Empresas e motoristas de ônibus ficam sem acordo em Curitiba | Fábio Campana

Empresas e motoristas de ônibus ficam sem acordo em Curitiba

Do G1 PR:

A reunião entre o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região (Sindimoc) e os representantes das empresas de ônibus, da prefeitura e da Urbs terminou sem acordo. O encontro foi realizado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e foi mediado por um dos desembargadores.

O sindicato rejeitou a proposta feita pelas empresas de ônibus. A categoria reivindica, entre outras coisas, aumento salarial de 30%, além de 100% de reajuste no vale-alimentação. Os motoristas e cobradores também querem a instalação de banheiros e bebedouros nas estações-tubo.

Ao término da reunião, ficou acordado que o sindicato apresentaria o andamento das negociações aos trabalhadores em uma assembleia, na segunda-feira (11). Na terça-feira (13), uma nova reunião deve ocorrer no TRT, a partir das 10h.

Prefeito espera dissídio
O anúncio do novo valor da tarifa de ônibus em Curitiba e Região Metropolitana estava marcado para esta sexta, mas como não houve acordo entre os motoristas e cobradores e o sindicato patronal sobre o reajuste salarial da categoria, a resolução sobre a tarifa definitiva ficou para a próxima semana. Segundo o prefeito Gustavo Fruet, o valor deve ficar abaixo de R$ 3.

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Um comentário

  1. Analista de Bagé
    sábado, 9 de março de 2013 – 10:05 hs

    PARA TODAS AS “BRIGAS” SINDICAIS, NÃO APENAS ESTA DO TRANSPORTE COLETIVO:

    Uma JUSTIÇA DO TRABALHO mais FIRME em seus POSICIONAMENTOS, poderia (jamais prejulgando) dizer às partes envolvidas o que é REALMENTE DE DIREITO para CADA CLASSE DE TRABALHADORES, levando-se em conta a aplicação de índices de correção judicialmente aceitos e adotados.

    O QUE SOBRARIA DEPOIS DESTES CÁLCULOS PARA CADA SINDICATO (dos patrões e dos trabalhadores)?

    “Conversa pra Boi Dormir”… naquelas assembléias que começam e terminam com discursos, falatórios, milhões de promessas de luta, mas sem nenhum resultado prático…

    “Greves meramente Políticas”… Se a Justiça do Trabalho é quem quase sempre DETERMINA o que vai aumentar, o quanto vai aumentar e o que vai permanecer como está, PARA QUE GREVES SEM SENTIDO…

    “Explicarem para seus representados (patrões ou empregados) porque prometeram mundos e fundos quando a Justiça jamais permitiria todo aquele cenário fantástico de mordomias e regalias”…

    NÃO SOU CONTRA MOVIMENTOS GREVISTAS, MAS SOU A FAVOR DE SOLUÇÕES “RÁPIDAS, JUDICIAIS E EFICIENTES” PARA TEMAS TÃO IMPORTANTES COMO ESTES…

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