Câmara Municipal de Curitiba avalia a LOA para 2013 | Fábio Campana

Câmara Municipal de Curitiba avalia a LOA para 2013

Da Joice Hasselmann:

Os vereadores de Curitiba devem avaliar hoje, em primeiro turno, o projeto da Lei Orçamentária Anual para 2013. A proposta visa indicar onde e de que forma a Prefeitura deve investir os 5,98 bilhões de reais disponibilizados para administrar a cidade. Essas indicações são feitas através de emendas. Serão 618 que os 38 parlamentares irão incluir no projeto. Cada um tem previsto no orçamento, 600 mil reais em investimentos que não foram colocados no projeto elaborado pelo Executivo. Ao todo, 22,8 milhões de reais serão utilizados da reserva de contingência do município e que não devem ser especificados de que maneira serão aplicados.


2 comentários

  1. Igor
    terça-feira, 11 de dezembro de 2012 – 8:50 hs

    Apenas para fins de registro: quase ninguém se interessa por isto.

    É uma pena, pois a temática é fundamental para os investimentos orçamentarias e ações municipais ao longo de 2013, ou seja, o primeiro ano de gestão do Prefeito Gustavo Fruet e a nova legislatura da Câmara de Curitiba.

    Pergunto: quantos assessores da transição do futuro prefeito ou quantos futuros e novos vereadores eleitos participaram desta discussão?

    Quase nenhum. Isto é o reflexo da falta de conhecimento gerado pela falta de interesse neste campo vital para os serviços e obras a serem executados em nossa Capital.

    Espero, sinceramente, que os curitibanos e seus representantes mudem sua posição sobre o tema.

  2. Rodrigo
    terça-feira, 11 de dezembro de 2012 – 14:30 hs

    Muito mal escrita a “notícia”. Primeiro que os vereadores não estão a “avaliar” o PLOA 2013. Já avaliaram nas comissões. O que acontece hoje é a VOTAÇÃO do projeto.
    Segundo: a proposta estima a receita e fixa a despesa para o ano de 2013.
    Terceiro os recursos do orçamento para administrar a cidade não se dão através de “indicações através de emendas”. Os vereadores tem como prerrogativa emendar a proposta inicial do PLOA, e o farão de acordo com o teto financeiro estabelecido em comum acordo entre a prefeitura e as lideranças dos partidos com representação na câmara.
    Quarto, é mentira quando se afirma que “22,8 milhões de reais serão utilizados da reserva de contingência do município e que não devem ser especificados de que maneira serão aplicados”. Devem ser especificados de que maneira serão aplicados sim!! Se não houver a especificação as emendas se tornam ilegais e portanto não podem ser cumpridas.
    Ou é desinformação ou má fé da escriba do texto.

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