No horizonte dos tucanos | Fábio Campana

No horizonte dos tucanos

Do Ilimar Franco, O Globo:

A cúpula do PSDB está na expectativa de ter a mesma sorte do PT: não pagar nas urnas pelo julgamento do mensalão. Acontece que o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, quer julgar o quanto antes o chamado mensalão mineiro, que tem como réu o deputado e ex-governador mineiro Eduardo Azeredo.

O processo está na fase final de instrução. Tudo indica que o relator do processo será o jurista que for indicado pela presidente Dilma para substituir o ex-presidente do STF, Ayres Brito. Os tucanos estão apreensivos com a possibilidade do julgamento, do que poderia se chamar “o pai do mensalão”, ocorrer em 2014, ano da sucessão.


5 comentários

  1. Sociedade quer resposta
    terça-feira, 25 de dezembro de 2012 – 21:51 hs

    Joaquim Barbosa está certo. Não interese que cor tem a maracutaia. Quem faz lambança que pague o preço.

  2. Parreiras Rodrigues
    terça-feira, 25 de dezembro de 2012 – 22:20 hs

    Tem que ter esse julgamento, claro.
    Obrigatoriamente, inadiavelmente.

    É uma exigência da Nação toda.

    E que todos os condenados se encontrem vagando pelos corredores das penitenciárias. Como almas penadas, queimando “na profundas” como dizia minha vó Barrosa, a do cachimbo de barro.

  3. luiz*
    quarta-feira, 26 de dezembro de 2012 – 10:28 hs

    Do meu ponto de vista o Barbosa até agora tão ovacionado poderá ficar na história por esse favorecimento ao PSDB.
    Julgar o PT apressadamente durante uma eleição tudo bem! Porém não fazer o mesmo com o PSDB vai ficar na cara a bondade!
    Para ser justo ele teria que esperar 2014, lá pelo mês de março dar início ao processo.
    Para quem acha que fazer justiça é fácil?!!

  4. Anônimo
    quarta-feira, 26 de dezembro de 2012 – 20:34 hs

    Vamos ver como será o comportamento da imprensa sobre este assunto, pois foi lá que tudo começou…….

  5. Deutsch
    quarta-feira, 26 de dezembro de 2012 – 21:54 hs

    Pau neles Barbosão. O dirceu vai ter companhia na cadeia.

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