Manzotti, Beto e Fernanda e os jovens em Curitiba | Fábio Campana

Manzotti, Beto e Fernanda e os jovens
em Curitiba

O governador Beto Richa e a secretária da Família, Fernanda Richa, participaram hoje pela manhã em Curitiba do pré-encontro da Jornada Mundial da Juventude que será realizada em julho no Rio de Janeiro. “Este é um momento de muita fé e alegria para Curitiba. Eu e a Fernanda apoiamos encontros como esse pois sabemos da importância das missões evangelizadoras das igrejas que contribuem, de forma significativa, com o resgate dos jovens e no fortalecimento das famílias”, disse Richa no encontro celebrado pelo padre Reginaldo Manzotti que reuniu 10 mil jovens na frente do Palácio Iguaçu. Fernanda Richa foi escolhida pela arquidiocese curitibana como madrinha da JMJ na capital.


12 comentários

  1. José
    sábado, 23 de fevereiro de 2013 – 14:43 hs

    Estava desempregado, as contas chegando, eu não tinha como pagar, minha conta no banco aumentava…
    Quando o Padre Manzotti comprou a Rádio Paraná, 1060, e mudou pra Rádio Evangelizar, ele precisava de um RADIALISTA, notem bem: RADIALISTA.
    Fui falar com ele, o salário não era tudo aquilo, mas iria me ajudar muito. Tava empolgado.
    Cheguei na Igreja do Guadalupe, bem tratado pelos queridos irmãos católicos, um pessoal muito amoroso.
    Me conduziram ao Padre Manzotti, ficaram cuidando do meu filho, até ostea ofereceram a ele, criança, pra não ficar com vontade. Que gente maravilhosa.
    Ao falar com o Padre, cuja pessoa eu até então era fã, expliquei o formato dos Programas que iria apresentar, ele gostou. Já me via trabalhando na equipe dele.
    Tudo estava quase certo, na hora da despedida ele perguntou minha religião, eu disse de forma direta: EVANGÉLICO.
    Ele disse não de forma deselegante, saiu rápido e me deixou falando sozinho.
    Meu filho perguntou e, daí pai, começa na segunda feira?
    Eu disse não filho, o Padre não me aceitou por que somos evangélicos, disse quase chorando. Imagina, sem dinheiro, desempregado, sonhava com o emprego.
    Deus proverá… E, proveu.
    Fábio, o que escrevi é verdade, por favor publique meu comentário, fiquei triste, pois o emprego era pra ser radialista e, não religioso.
    A Record, assim que o Edir Macedo comprou, tinha essa ideia, só pegava evangélicos, mas graças a DEUS que mudaram esse pensamento discriminatório.

  2. TRABALHADOR
    sábado, 23 de fevereiro de 2013 – 17:08 hs

    Isso aí, vamos levar os jovens para as igrejas e deixar eles longe da droga e outros vícios..

  3. paulo
    sábado, 23 de fevereiro de 2013 – 18:16 hs

    a e o rossoni tambem

  4. Parreiras Rodrigues
    sábado, 23 de fevereiro de 2013 – 22:22 hs

    Presta atenção, José:

    Sem pé nem cabeça, evangélico pedir emprego numa instituição católica.

    Olha, meu irmão. Eu sou católico, ex-seminarista, mas ecumênico da raiz do cabelo à sola do pé. Na minha cidade, sou convidado e vou a cerimônias nas diversas igrejas, menos em Iurdes, mundiais, sabe, essas exploradoras da esperança, da fé e da caridade da nossa gente.
    Mas, você há de convir que você foi ao padre Manzotti, pela razão que você mesmo explicou, de desespero. Se ele tivesse lhe aceito, você não iria se sentir bem trabalhando numa entidade diferente do seu credo. Ele errou por não ter lhe dado um outro encaminhamento.

  5. salete cesconeto de arruda
    domingo, 24 de fevereiro de 2013 – 10:57 hs

    Reconciliou?!

