Governo propõe incentivo para fabricação de aviões no Paraná | Fábio Campana

Governo propõe incentivo para fabricação de aviões no Paraná

O secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, reuniu-se nesta quarta-feira (30/01) com o diretor da empresa Planair, Paulo de Souza, para discutir suporte ao projeto de construção de aeronaves no Paraná. Para isso, explicou Barros, o Executivo já enviou para a Assembleia Legislativa um projeto de lei propondo a criação de um programa chamado de Paranaéreo.

A nova legislação especifica incentivos à cadeia produtiva aeronáutica, desde empresas de projeto, engenharia, manutenção, peças e montadoras de aviões civis e militares. O texto aguarda votação da redação final, o que deve ocorrer na próxima semana.

A Planair possui uma linha de produção no aeroporto Santana, em Ponta Grossa, e busca apoio e incentivos do Governo do Estado. “Temos todo o interesse em incentivar a Planair e outras empresas do setor. São investimentos de alta tecnologia, que geram mão de obra qualificada e estimulam a inovação no Estado”, disse.

A empresa planeja investir mais R$ 15 milhões na ampliação unidade em Ponta Grossa para a fabricação do modelo Curiango, que está em fase de homologação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e de outros modelos.

O Curiango é um avião agrícola 100% nacional e que pode ser usado no combate a incêndios. Já foram investidos cerca de R$ 26 milhões no projeto. Segundo o diretor da empresa, a aeronave possui preço competitivo e já existem diversas intenções de compra. Um modelo está disponível para demonstração no aeroporto de Ponta Grossa.


11 comentários

  1. Rubens da Silva
    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 – 21:45 hs

    Esse cara tem visão empresarial e inteligência.
    Tá de parabéns seu Ricardo Barros e o Governador Richa.

  2. Albert
    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 – 22:29 hs

    Anotem aí. Onde esse Ricardo põe a mão vai gorar. Divulguem algo que esse cara fez – de proveitoso!

  3. pdavidactba
    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 – 22:43 hs

    kkkk Paranáaero …… aprovado o nome, esse pessoal do governo é duro para botar o pé no chão.
    E avião é algo que o gov adoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.. kkkkk

  4. Motoqueiro Infernal !!!
    quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 – 7:34 hs

    Abri a página da Planair, tem uma foto de um aviãozinho lá… mais nada… que perda de tempo…

  5. Marcelo
    quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 – 8:46 hs

    A iniciativa do Sr. Ricardo Barros é louvável, infelizmente na prática, os empresários do setor sabem muito bem disso, indústrias dessa área não são viáveis em nosso estado. O decreto 6875 assinado pelo governador do estado do Paraná, Sr. CARLOS ALBERTO RICHA em 26 de dezembro de 2012 colocando a tributação de ICMS de APARELHOS MECÂNICOS, ELÉTRICOS, ELETROMECÂNICOS E AUTOMÁTICOS sobe o regime se SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA, que vai passar a vigorar a partir de março de 2013. O que vai acontecer a partir de março no Paraná? Os insumos para indústria tecnológica vão custar mais, então vai ficar mais caro para construir a fábrica, vai ficar mais caro para comprar componentes de manutenção para o parque industrial, componentes que integram o produto vão custar mais (porque o governo recolhe o imposto na entrada do estado). Mesmo se isentando ou reduzindo impostos dos produtos dessas fábricas de aviões não vai resolver.
    A cobrança do ICMS através da Substituição tributária baseia-se em um índice, o MVA (Margem de Valor Agregado). Esse índice é um percentual utilizado no regime de substituição tributária para exprimir a evolução/majoração dos preços das mercadorias e serviços à medida que percorrem as diversas etapas/operações usuais de circulação no mercado. O problema é que nosso governo estadual anda utilizando índices que não existem, que fogem da realidade. Vou dar um exemplo: Uma chave para manobra de motor elétrico com código NCN (antiga classificação fiscal) 85.36.4900 terá um índice de MVA de 61,56%, o mesmo utilizado para a “CAXAÇA”. Isso quer dizer que o governo do Paraná acha que compra-se por R$ 10,00 e o mercado paranaense acaba vendendo por R$ 16,15, o que é uma grande mentira, pois os preços finais acabam ficando entre R$ 12,00 à R$ 14,00. O que vai acontecer na prática aqui no estado a partir de março: um APARELHO MECÂNICO, ELÉTRICO, ELETROMECÂNICO ou AUTOMÁTICO que é vendido a R$ 13,00 atualmente passará a custar R$ 15,30 para mais. O governo da maneira que faz tabela o imposto do produto e acaba com isso ferindo o princípio da livre concorrência.
    O regime de S.T. aumenta os custos administrativos e torna os processos logísticos morosos das empresas de todo o Brasil. Isso é extremamente ruim, porque hoje vivemos em um mundo globalizado e isso torna as nossas empresas menos competitivas. Hoje em dia nossos concorrentes não estão somente do outro lado da rua, na outra cidade ou no outro estado; os concorrentes estão em outros países. Então se concorre com empresas da China, dos EUA, da Europa; locais com cargas tributárias menores, com situações logísticas mais dinâmicas e favoráveis, com maior oferta de fomentos, com taxas de juros mais justas para financiar suas operações, com maior oferta de mão de obra qualificada.
    Infelizmente a política tributária atual utilizada pelos governadores do Brasil é desastrosa e coloca o país no atraso e faz nossas empresas perderam a competitividade frente a outras economias do mundo. Cada governador quer ter sua própria regra de tributação, fazer do seu jeito, muito parecido com os senhores feudais na Europa da idade média. Quer dizer estamos retrocedendo aqui no Brasil e essa política tributária atual coloca em risco a integridade da nação como um único país. Não temos condições de receber esse tipo de indústria em nosso estado.

  6. Leocádio
    quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 – 8:52 hs

    Ué?
    Se querem produzir, que produzam.
    Só não entendi por que tem que por dinheiro público nessa iniciativa privada.
    É de algum amigo?

  7. Tio Quim
    quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 – 10:15 hs

    Poderia se chamar AEROBETO ou DINHEIRO NO AR.

  8. Anônimo
    quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 – 11:33 hs

    MAIS UMA REUNIÃO SEM PROVEITO, SÓ PARA FOTO E BLA-BLA-BLA…….MAS VAMOS ESPERAR P/VER NO QUE VAI DAR.

  9. sergio silvestre
    quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 – 12:22 hs

    Mais aviões! Já não chega os aviões que temos no Parana inteiro.
    Só na assembleia tem mais de 50.

  10. Dieter
    quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 – 13:29 hs

    Paranaéreo combina bem com o governo do Richa..
    KKKKKKKKKKKKK

  11. antonio carlos indignado
    quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 – 14:31 hs

    Agora só falta o Estado criar uma agência estadual para regular o setor. E de cara já compra um avião, porque executivo que se preze só viaja de jato. ACarlos

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