Chico Caruso | Fábio Campana

Chico Caruso


8 comentários

  1. Joao Carlos
    sábado, 2 de fevereiro de 2013 – 11:30 hs

    Que vergonha essa eleicao para presidencia do Senado Federal…

  2. Parreiras Rodrigues
    sábado, 2 de fevereiro de 2013 – 13:15 hs

    Não de nós cegos, consertaria o Curiango, lá em Santa Isabel do Ivai – O maior produtor de abacaxi do Sul brasileiro*.

    *e doce.

  3. antonio carlos indignado
    sábado, 2 de fevereiro de 2013 – 17:34 hs

    Concordo interiamente com o senador, mas de que ética mesmo é que ele está falando? Da dele? Só pode. ACarlos

  4. sergio silvestre
    sábado, 2 de fevereiro de 2013 – 18:07 hs

    O abacaxi de sta izabel do ivai é um remedião prá gases.
    Tome cinco chicaras de café e um abacaxi antes de dormir.

  5. VACINA A-PT
    sábado, 2 de fevereiro de 2013 – 19:23 hs

    ESSE CANALHA SABE O QUE É ETICA? PARA FALAR SOBRE ELA? SO IMAGINO OS PREPARATIVOS PARA A DISTRIBUIÇAO DE CARGOS E DIM DIM PARA OS 56.

  6. Custo Brasil petista
    sábado, 2 de fevereiro de 2013 – 20:00 hs

    “NÃO É A POLÍTICA QUE FAZ O CANDIDATO VIRAR LADRÃO.

    É O SEU VOTO QUE FAZ O LADRÃO VIRAR POLÍTICO”.

  7. Silvajr
    sábado, 2 de fevereiro de 2013 – 21:00 hs

    Terminada a votação para presidência do Senado, a máscara do senador Aécio Neves (PSDB-MG) caiu, revelando um jogo de compadres. A TV Senado pegou em flagrante o tucano dando um caloroso abraço no vencedor Renan Calheiros (PMDB-AL) e o resultado garantiu para o PSDB um lugar na mesa do Senado para o correligionário Flexa Ribeiro (PSDB-PA), contrariando a regra de deixar fora da mesa quem vota em desacordo com a proporcionalidade das bancadas.

    O PMDB ameaçava não apoiar Flexa Ribeiro no posto se houvesse 22 ou 25 votos do lado que Taques. Com a baixa votação do “anticandidato”, o senador tucano do Pará conseguiu ser escolhido com 58 votos, sem problemas, para o poderoso cargo.

    E não é um lugar qualquer. É a cobiçada primeira secretaria, apelidada de “prefeitura” da Casa, porque administra licitações e contratos. Com isso, os tucanos ficaram com a chave do cofre do Senado. Um orçamento de R$ 3,5 bilhões por ano, maior do que a maioria das capitais brasileiras, inclusive cidades com mais de 2 milhões de habitantes.

    O novo “guardião” da chave do cofre do Senado já foi preso pela Polícia Federal em novembro de 2004 na Operação Pororoca. Flexa Ribeiro e 27 empresários foram acusados de fraudes em licitações públicas no Amapá e no Pará. Uma das empresas beneficiadas pelo esquema era a Engeplan, da qual o tucano era sócio.

  8. Silvajr
    domingo, 3 de fevereiro de 2013 – 10:14 hs

    Renan, ex- ministro do FHC, ex- ministro da JUSTIÇA do governo do PSDB. Pelo menos no governo PT ele não virou ministro

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