Direção do Evangélico diz, em nota, que vive situação "peculiar e constrangedora" | Fábio Campana

Direção do Evangélico diz, em nota, que vive situação “peculiar e constrangedora”

Da Gazeta do Povo:

A direção da Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba (SEB), mantenedora do Hospital Evangélico, publicou uma “mensagem à comunidade” em jornais nesta segunda-feira (25) com um breve posicionamento diante das denúncias contra a médica Virgínia Soares de Souza, presa na última semana, e que é investigada pela morte de pacientes pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da instituição.

Na nota, a sociedade diz estar passando por uma situação “peculiar”, fora do controle da administração. A direção do Evangélico classifica, ainda, as investigações como constrangedoras e lamentáveis e diz que todos os setores do hospital e seus funcionários estão sendo envolvidos nas investigações.


18 comentários

  1. CLOVIS PENA -E as prisões ?
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 12:12 hs

    Além do defensor Dr. Elias, gostaria muito de saber da opinião do Dr. René A. Dotti sobre as prisões ocorridas, benefícios e danos para as partes.

  2. tadeu rocha
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 12:30 hs

    DR. EU ESCUTEI SUA ENTREVISTA HOJE NO JORNAL DA MASSA, DR QUASE FOI DERROTADO NO CASO DO EX DEP. CARLLI, E VAI SER DERROTADO NO CASO DO EVANGELICO, ACHARAM UM LARANJA DE MENOR DE IDADE PARA TIRAR ELES DA CADEIA TORÇEDOR DO CORINTHIAS, SÓ QUE LA É DIFERENTE, VOCES VAO VE.

  3. roberto
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 12:43 hs

    Peculiar não, constrangedora pode ser.Tendo em vista outros problemas ja passado por esse centro hospitalar e agora esses fatos em curso, não vejo outra saída a não ser o seu fechamento em defenitivo.

  4. Nico
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 13:16 hs

    Está medica, se tiver culpa tem q ser punida exemplarmente. mas se ela agia desta forma alguem dava a cobertura ou chefe acima dela e tambem a diretoria deste hospital tinham conhecimento; tudo isto porque quando se tem dinheiro ele fala mais alto, é melhor internar uma pessoa na UTI, por pagamento particular do que pelo SUS, entre o pobre é o rico quem pula dessa pra outra vida é o pobre, essa é realidade existe em nossa cara, nos e que não queremos enxergar.

  5. Drs
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 13:17 hs

    Vergonhosa isso sim. O malso se instala aonde o bem se cala, é a vitoria da covardia.

  6. luiz eduardo
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 13:28 hs

    O que me estranha nao e a nota dos hospital.O QUE ME ESTRANHA E O
    SILENCIO DO HOSPITAL EM RELAÇAO A MEDICA. POIS QUEM CALA ……
    Outra questao ha tanto tempo ela esta neste hospital, ninguem viu nada, ninguem sabe de nada, estranho nao e. Se tudo for verdade as prisoes de-
    veriam começar pele direçao do hospital, pois ninguem fica 20 anos dentro
    de uma instituiçao e 7 anos de UTI, e os dirigentes nao sabem de nada.
    TA TUDO MUITO ESQUISITO

  7. Parreiras Rodrigues
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 13:38 hs

    O Hospital Evangélico é o Hospital Evangélico que foi e sempre será um templo da devoção hipocrática, um sacrário profissional, uma residência de expoentes da ciência médica e de respeitáveis e brilhantes residentes, tocado com amor por santas pessoas, desde a turminha da sua portaria.
    O HE é o HE e sempre será o HE visitado amiúde, por quem nele encontra carinho e o principal, a salvação da própria vida, a cura de todos os seus males.
    Que aconteça a Justiça devida ao caso que a todos entristece e que seja único, transitório e esquecível.
    Meu Deus, HE! Quanto gostamos de você!

  8. curitibana.
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 13:48 hs

    INVESTIGAR É NECESSARIO!

  9. marcelo
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 13:50 hs

    Muitos dos acusados e presos serão inocentados por falta de provas e o delegado responsável que irá punir ?

  10. Gardel
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 14:43 hs

    Pelo jeito, havia conivência da direção do Matadouro Evangélico.

