Fragilidade da Venezuela | Fábio Campana

Fragilidade da Venezuela

Do professor Maurício Santoro:

“Se Chávez morrer na próxima semana, até a posse prevista para o dia 10, o Vice (Maduro) não assume, e sim o Presidente da Assembleia Nacional (Cabello), que tem que convocar novas eleições. Maduro representa sindicatos, movimentos sociais e a aliança com Cuba; Cabello, militares e a “boliburguesia”, nova elite econômica que ascendeu com o regime. Difícil imaginar essas várias tendências juntas sem Chávez como mediador, e em tempos de instabilidade e extrema fragilidade das instituições, Forças Armadas serão ator decisivo na transição. Boa sorte à Venezuela. Vai precisar”.


15 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 14:37 hs

    Chavez, Maduro, Cabello… nomes são destinos… pobre Venezuela…

  2. Alessandro
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 14:49 hs

    Em qualquer dessas hipóteses, o povo continua se dando mal.

  3. justino bonifacio martins
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 15:01 hs

    Dois comentários de pessoas desinformadas e/ou, no mínimo, comprometidas com os exploradores dos povos. Pobres be´pocios!

  4. Roque
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 15:21 hs

    Chaves, Cabelo, Maduro, e agora Justino. So da MMMM defendendo esta Merdezuela. Ainda bem que a comunistada ta td morrendo.

  5. Parreiras Rodrigues
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 15:28 hs

    Está morto há três dias.

    O pau vai torar na Venezuela.

  6. Strapasson
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 17:16 hs

    Vai ser um safado a menos na face da terra.Mas a lista é grande.

    2013 promete!

  7. Pato-branquense
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 17:16 hs

    Isso é para aqueles que defendem o regime de governo como o de CUBA refletirem sobre. Como já disse alguém (creio que foi Ferreira Gular) : aqueles que defendem e elogiam CUBA não se mudam para viver lá….pimenta no dos outros não dói na gente, né?

  8. Constanza Del Piero
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 18:21 hs

    O Justo Justino, tá com dó do Chávez! Faz o seguinte, Justíssimo: leva ele pra casa, e assista-o nos seus últimos momentos.
    Só tome cuidado, que o diabo tá com pressa de levar aquela coisa lá pros arraiá dele, e na confusão, poderá te levar junto!.

  9. sergio silvestre
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 18:49 hs

    Vamos ver a venezuela seo o CHAVES.Não sei ,mas governos que distribui renda para os mais pobres e sacrifica um pouco
    do champanhe e caviar do rico,sempre tem uma midia aristocratica atuando contra.A venezuela não é um PAIS de chapeu na mão,tem uma economia saudavel,um exercito melhor treinado que o nosso e com mais armamentos .
    Isso depois do CHAVES.Então meu irmão,sei que é dificil mas não desejo a morte do cara,nem que sofra

  10. jobalo
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 20:00 hs

    Agora , que povinho frouxo, foram proibidos de fazer festa e comemorar o ano novo pela doença ddo traste, até parece o nosso querido povo tupiniquim que não fazem manifestos por nada.

  11. quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 22:50 hs

    E o companheiro lula n tem como dar uma ajudinha?

  12. Incrédulo
    quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 – 23:16 hs

    Chavez não vai morrer tão cedo, ao menos oficialmente.
    Cuba é altamente dependente do petróleo subsidiado da Venezuela e do Chavez, mas só no fio do bigode, sem nenhum documento formal.
    Se Chavez morrer antes da posse, assume o Cabello, que tem origem militar e é contrário aos favores à Cuba.
    Então, ao menos oficialmente, Chavez vai estar vivo até o dia 10/jan/13 para que o Vice Maduro possa assumir e formalize os subsídios em favor de Cuba.
    Depois de formalizado tais favores, Chavez seguirá seu caminho…

  13. Romão Miranda Vidal
    sexta-feira, 4 de janeiro de 2013 – 7:53 hs

    A maioria dos ditadores morrem de forma complicada e sofrida.Reflexo do mal causado? São hábeis em manipular uma nação de títeres. Conseguem articular com o uso da violência surda, as massas em seu favor. Usam de expedientes como a escassez de alimentos como forma de solapar as resistências psico-emocionais da população e depois de um período muito próximo ao total desespero, surgem como o grande salvador e distribui aimentos a mãos cheias. Usam a população como manobra de massa demagógica e permanecem no poder. Uma população faminta pede o quê? Comida. Recebe antes como aperitivo demonstração de força:desfile militares, pronunciamentos demagógicos, nacionalizações de empresas estrangeiras e assim continuam, para depois distribuir migalhas.
    Na Venezuela a situação não é diferente da China, Cuba, Vietnan e não será diferente futuramente da Argentina,Bolívia, Uruguai, Panamá, Guatemala.Novos tempos complicados para a Venezuela. Mas ainda existe uma esperança.

  14. sexta-feira, 4 de janeiro de 2013 – 11:49 hs

    Será que Deus não é mais brasileiro??? com um condenado assumindo o Legislativo Nacional brasileiro, e se o Chavez escafeder-se, certamente Deus estará se naturalizando VENEZELUANO…

  15. caruncho
    sexta-feira, 4 de janeiro de 2013 – 13:42 hs

    A FILA TEM QUE ANDAR,AINDA FALTAM MUITOS AQUI NO BRASIL,E O CAPETA TEM PRESSA DE RECEBE-LOS TODOS DA MESMA TURMA.

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