Contran endurece lei seca e elimina tolerância de álcool em exame | Fábio Campana

Contran endurece lei seca e elimina tolerância de álcool em exame

De Flávia Foreque, Folha de S.Paulo:

O motorista que tiver qualquer vestígio de álcool em exame de sangue poderá ser multado em R$ 1.915,40 e ter a carteira de habilitação suspensa por até um ano. Hoje, a margem de tolerância para aplicação das penalidades é de 0,2 grama de álcool por litro de sangue.

A nova regra foi definida em resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) publicada nesta terça-feira (29) no “Diário Oficial da União”.

O órgão reduziu ainda a margem de tolerância no teste do bafômetro. Se antes o limite era de 0,1 miligrama de álcool por litro de ar, agora o valor caiu para 0,05 miligrama de álcool por litro de ar.

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Foram mantidos, no entanto, os limites de álcool em exame de sangue e no bafômetro que configuram crime: a proporção continua de 6dg/L (decigramas de álcool por litro de sangue) e 0,34 miligrama de álcool por litro de ar, em exame de bafômetro.

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6 comentários

  1. Alaor
    terça-feira, 29 de janeiro de 2013 – 20:40 hs

    Quando mais dura a pena melhor, e a multa ainda é pouco, tinha que subir este valor.

  2. Reinoldo Hey
    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 – 8:36 hs

    Objetivo: aumentar a arrecadação. Senão, vejamos, deveríamos investir em educação/conscientização.
    Tem muita, muita, muita gente desfavorável. Mas ninguém quer dar a cara pra bater.
    Hipócritas!!!

  3. Paulo Licursi
    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 – 8:46 hs

    TOLERÂNCIA ZERO

  4. Paulo Licursi
    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 – 8:53 hs

    Todo motorista é orientado desde a Auto Escola, a veiculação na mídia dos perigos, não só com o alcool, como tbm. não utilizar o celular dirigindo.Quem dirige alcoolizado, atropela, aleija, mata deveria nunca mais poder pegar um veículo.Tbm. deveria ser considerado CRIME DOLOSO E INAFIANÇÁVEL os acidente com vítimas fatais ou não.

  5. Zangado
    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 – 9:37 hs

    Um dos fundadores da nação americana – Thomas Paine – escreveu:

    “As leis de difícil execução em geral não podem ser boas.”

    Com as cidades e estradas do país literalmente coalhadas de bares, raves, boates, serf service, lojas de conveniências funcionando a desoras ou a qualquer hora não estamos criando uma situação desproporcionalmente desarmonica ao problema enfrentado?

    Sem deixar de reconhecer que a questão do alcoolismo à direção de veículos é uma calamidade nacional, legalmente, um Conselho teria poderes de legislador?

    Eu perguntaria se para os traficantes e financiadores dessa “arma química” crack – como perfeitamente a definiu o jornalista Boechat – os “regulamentadores públicos de toda sorte” estariam dispostos a estabelecer semelhante saia justa?

    Qual o “Contran das Drogas nacional” que vai se preocupar com essa outra chaga social – que além do mais afronta a condição humana do dependente que é tratado pelo traficante como caixa de dinheiro a ser exaurida até a morte?

    Assim como os bares, raves, etc continuarão abertos e sem controle, também as fronteiras da America Latina continuarão abertas e sem controle.

    Frente a calamidades como essas sempre os poderes públicos tem atuado no varejo, varejinho, varejão, enquanto isso o atacado fica livre, leve e solto.

  6. Aline
    terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 – 10:15 hs

    Um amigo meu não bebe porque dá sono, ele usa cocaína, nem precisa se preocupar com blitz!

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