  11. Policial atento
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 15:19 hs

    Peculiar ? com certeza é a maior tragédia da história desse hospital, vá ser eufemista assim lá na china.

  12. Julio Cesar de Sisti
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 16:26 hs

    Situação constrangedora vive quem para lá é encaminhado…..o Evangélico está precisando de uma reforma, manutenção e modernização e principalmente pessoas realmente compromissadas em atendimento à saúde!!!

  13. Bem feito pra vocês, safados.
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 16:41 hs

    Peculiar e constrangedora, é o que dezenas de funcionários do hospital fizeram com uma funcionária de um banco instalado la dentro, devido a uma troca de cassete em um dos caixas eletrônicos, fizeram a festa sacaram o que não lhe pertenciam, causando um prejuízo de mais 10.000 reais que a FUNCIONÀRIA, mãe de duas crianças pequenas teve que vender o carro para pagar o rombo.
    E aí o que me dizem disso?

    Bem feito pra vocês bando de safados.

  14. Relho
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 17:41 hs

    Realmente constrangedora, pois quem seria o maior beneficiado e interessado em ter pacientes de convenios no lugar de pacientes do SUS ?

  15. Paulo
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 18:13 hs

    Para que já foi atendido neste hospital como eu tenho a relatar que após uma cirurgia ortopédida por um acidente em 2003 e devido ao erro do cirurgião na ocasião do Hospital Evangélico que não bloqueou a protese acabei tendo que realizar uma cirurgia três meses após a primeira com um outro cirurgião do meu convênio devido ao erro que estava causando um problema na minha recurperação. Que se bem executado no Hospital não haveria necessidade e somente uma outra cirurgia após o meu tempo de recuperação para retirada da protese, em fim acabei tendo que gastar mais, ficar aproximadamente um ano afastado de minhas atividades profissionais. Escrevo isso não pelo fato do caso acontecido na UTI que Graças a Deus não precisei dos cuidados desta médica e sim de uma recuperação em casa. Só que devido ao relaxo no atendimento e visando somente os custos e não a recuperação de quem os procura, muita gente passou por momentos delicados na vida. Eu tenho tudo em casa com chapas, protuários e laudos do meu convênio para a cirurgia extra. E não é porque o hospital pede calma que as pessoas que já provaram a falta de profissionalismo de seus funcionários deverão ficar caladas. A situação é grave e merece toda a atenção de nossas autoridades para que daqui para frente este hospital que é mantido por uma associação evangélica e recebe recursos públicos também, tenha as suas responsabilidades apontadas. Pois o ditado que dizem na cidade é o seguinte: ” Você entra vivo e sai morto”. Infelizmente isso aconteceu e muitas pessoas estão provando isso através de depoimentos. Pena que isso só aconteceu agora e eu admito que não procurei os meus direitos na época porque a minha maior naquele momento era recuperar a minha saude e não gastar dinheiro com ações na justiça que levam anos para serem concluídas.

  16. PAULO
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 18:35 hs

    A POLICIA ESTA FAZENDO SEU TRABALHO…PORTANTO NADA MAIS CONSTRANGEDOR,QUE A DIRECAO NAO SABER DE NADA…O MINISTERIO PUBLICO TEM QUE ENTRAR DE SOLA ..E POR O BANDO DE ASSASINOS NA CADEIA..UM ANO QUE A POLICIA TRABALHA NO CASO…DIFICILMENTE ELA IRIA PRENDER INOCENTES…A BANDIDA MOR ,ESTA MAIS SEGURA NO XILINDRO,..AQUI FORA TEM MUITAS FAMILIAS QUERENDO O COURO DELA..ALIAS,TEM MUITAS COISAS PARA ESCLARECER..

  17. Cavalo de Troia
    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 – 21:17 hs

    ”Confessa e deixa e alcançaras misericórdia”

    Então agora o nobre conselho vai deixar de se preocupar com as benesses aos filhos, mullheres, familiares e “ovelhas”. Com bolsas na faculdade evangélica e carguinhos com grandes salarios.

    E vão combater e acabar com o lotiamento das estruturas e especialidades no hospital??

  18. Lee
    quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013 – 0:18 hs

    Mas pelo menos “vive” a situação constrangedora.

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