice é divulgado no início do mês, refere-se ao índice mensal.

  3. Vigilante do Portão
    terça-feira, 11 de junho de 2013 – 15:06 hs

    Podem APERTAR OS CINTOS, vai ficar PIOR.

    A Fazenda acreditava que JUNHO seria melhor,

    Ledo engano.

    Subiram as tarifas do Transporte Coletivo;
    Pão e Leite, também sofreram reajustes;
    A elevação da cotação do Dollar promete alta generalizada de preços e pressão para aumento dos combustíveis.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*