  6. Valéria Prochmann
    domingo, 24 de fevereiro de 2013 – 17:37 hs

    Moradores do Centro Cívico tivemos que suportar esse verdadeiro suplício das 11h da manhã às 21h da noite de sábado e ainda no domingo a partir das 8h da manhã. Infelizmente nosso bairro foi transformado em “templo a céu aberto” nos governos Requião, que quis fazer média e demagogia com padres e pastores para que eles pudessem demonstram seu “poder” perante os fiéis, que por sua vez entram em transe em seu êxtase fervoroso. Quem não professa as fés dessas pessoas vê-se compelido a ouvir a gritaria e a cantoria brega por horas a fio, em volume altíssimo, como se Deus surdo fosse. Mesmo mantendo todas as janelas fechadas, a pregação invade os lares em pleno final de semana e em feriados, violando o direito ao sossego público e ao descanso semanal a que todo trabalhador faz jus. É impossível assistir a um filme, ler um livro, conversar, dormir, transar em paz ouvindo padres / pastores pregando com ferrenho moralismo contra homossexualidade, aborto, etc, sem no entanto darem uma palavra sequer sobre escândalos de pedofilia e outros temas polêmicos que envolvem os bastidores das igrejas. Aliás arrecadam muito dinheiro. Soube de uma assessora de um padre que hoje existem “padres empresários”. Pastores distribuem boletos para que fiéis neles escrevam seus pedidos para serem “levados ao Monte” desde que sejam anexados os comprovantes de depósitos em valores. Os moradores do bairro são desrespeitados pelas igrejas e pelas autoridades políticas que concedem autorização para que tais eventos se realizem, violando o caráter laico de nossas ruas e praças, sem falar na Constituição da República que veda expressamente a destinação de recursos públicos a entidades religiosas. Nada contra a liberdade religiosa, mas quem quer rezar bem poderia fazê-lo em seus respectivos templos, que já gozam de isenções fiscais, enquanto a imensa maioria da população trabalhadora paga seus impostos impiedosamente descontados pelo governo nos contracheques. A vocação do Centro Cívico é cívica – aqui cabe o desfile cívico-militar da Independência – e só. Os ônus dos demais eventos deveriam ser distribuídos de forma equitativa entre outros bairros da cidade, pois os moradores do CC têm sido penalizados por sucessivas manifestações em feriados e finais de semana, além das diversas passeatas e carreatas que já ocorrem nos dias úteis. Além da poluição sonora e do constrangimento à laicidade, transtornam o transporte coletivo e o tráfego. Trabalhadores do shopping Mueller por exemplo não sabem onde pegar seus ônibus para voltar para casa após exaustivo dia de trabalho. Comerciantes 9salões de beleza, farmácias, etc) obrigam-se a fechar as portas, tamanha a horda de pessoas querendo usar seus sanitários. O contribuinte para variar arca com custos de horas extras pagas a policiais, guardas municipais, ambulâncias, mictórios, etc. Por inúmeras vezes a Associação de Moradores, Comerciantes e Profissionais do bairro protocolou pedidos junto aos órgãos públicos, sem jamais obter resposta. Compromissos assumidos por autoridades em audiências públicas foram seguidamente desrespeitados, segundo dizem porque “pastores políticos” e padres exercem pressões junto às autoridades para impor esses eventos nos horários e volume que bem entendem. Pareceres de órgãos técnicos – como URBS, Secretarias de Meio Ambiente e de Urbanismo, IPPUC, administração regional – são desprezados. Descanse-se com todo esse som ao redor!

  7. TRABALHADOR
    domingo, 24 de fevereiro de 2013 – 18:25 hs

    Padre sou católico, adoro ser católico, é uma das religiões cristãs, de nosso senhor Jesus Cristo. Eu vejo o padre reginaldo com um grande cristão, ele é admirado por nós fiéis da cúria.
    Eu acho, querido José, que há um mal entendido em tudo isso. Gostaria que o jornalista Fábio Campana abrisse um espaço para o nosso querido padre Reginaldo Manzotti esclarecesse isso à comunidade cristã de Curitiba.

  8. José
    domingo, 24 de fevereiro de 2013 – 22:49 hs

    Parreira, eu fui convidado, e minha conversa com o padre seria apenas pra definir detalhes.
    E, seria para apresentar um programa de notícia, não programa religioso. Se fosse, com certeza eu não aceitaria. Isso vale para programas evangélicos, não sou pastor, sou profissional da comunicação.
    A Universal tem a Rede Record, os jornalistas e apresentadores são profissionais na área deles, não religiosos.
    Mas isso não retira o respeito e carinho que tenho pelos meus irmãos católicos, em especial ao querido Dom Pedro Fedalto, que sempre me tratou com carinho e, o mesmo vale pro Padre Kleina, jovem simples, sábio e bondoso.

  9. sergio silvestre
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 0:42 hs

    Valerinha,memso no silencio,é dificil transar em paz.Dois gemendo entre cabeças na ponta do esporão, é uma luta.A paz vem depois que dormimos.Mas gostei do ‘transar em paz”

  10. TRABALHADOR
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 5:29 hs

    O centro cívico é o centro da adminstração pública de nossa cidade, é a nossa praça dos 3 poderes. Nada mais natural que o povo da cidade, quando queira se manifestar utilize esse espaço, é lógico. Eu tenho que aguentar os jogos do atlético no ecoestádio Janguito Maluceli, deixa o povo, tem gente que gosta, que se sente feliz. Os espaços da cidade pertencem ao povo, à todas as pessoas, não apenas aos moradores da região. Em uma democracia precisamos aprender a dividir os espaços, porque o espaço é público, de todas as pessoas.
    Se tem uma manifestação de fé na porta da minha casa, que ótimo…Vou lá rezar junto…Vou pedir a DEUS que me ajude a me tornar uma pessoa melhor, menos rabugenta, egoísta..Vou pedir a DEUS, lá na manifestação religiosa, que me ajude a ver o mundo através dos olhos dos meus irmãos, que o SENHOR me ensine a dividir o pão também…Vou usar o que me parece em primeiro lugar como dificuldade, em oportunidade e elevar meu pensamento ao criador.
    “Na ânsia de ter, o homem esquece de ser. Passa a vida tendo tudo e acaba sendo nada”.

  11. Carol
    terça-feira, 26 de fevereiro de 2013 – 11:15 hs

    Silvestre, sempre agressivo e chulo, monte um blog pra você malhar as pessoas.

  12. ELEITOR CURITIBANO
    segunda-feira, 16 de novembro de 2015 – 15:08 hs

    Os católicos,evangélicos e outros…precisam ser inteligentes e viver o evangelho.E não ficarem refens de artistas politicos que usurpam o dinheiro do povo.Pregar o evangelho é divino,mas ser sábio é viver em paz.

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