Gleisi diz que ritmo da burocracia trava investimentos | Fábio Campana

Gleisi diz que ritmo
da burocracia trava investimentos

Em entrevista ao repórter Valdo Cruz, da Folha de SP, a ministra Gleisi Hoffmann foi inquirida sobre a velocidade de tartaruga dos programas de investimento do governo. Qual é a causa?

— O ritmo da burocracia, respondeu Gleisi. E explicou: “As pessoas são acostumadas, no poder público, a deixar as coisas quase que se resolverem por conta própria. A burocracia vai resolvendo as coisas no seu ritmo.”

Para Gleisi, “o principal desafio do setor público é resolver o ritmo da burocracia e fazer com que as pessoas tenham compromisso com o resultado.” Como fazer? “É um processo”, disse ela. “Não vamos fazer isso do dia para a noite, mas temos de começar.”


14 comentários

  1. Jorge
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 13:00 hs

    A ministra está certa. Se no público está assim nós, que muitas vezes dependemos de alguns serviços em nossas atividades privadas, também temos nossas críticas. Por exemplo: esses dias levamos mais de uma hora (pasmem!) dentro de uma agência de Correios no sentido de somente retirar uma correspondência registrada. Questionado, o funcionário disse que era culpa do sistema informatizado empregado naquele modelo de gestão. Outra: sujeito chega em Cartório para simples reconhecimento de firma (caraca! ainda existe isso!!!!) e tem previsão de espera de mais de três horas pois pegou senha que o colocava com mais de quarenta pessoas à sua frente! Com média de oito minutos por atendimento dá para perceber que a”besta” tomaria mais de três horas do nosso tempo. Resultado: negócio desfeito, não circulou a moeda, taxas e impostos deixaram de ser pagos e por ai vai. Desse jeito, ministra, fica dificil mesmo.

  2. HAVENGAR
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 13:03 hs

    A resposta da Gleissi sai do nada para coisa alguma, é evaziva, sem cor e inodora.Acompanha assim o de costume ou seja,repete o que é de costume na vida politica e administrativa desse país.Nada assumem , nada sabem, e nada se responsabilizam.A unica coisa que sabem é que o salário e o status politico e de poder tem um papel importante no jogo da politica rasteira.Com isso como tantos outros, desfila por ai como a alternativa de mudança.Um grave engano para quem aposta nisso.Não existe o novo aonde se perpetua o velho e o jogo rasteiro e oportunista.Principalemnte para quem iniciou a militancia politica sob o comando do então João amazonas o el cid do PCdoB e depois se transvestiu de uma semi trotskista , passeando ainda por um PT light e por fim tendo que defender alianças espurias que o seu PT tem feito e negando toda sua militancia e história,como foi recentemente com o Gustavo Fruet , ex PSDB.Para ela talvez o fins justificam os meios, mas para a história os fins sejam bem outros.

  3. Eudes Sampaio
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 13:57 hs

    A experiencia da Gleisi é muito grande, afinal ela foi secretária de gestao pública da prefeitura de Londrina da gestao do Nedson Micheleti, si aquele mesmo que saiu fugido da Prefeitura de Londrina tamanho o caos na gestao pública. É verdade! É só perguntar para um londrinense que vai confirmar! E depois querem que o Brasil resolva seus problemas…

  4. Ministrinha
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 15:29 hs

    Está arrumando desculpas, não vi naaada de investimentos volumosos do casal ministerial no PR.

  5. Paulo Noronha
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 16:48 hs

    Eu (e outros eleitores do Paraná) gostaríamos de saber qdo a Sra vai defender o nosso estado como Senadora. Seu companheiro de Senado ano passado vetou uma grande quantia em dinheiro e vc sequer manifestou a respeito….

  6. botelho pinto
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 18:55 hs

    O desgoverno federal deve começar a resolver a burro cracia em casa, em especial entre os ministérios e os bancos estatais (CAIXA, BB, BNDES). Os empréstimos dos PACs são caros e demorados para acessá-los. Inclusive e principalmente os da Copa. Por sinal, estas coisas chamadas de PACs, deveriam na real se chamar Picaretagem para Animar Candidatos, pois de concreto só tem marketing para promover a politicalha oportunista. Temos o pai dos PACs, a mãe dos PACs, muitos tios dos PACs mas a “criança” tá demorando a nascer.

  7. Max
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 21:43 hs

    ELA É COISA DO PT portanto credibilidade , zero.

  8. Strapasson
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 21:49 hs

    Ah, pessoal, “é um processo”, entenderam?

    Eles estão no poder há 10 anos! Sem oposição!

    O processo ainda não começou, ministra? Por que não?

    Ah, explica aí, vai!

  9. Cajucy Cajuman
    quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013 – 22:22 hs

    Lamentável, mas essa argumentação é pobre. Quase paupérrima. Mesmo porque o governo atual – petista – não fez nada para mudar nessa última década. O que vale dizer que é melhor deixar assim como está e que no frigir dos ovos fica bom pra todos, menos para o cidadão pagador de impostos… Esse filme é velho.

  10. carlos
    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 – 10:40 hs

    Ela tem razão nossos governos estam amarrados, Municipal, FederaL, Estadual quanto a Justiça, nessa pobre nem direito tem.

  11. Parreiras Rodrigues
    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 – 10:57 hs

    Vixi.

    O Petê engabelou toda uma Nação prometendo sobretudo, mudanças.

    As mudanças que vemos são as transferências bancárias das contas das empreiteiras para os seus membros, do governo para os aliados, por aí.

    A burrocracia tem como uma das causas, o excesso de funcionários numa determinada repartição.

    Funciona assim: Uma lâmpada queimou na sala do diretor que manda emitir um memorando pedindo a substituição. Pinta quatro funcionários cada um segurando numa ponta do papelzinho. O sub-chefe redige o requerimento que segue para a análise técnica onde demora quatro dias, que é para a turma fingir sobrecarrego de atividades. Finda e aprovada a análise, o papel é encaminhado ao almoxarifado cujo barnabé vai pesquisar no registro do estoque a existência da lâmpada. Encontrada a dita cuja, é feito um romaneio dando baixa no estoque e a mercadoria é enviada ao departamento de apoio que verificará a escala para ver quem de plantão substituirá a lâmpada.

    Todos tem que mostrar serviço.

    Num boteco qualquer, seu dono pediria pro moleque pegar a bicicleta e ir alí na esquina comprar a lâmpada. Três minutos, o piá de volta, o dono do buteco segurava a bicicleta, o moleque trepava no selim e trocava a dita cuja e a trucada continuava.

  12. neuraldo rocha
    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 – 12:07 hs

    A INCOMPETÊNCIA DA MINISTRA OU SENADORA, TEM . DE ACHAR UMA JUSTIFICATIVA.

  13. ariel
    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 – 12:45 hs

    Vai treinando Governadora!!!!

  14. regina
    quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 – 18:28 hs

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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