Reforma Política empaca de novo | Fábio Campana

Reforma Política empaca de novo

Do Ilimar Franco, O Globo:

Discurso não faltou, mas a Câmara não vai votar a Reforma Política, ou ao menos parte dela, como prometeram os deputados. Não há pontos mínimos de consenso. Partidos médios, casos do DEM, PPS e PR, não querem o fim das coligações proporcionais, porque são, em muitos estados, sua garantia de sobrevivência. A maioria achou complexa a fórmula de distribuição dos recursos e o projeto não impede, na prática, o fim do caixa 2. Só impede a doação de dinheiro para candidatos ou partidos e permite que pessoas físicas ou jurídicas doem ao TSE, guardião dos recursos. Nada no texto garante que empresas deixarão de doar ilicitamente.


Um comentário

  1. Parreiras Rodrigues
    terça-feira, 18 de dezembro de 2012 – 16:03 hs

    O rapaz que toda tarde apanha um sanduiche e um pingado em casa, sandália de “prástico”, camisa “jacarécomeuagola”, já me disse que a reforma é prá deixar a política do jeito que tá.

    Concordo.

    E me disse que só se reformaria a política, se acontecesse coincidência de mandato, observância irrestrita à fidelidade partidária – mudou de sigla, dançou abestado – proibimento de qualquer reeleição que cargo público não deve ser encarado como meio de vida ou profissão e ainda o fim das coligações.

    Ou o partido existe ou não, nada de muletagem, de aluguel de sigla para somar horário na tevê, essas coisas que lembram o que a gente chamava de casuísmo.

    Também a diminuição de vagas em todos os níveis do Legislativo – municipá, estaduá e federá. E proporcionalidade também – O número dos componentes de uma bancada deve ser correspondente ao número de eleitores no estado.

    Por aí, o resto é bronha….

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