Presa quadrilha de mulheres com duas mil pedras de crack | Fábio Campana

Presa quadrilha de mulheres com duas mil pedras de crack

Policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos (DENARC) – Núcleo Ponta Grossa, prederam três mulheres e fizeram a apreensão de uma menor de 15 anos em Palmeira. Os investigadores tinham a informação de que Janaina Fernandes de Paula (26) e Débora Franciele Borges (26) saíram de Ponta Grossa com destino a Curitiba para comprar crack, e que levariam a droga para uma terceira pessoa, em Palmeira.

Logo que o ônibus chegou a Palmeira, os policiais entraram e encontraram uma nécessaire, junto aos pés das mulheres, com 510 gramas de crack. A responsável por receber a droga em Palmeira, identificada como Flávia Ramos Vida, moradora da cidade, juntamente com uma menor de idade, também foram identificadas pelos policiais na Rodoviária, sendo a maior presa e a acompanhante entregue ao Conselho Tutelar da cidade.

A confirmação de que elas aguardavam a chegada do entorpecente foi comprovada com ligações e mensagens telefônicas entre as acusadas. Segundo os policiais, a droga renderia aproximadamente 2.000 pedras, que, divididas em porções individuais, são vendidas a R$ 10,00 cada.

Esta foi a primeira ação da DENARC em Palmeira, cidade que pela sua localização é rota de traficantes. As investigações continuam para apurar demais envolvidos no tráfico de drogas na cidade.

As três mulheres foram autuadas em flagrante por tráfico de drogas e associação ao tráfico e transferidas para a Ala Feminina da Cadeia Pública Hilebrando de Souza, onde ficarão a disposição da Justiça.

Quem tiver informações sobre o tráfico de drogas na região dos Campos Gerais, pode ligar para a DENARC no telefone (3229 4485) ou para o telefone 181 de Narcodenúncia.

Logo que o ônibus chegou na cidade de Palmeira, os policiais realizaram a abordagem no veículo e encontraram no interior de uma nécessaire, junto aos pés das mulheres, a quantia de 510 gramas de crack. A responsável por receber a droga em Palmeira, identificada como Flávia Ramos Vida, moradora da cidade, juntamente com uma menor de idade, também foram identificadas pelos policiais na Rodoviária, sendo a maior presa e a acompanhante entregue ao Conselho Tutelar da cidade.

A confirmação de que elas aguardavam a chegada do entorpecente foi comprovada com ligações e mensagens telefônicas entre as acusadas.
Segundo os policiais, a droga renderia aproximadamente 2.000 pedras, que, divididas em porções individuais, são vendidas a R$ 10,00 cada.
Esta foi a primeira ação da DENARC em Palmeira, cidade que pela sua localização é rota de traficantes. As investigações continuam para apurar demais envolvidos no tráfico de drogas na cidade.
As três mulheres foram autuadas em flagrante por tráfico de drogas e associação ao tráfico e transferidas para a Ala Feminina da Cadeia Pública Hilebrando de Souza, onde ficarão a disposição da Justiça.
Quem tiver informações sobre o tráfico de drogas na região dos Campos Gerais, pode ligar para a DENARC no telefone (3229 4485) ou para o telefone 181 de Narcodenúncia.


3 comentários

  1. Parreiras Rodrigues
    quarta-feira, 8 de maio de 2013 – 17:38 hs

    Se nossas fronteiras com os países “amiguinhos” do lulismo – o petismo já não mais existe – fossem vigiadas de verdade, essas fotos seriam raras.

    Nossa polícia perde tempo com o comércio interno de drogas e armas.

    É sabido, até pelas calçadas do Batel, que o governo federal “finge” que fiscaliza as fronteiras com os países “produtores e exportadores”.

    Os índices de criminalidade tem muito a ver com essa safadagem federal.

  2. gilson K.
    quarta-feira, 8 de maio de 2013 – 22:05 hs

    Será que este trabalho vai ser publicado com destaque pelo jornal da elite? normalmente só desce o pau nas policias………por sorte tá tendo muita bronca pra divulgar e não publicaram a matéria do rodomovel que era pra sair ontem……O Denarc é um órgão exemplar e só tudo ficará completo quando o exército bloquear as fronteiras……….

  3. francisco de assis
    quinta-feira, 9 de maio de 2013 – 9:14 hs

    Sei, aonde a mulher comprou a droga não se descobre nunca ne? E ainda tem gente aplaudindo a prisåo das mulas, enquanto is Abadias continuam a trabalhar de forma tranquila

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