Gilberto Carvalho, a 'fidelidade' e o 'oportunismo' | Fábio Campana

Gilberto Carvalho,
a ‘fidelidade’ e o ‘oportunismo’

Do Josias de Sousa, UOL:

O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) fez uma defesa enfática do projeto de lei que dificulta a criação de novos partidos políticos. Num instante em que Marina Silva tenta conectar sua Rede na frequência de 2014 e Roberto Freire aproxima de Eduardo Campos seu Movimento Democrático, Gilbertinhodeclarou o seguinte: “Nunca ouvi falar que fidelidade partidária seja oportunismo. Não tem que ter pressa em ficar criando partidos. Nós temos que respeitar a institucionalidade partidária e fortalecer os partidos e não fazer um processo sem fim de criação de partidos para acomodar interesses, aí sim, meramente eleitorais.” Como diria a doutora Dilma, a fidelidade partidária é, de fato, “um valor em si”. É pena que Gilbertinho, como o ministro é chamado na intimidade, não tenha se dado conta disso no instante em que Gilberto Kassab desrespeitava a institucionalidade partidária para fortalecer o consórcio governista com a criação do neo-aliado PSD. O ministro insinua que há oportunistas demais na praça. Melhor concordar. Não convém discutir com especialistas.


2 comentários

  1. toninho
    sexta-feira, 19 de abril de 2013 – 13:40 hs

    Plenamente de acordo. Aa criação de novos partidos é de interesse apenas dos seus fundadores.

  2. Moisés Fróes
    sexta-feira, 19 de abril de 2013 – 18:42 hs

    Ô Gilberto Safado Carvalho (vergonha para Nós Paranaenses), qual foi o seu comentário na criação do PSD do Gilberto B… Kassab?
    Apoiou, lógico, é Mensaleiro, corruPTo igual a vocês do PT e aliados.

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