Liberada licença ambiental para dragagem no Porto de Paranaguá | Fábio Campana

Liberada licença ambiental para dragagem no Porto de Paranaguá

Nesta segunda-feira (21) diversas entidades e representantes dos governos federal e estadual assinaram um Termo de Compromisso para permitir a licença ambiental prévia e assim dar inicio ao processo de licitação da dragagem de aprofundamento do Porto de Paranaguá.

Desde outubro passado, o Ibama havia se manifestado favoravelmente à emissão da licença, mas as aldeias indígenas de Sambaqui e da Ilha do Cotinga, não concordando com o procedimento, se mobilizaram chamando a atenção da Funai e do Ministério Público e fazendo com que o processo ficasse parado.

Depois do impasse, a ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann coordenou ação junto a Secretaria de Portos (SEP), Funai, Ibama e Ministério Público Federal, contando com o apoio da Secretária de Justiça, Cidadania e Diretos Humanos do Paraná , Maria Tereza Uille Gomes com o objetivo de encontrar solução ao impasse.

“É uma importante contribuição do Governo Federal para o Porto de Paranaguá. Essas melhorias vão implicar em um investimento de R$ 800 milhões nós próximos dez anos, garantindo a competitividade do porto”, comemora a ministra Gleisi.

Assinaram o termo a Secretaria de Portos, Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná, Funai, Appa e Ministério Público Federal, além dos caciques de Sambaqui e da Ilha da Cotinga.


2 comentários

  1. justino bonifacio martins
    quarta-feira, 23 de janeiro de 2013 – 14:37 hs

    Por que no Governo Requião essa liberação não foi concedida? O que mudou? Era só pirraça contra Requião? Com a palavra IAP e IBAMA.

  2. Bagrinho do Litoral
    quarta-feira, 23 de janeiro de 2013 – 17:59 hs

    Tem linguiça debaixo desta farofa: estes “indígenas” na verdade são índios exóticos, pois são da etnia Guarani, e foram trazidos de Foz do Iguaçu para o Litoral nos anos 70/80. Nosso índios verdadeiros, nativos, eram os Carijós, já extintos ou mestiçados com o passar dos séculos. Isto tudo é uma grande patuscada que deveria ser investigada pelo MPF, pra ver se o dinheiro deste “acordo” irá realmente para estes índios exóticos… Olho neles!!! Aliás, aí está a receita de bolo para ou trancar o desenvolvimento do Litoral ou liberar a peso de ouro: índios exóticos, quilombolas, sítios arqueológicos e Mata Atlântica!!! Haja grana!!! Quanta hipocrisia!!!

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