Brasil é o 10º país mais protecionista do mundo | Fábio Campana

Brasil é o 10º país mais protecionista do mundo

O Globo

Mais protecionista do que nunca, o mundo impõe ao novo diretor geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o diplomata brasileiro Roberto Azevêdo, que assume em setembro, o desafio de brigar com números alarmantes. Dados do relatório Global Trade Alert (GTA), aos quais O GLOBO teve acesso, mostram que os países jamais aplicaram tantas medidas restritivas ao comércio.

Movimento semelhante havia sido feito logo após o início da crise financeira global, em 2008. Nos últimos 12 meses, a Rússia, que acaba de entrar para a OMC, foi, de longe, o país que mais se fechou, com 48 novas medidas restritivas. Em seguida, vem a combalida Argentina, com 28. O Brasil aparece na décima posição, com nove.


5 comentários

  1. justino bonifácio martins
    segunda-feira, 13 de maio de 2013 – 11:53 hs

    Caro Campana,

    Ainda protegemos muito pouco as nossas coisas. Veja que os estrangeiros tem direito a comprar terras aqui; privilégio que lá fora é proibido. As multinacionais tem proteções aqui; deitam e rolam. A nossa Lei de Remessas de Lucro é uma mãe para as multinacionais. Os bancos internacionais estão aqui nos explorando, não pagam juros. Já pensaste se não fossemos um pouco protecionista? Já teriam nos transformado num quintal de direito porque de fato já somos.

  2. Doutor Prolegômeno
    segunda-feira, 13 de maio de 2013 – 12:42 hs

    O Brasil é o país da conversa fiada. É o país “do faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

  3. ernesto
    segunda-feira, 13 de maio de 2013 – 14:44 hs

    O teólogo e filósofo Leonardo Boff certo dia chamou algumas pessoas que exercem atividades na academia universitária, no jornalismo e no meio empresarial de rola-bostas. Rola-bosta é um besouro africano que recolhe fezes de animais e age como uma ferramenta de limpeza da natureza, a exemplo dos urubus, dos chacais, das hienas, dos dragões-de-komodo, dos lorpas e pascácios e daqueles colonizados marcados na alma com um intangível complexo de vira-lata.

    Por seu turno, ainda mais quando se trata de definir os “especialistas” de prateleiras da Globo News e da CBN, por exemplo, além de colunistas e blogueiros de outros órgãos da imprensa de mercado, que, sem sombra de dúvida, tornaram-se, com dedicação canina, porta-vozes de seus patrões magnatas, que torcem contra o Brasil desde o ano de 1500, apesar de terem enriquecido aqui e não nas cortes as quais eles bajulam como cães sentados à espera de comer ossos.

    Os barões midiáticos, controladores de concessões públicas de diferentes mídias, bem como são os proprietários dos jornais e revistas mais poderosos do País. A categoria empresarial socialmente a mais atrasada e sempre a serviço de seus interesses pessoais e corporativos, o que a leva a se beneficiar e a usufruir de fartos recursos monetários, proporcionados pelo setor público e pelas grandes corporações privadas, que pagam a preço de ouro para veicularem propagandas em suas publicações e telas de televisores, entre outras ferramentas midiáticas.

    Boff tem razão quando apelida homens e mulheres da imprensa de negócios privados de rola-bostas, porque a verdade é que muitos deles são mais do que isto. Eles são os legítimos exemplares dos complexados anacrônicos, pois totalmente colonizados, pois seus DNA possuem princípios químicos intrinsecamente ligados à subserviência, à subalternidade, à baixíssima estima, à pusilanimidade e ao desprezo por tudo o que é do Brasil e o que ele representa, ao ponto de torcerem contra o seu povo e professarem a equivocada ideia de que estamos fadados ao fracasso, como se o Brasil e o seu presente e futuro fossem, nada mais e nada menos, a própria resignação dos derrotados e dos que se satisfazem em atuar em um papel secundário, quando os governantes que assumiram o País há 11 anos e os seus eleitores, que são a maioria dos brasileiros, querem o Brasil no papel de protagonista, em um mundo multipolar, e, portanto, pertencente a todas as nações.

    É dessa forma que o Itamaraty de “punhos de renda” e de perucas à moda Luís XV e Luís XVI se conduzia até o fim do Governo de FHC — o Neoliberal I —, também conhecido como o “Príncipe dos Sociólogos”, que, diferentemente do monarca francês Luís XVI, nunca foi guilhotinado, e, sim, paparicado pelos seus súditos encastelados na imprensa de mercado e nos meios acadêmicos aparentemente dominados por diplomatas e catedráticos conservadores, que adoram falar para a imprensa corporativa e alienígena, nos papéis de “especialistas”, cuja “especialidade” é não reconhecer os avanços e as conquistas da sociedade brasileira, e muito menos que os governos trabalhistas de Lula e de Dilma mudaram o Brasil.

    E o mudaram para melhor, inclusive no que concerne ao País ser respeitado pelo seu poder econômico e principalmente por sua atuação propositiva e assertiva junto aos mais importantes fóruns internacionais, retratados em ONU, OMC, OMS, OIT, BRICS, G-20, OEA, Mercosul, Unasul e até mesmo no G-7 + 1 (Rússia), país este que abastece a Europa com gás e petróleo, dentre muitos outros produtos e por isto convidado a frequentar os “saraus” dos europeus ricos ocidentais de caráteres imperialistas e historicamente colonizadores. Sem o gás da Rússia, ficaria difícil para os europeus do G-7 aquecerem seus povos no inverno. Ponto.

  4. Mr.Scrooge
    segunda-feira, 13 de maio de 2013 – 14:53 hs

    E agora companheira Dilma como é que ficamos? Como chefe da OMC o nosso embaixador vai ter que ser coerente com o que o Brasil vem pregando, livre comercio, mas como se somos tão protecionistas? Falar é fácil difícil é por as promessas em pratica.

  5. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 14 de maio de 2013 – 10:24 hs

    Será que os comentaristas oficiais à soldo recebem por linha escrita? Também quero.

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