Empresa alemã terá benefícios do Paraná Competitivo no Estado | Fábio Campana

Empresa alemã terá benefícios do Paraná Competitivo no Estado

Técnicos do Governo do Paraná vão iniciar negociações com a empresa alemã Linde para incluí-la no programa Paraná Competitivo. A empresa, uma das líderes mundiais em produção de gases industriais e medicinais, vai investir 50 milhões de euros, cerca de R$ 135 milhões, na construção de uma fábrica em Curitiba, conforme noticiou o jornal Valor Econômico desta sexta-feira (1).

De acordo com o secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, o Governo vai colocar à disposição da multinacional os benefícios e incentivos do programa nas áreas fiscal, infraestrutura, qualificação de mão de obra, comércio exterior e desburocratização. “Vamos buscar trabalhar juntos para melhorar as condições do investimento. O Governo do Paraná dará o apoio necessário para mais esse importante empreendimento do Estado”, disse.

Segundo as informações passadas ao jornal pelo gerente-geral da subsidiária brasileira da Linde, Magnuns Karlson, a unidade vai produzir gases do ar (nitrogênio, oxigênio e argônio) e atender clientes no Paraná e na Região Sul. A previsão é de que sejam gerados 100 empregos diretos e indiretos e outros 250 postos de trabalho durante a construção da fábrica que vai ocupar cerca de 10 mil m2. A fábrica será construída no terreno da Peróxidos do Brasil, uma das clientes da Linde.

Ainda de acordo com Karlson, o investimento faz parte da estratégica de expandir a atuação da Linde no Brasil. A empresa vem investindo nos últimos três anos cerca de R$ 200 milhões por ano no país. A Linde atua no mercado nacional desde 1915, conta com cerca de 10 mil clientes e tem fábricas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. A última foi inaugurada em 2010 em Camaçari (BA).


2 comentários

  1. antonio carlos indignado
    sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013 – 19:30 hs

    Então é bom avisar o pessoal do sindicato da categoria para não espantar os alemães. Porque o sindicato dos metalúrgicos espantou outros alemães, que pressurosos foram parar em Araquari. O sindicato de lá não é tão fominha quanto o daqui. Pior do que não pagar o PPR exigido pelo sindicato, é ver a fábrica fechar aqui na CIC, e ir abrir em lugares não tão exigentes. Os sindicalistas do setor sabem o que eu estou dizendo. ACarlos

  2. Kacetada
    sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013 – 20:05 hs

    Por que em Curitiba? Manda pro interior…

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