As inevitáveis armadilhas das calçadas do Batel | Fábio Campana

As inevitáveis armadilhas das calçadas do Batel

Do Aroldo Murá:

Andando a passos de cágados, as obras de melhorias das calçadas da Avenida N.S. Aparecida, no Batel, não dão sinais de que deslancharão.

Isto apesar de a nova administração municipal já entrar no quarto mês.

Enquanto isso, as armadilhas locais são muitas, geradas por essas “obras de santa engracia”. Uma delas, que a coluna registra, fez vítima um senhor da terceira idade, na entrada do Banco Itaú (agência 1538), naquela avenida, às 11h10 de ontem.

O idoso, corpulento e alto, desandou – literalmente – do desnível entre a calçada em obra e o piso do pátio da agência bancária. Ficou estatelado por alguns minutos, lamentando perdas, como o telefone celular inutilizado e sérias escoriações nos braços e pernas, além de calça rasgada.

Mas dando graças de ter escapado de uma quina de coluna.

Algumas almas boas, como duas funcionárias da loja “Nova Imagem´”, vizinha do banco, socorreram-no, com cuidados e atenções ao acidentado cliente bancário. Refeito, o velho senhor indagava – entre dores e senso de humor – “afinal, que melhor idade é essa?”.

Em seguida, depois de peregrinar na agência, foi atendido pela gerente Alessandra, que não negou ter tido conhecimento do acidente, mas não esboçou o mínimo gesto de apoio e solidariedade àquele que fora vítima também da imprevidência do Itaú. Limitou-se a dizer: “O problema é da Prefeitura”. E, gesto continuo, entregou ao acidentado seu cartão com uma expressão fria, distante, profissional: “O próximo. Quem está na vez…?”

A vítima queixosa encaminhou reclamação à Ouvidoria do Itaú, que tem número197-064-666.

Resposta prometida para os próximos 6 dias.

Não custa lembrar que uma simples providência do Banco, como a colocação de tábua, gerando uma pequena rampa, pode evitar males maiores, para o cidadão, a Prefeitura e o Itaú.

Ah, mas quem está interessado em prevenção neste país?


7 comentários

  1. paulo
    quinta-feira, 4 de abril de 2013 – 17:40 hs

    4 meses de fruet.
    08 anos de lerner
    08 anos de beto

  2. Vigilante do Portão
    quinta-feira, 4 de abril de 2013 – 18:06 hs

    Os “100” dias de governo estão chegando.

    Perceberam alguma melhoria?

    A RPC, mancomunada com o PT, não mostra as filas dos Postos de Saúde.
    Parou de filmar ruas esburacadas e obras paradas.

  3. Roberto Santos
    quinta-feira, 4 de abril de 2013 – 18:43 hs

    A Av. Nossa Sra.Aparecida, não é no Batel, é a Rua Bispo Dom José seu mané.. Leia , se informe antes de falar besteira

  4. Mr.Scrooge
    quinta-feira, 4 de abril de 2013 – 20:33 hs

    Você já viu banco assumir alguma culpa? Até quando erram a culpa é do correntista. Duvido que se o acidente tivesse se dado com o pai ou a mãe da Alessandra ela fosse por a culpa só na Prefeitura. ACarlos

  5. Dieter
    quinta-feira, 4 de abril de 2013 – 22:14 hs

    Pera aí Campana, qual é a novidade em ” entrada em banco faz mais uma vítima”?

  6. calos eduardo
    sexta-feira, 5 de abril de 2013 – 10:16 hs

    E o trecho da Sete de Setembro entre a Pasteur e a Angelo Sampaio onde passa o expresso está abandonado sem perspectivas de sua finalização; os ônibus saem da canaleta e transitam pelas laterais com um perigo elevado. Enquanto isso verificamos a presença de cobradores sentados nos tubos inutilizados durante o dia inteiro e os usuários tendo que usar ou Praça Oswaldo Cruz ou Praça do Japão.

  7. QUESTIONADOR
    sexta-feira, 5 de abril de 2013 – 12:15 hs

    -São as obras licitadas pelo menor preço e ganha por construtores de fundo de quintal que tem o único objetivo de gerar aditivos e mais aditivos e prolongando o andamento da obra…
    -O Banco em questão deveria cuidar melhor de seu público e de seus correntistas, pois os funcionários, hoje jovens, garbosos, prepotentes e antipáticos, no futuro, serão pessoas idosas e também estarão à marcê de todo tipo de infortúnio!!!! Um simples gesto de boa vontade, um sorriso, uma palavra de consolo seria o mínimo, que um funcionário com boa educação para atender os correntistas, mas preferem o atendimento sem humanização, veêm o correntista como um cifrão ambulante!!!!
    -Ensinaram desde muito cedo, que existe três palavras que abrem muitas portas: OBRIGADO, POR FAVOR, COM LICENÇA!!!
    Mas estas palavras estão em desuso pela maioria da população das Araucárias, pois o nosso povo é chucro, capial, independente de classe social….

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