Governo declara de utilidade pública o entorno do aeroporto de Foz do Iguaçu | Fábio Campana

Governo declara de utilidade pública o entorno do aeroporto
de Foz do Iguaçu

O Governo do Paraná vai tornar área de utilidade pública 1,4 milhão de metros quadrados no entorno do aeroporto internacional de Foz do Iguaçu, na região Oeste do Estado. Com isto, será possível ao governo federal, por meio da Infraero, ampliar o aeroporto internacional com a construção de nova pista e a modernização do terminal.

“O Paraná tem ajudado a Infraero na desapropriação de áreas e na ampliação dos aeroportos administrados pelo governo federal. Essa ação acontece em paralelo aos investimentos de ampliação e melhoria de 36 aeroportos regionais, administrados por prefeituras, onde investimos mais de R$ 21 milhões em dois anos”, disse o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.


Segundo Richa Filho, o governo já destinou R$ 36 milhões de recursos estaduais no processo de desapropriação de áreas dos aeroportos de Londrina e Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. “Além disto, o governo estadual tem ajudado, desde 2011, colocando à disposição do governo federal equipes do Estado das áreas técnicas – como topografia, engenharia e avaliadores – e também da área administrativa”, disse o secretário.

PLANO AEROVIÁRIO – O secretário explica que o governo estadual vai ajudar o governo federal a investir em 15 aeroportos regionais, dando apoio técnico e também no auxílio de licenças ambientais e na criação de decreto de áreas de utilidade pública.

Além de tornar viáveis os investimentos federais, o Governo do Paraná vai aplicar mais R$ 34 milhões em obras e melhorias nos 36 aeroportos regionais do Estado. Outra ação é a renovação do plano aeroviário estadual, cuja última edição é de 1998. O novo plano vai apontar quais investimentos e ações são necessárias nos próximos 20 anos para promover o desenvolvimento do setor aéreo do Paraná.


4 comentários

  1. sergio silvestre
    sábado, 30 de março de 2013 – 9:33 hs

    Desapropriações não precisa de licitação.Então é ai que o bicho pega,as comições são até meio ao meio.Pra cima de mim não PEPE

  2. Luis Antonio
    sábado, 30 de março de 2013 – 12:26 hs

    O governo estadual deve intervir na questão do aeroporto clandestino de Piraquara (aeródromo Bonacin II). Esse aeroporto foi excluído do cadastro da ANAC o que significou o seu fechamento para o tráfego aéreo. No entanto continua ilegalmente operando como base de operações de helicópteros que ininterruptamente o utilizam das 7:00h às 18:00h todos os dias. Se isso não bastasse, na sua construção, sem o devido licenciamento ambiental do IAP, causou graves danos ambientais, especialmente em virtude de escavações que atingiram o lençol freático. As escavações medem 300m de comprimento por mais de 10m de profundidade em área de manancial público de abastecimento da RMC e no interior da APA do Iraí (decretos estaduais 6194/2012 3 1753/1996 respectivamente). Esse crime ambiental é objeto de ação que tramita na comarca de Piraquara. O Estado deve exigir a reparação do dano ambiental e fazer com que os responsáveis “tampem” as escavações para recuperar o lençol freático visto que a água que verte está exposta a contaminações diversas e além do risco da dengue visto a proliferação de vetores. Essas obras (pista e escavações destinada a trincheira para desviar o tráfego por debaixo da pista) não tem mais razão de existirem por conta da portaria da ANAC que excluiu o aeródromo do cadastro. Os proprietários da área tem cedido o local como campo de operações de escolas pilotagem de helicópteros, o que também é ilegal visto que a portaria da ANAC 100/SIA/2013 fechou o local ao tráfego aéreo. É um abuso a autoridade aérea e ao IAP que havia paralisado as obras no local. Também é um abuso a autoridade do IAP visto que depois das denúncias os proprietários solicitaram LP (não concedida) e agem como se já houvessem a licença de operação (LO). Além do mais o Código Brasileiro de Aeronáutica (lei 7565/1986), no seu art. 30, proibe atividades comerciais em aeródromo privados como é o caso desse aeródromo.

  3. Zé Deodoro de Piraquara
    sábado, 30 de março de 2013 – 19:03 hs

    Eu sou morador em Piraquara há mais de 40 anos. Próximo ao aeroporto clandestino está a Serra da Baitaca (nome regional da Serra do Mar) que recebe esse nome em homenagem a Pionus maximiliani, que nada mais é do que a ave também chamada Baitaca. essas aves, outrora abundantes na região, em bandos tem como hábito voar em bandos da Serra da Baitaca (o morro do Anhangava se localiza lá) para a represa do Iraí a fim de se refrescar. Pois bem, nesse verão com o intenso tráfego de helicópteros o aeroporto clandestino isso não ocorreu, revelando que além do dano ambiental ao lençol freático já se anuncia outro impacto ambiental a avifauna local (sem contar a poluição sonora). Também, com a movimentação dos helicópteros sumiram as curicacas (Theristicus caudatus). Ou seja, clandestino e danoso a natureza e sem nenhum retorno para a sociedade local visto que não tem uma alma da região empregada no aeroporto clandestino. Esperamos que as autoridades estaduais intervenham urgentemente pela parte ambiental e pela parte policial visto a atividade clandestina.O mesmo vale para as autoridades federais, incluindo a ANAC, O MPF, a Policia Federal, o CINDACTA e o Ministério da Aeronáutica que devem zelar pelo cumprimento da portaria da ANAC 100/SIA/2013 e pela defesa do espaço aéreo nacional

  4. Joel Sobrinho
    sábado, 30 de março de 2013 – 20:17 hs

    OH Petezada sem moral,gostam de medir os outros com suas próprias medidas.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*