Rossoni manifesta pesar pelo falecimento de Ítalo Conti | Fábio Campana

Rossoni manifesta pesar pelo falecimento de Ítalo Conti

Faleceu nesta quarta-feira (7), em Curitiba, o general Ítalo Conti. Tio-avô do deputado estadual Alexandre Curi, Ítalo Conti participou da campanha da Força Expedicionária Brasileira na Itália e teve forte atuação na política paranaense. “Foi deputado federal por três legislaturas e secretário de Segurança Pública no primeiro governo Ney Braga. E, apesar da participação no golpe militar de 1964, sempre tratou com respeito os adversários à época”, destacou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), ao manifestar o seu pesar pelo falecimento.

Ítalo Conti destacava sua postura naquele período. Afirmava que, como secretário da Segurança Pública do Paraná em 1964, só determinou a prisão dos comunistas – ou tidos como comunistas – quando havia solicitação expressa do Exército nesse sentido. E sempre sem exageros de força ou maus-tratos. “O próprio Agliberto Azevedo, oficial que participou da Intentona em 1937 e que, em 1964, dirigia o PCB no Paraná, ao ser preso, mereceu tratamento respeitoso. Determinei que tivesse uma cela própria no presídio do Ahú, com o conforto possível, comida de boa qualidade. Cheguei a visitá-lo, levando-lhe até um exemplar da Bíblia. E acredito que soube reconhecer isto, pois de vez em quando o Amaral (conhecido e simpático ativista comunista), transmite-me sempre que o encontro, saudações do Azevedo”, contou o general ao jornalista Aramis Millarch, em entrevista em 1988.


10 comentários

  1. nelio
    quarta-feira, 7 de novembro de 2012 – 17:04 hs

    Certamente este iletrado e aculturado esperou as publicações para ter ciência de quem foi Italo Conte, esta nota foi um ‘recorta e cola’ declarado.

  2. Vitor Hugo
    quarta-feira, 7 de novembro de 2012 – 17:21 hs

    Esse cidadão, cujo pai chamava-se Rigolleto Conti, em um dos
    primeiros atos como secretário de segurança, na época chefe de
    polícia no governo Ney Braga, foi colocar a polícia militar a metralhar
    minha casa, isso foi no dia 12 de março de 1961. Felizmente para
    mim e minha família meu pai mandou tres desses comandados dele
    para a vala.

  3. Jorge
    quarta-feira, 7 de novembro de 2012 – 17:55 hs

    Hahahaha. Durma com um barulho desses…

  4. Cristiano Mazalli
    quarta-feira, 7 de novembro de 2012 – 18:47 hs

    Me admira, e digo mais, e a primeira vez em toda minha vida que ouço alguém falar mal do General Ítalo Conti. Prova maior do desrespeito, e a ignorância de alguém que se digna a postar um comentário esdrúxulo como este em um dia de muita dor para os familiares e amigos deste homem que honrou a farda Brasileira na 2 guerra mundial, participando ativamente da tomada de Monte Castelo, deste homem que defendeu nosso estado dos bandidos como secretario, e por fim que construiu uma família maravilhosa, ao lado de sua esposa, dona odetinha. General, que Deus o tenha, hoje, e sempre. Pode saber que jamais esquecerei dos momentos que convivemos juntos, morando no mesmo edifício e das caranguejadas de verão. De alguém que te admira muito.
    Vai com Deus!!!

  5. Felipe Guimaraes
    quinta-feira, 8 de novembro de 2012 – 2:13 hs

    Me admira muito esse Colunista deixar ser publicado um comentário desses de UM GRANDE HOMEM, pois nao foi so um GRANDE exemplo de Homem de família mais Também Homem publico !!!

    Esse Vitor Hugo, NAO merece nem ter perdido meu tempo em comentar o que falou do General Italo Conti, mais esse sim merece e muito ser defendido como ele mesmo nos defendeu na Guerra do Monte Castelo !!!

    Que Deus o receba com muito carinho …

  6. Dr. Primogênito
    quinta-feira, 8 de novembro de 2012 – 8:38 hs

    uiuiui!!!! Será que o Rossoni emitiu a nota ao lado da miss???? kkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  7. gabriela
    quinta-feira, 8 de novembro de 2012 – 8:39 hs

    Felipe e Cristiano, vocês como pessoas civilizadas devem no mínimo respeitar a opinião de todos. Se as suas experiências com o Gal. foram positivas, o mesmo não aconteceu com o Vitor Hugo e sua família e assim como voces ele tem todo o direito de se manifestar, mesmo que vocês discordem. Somente quem passou por algum momento de violência, seja ela motivada pelo que for é que pode avaliar o trauma que isto acarreta. Não é porque uma pessoa teve carreira militar, médica, acadêmica, jurídica, que ela está isenta do cometimento de erros e possíveis falhas. Temos que avaliar as circunstâncias do fatos antes de apontarmos o dedo para os traumas alheios.

  8. Neto
    quinta-feira, 8 de novembro de 2012 – 9:26 hs

    Por nos ter defendido…colocado sua vida a disposição de todos nós para que possamos viver em um país livre, esse grande brasileiro merece todo nosso respeito.
    Por certo, em um país realmente sério como a América do Norte, este herói teria um enterro digno do seu destaque como cidadão que defendeu a democracia e o mundo livre em uma grande guerra. A nós, cabe o profundo respeito e o luto pela memória do herói ìtalo. General que honra o Brasil, como todos os demais das nossas amadas Forças.

  9. quinta-feira, 8 de novembro de 2012 – 12:10 hs

    O seu Rigoleto Conti, éra visinho e amicíssimo de meu pai Manoel Bindi- Ferroviário em União da Vitória. Quando Adélo e Italo embarcaram para a Itália, defender a nossa bandeira brasileira, juntamente com os demais ex febiano das cidades gemeas, por quase 3 anos, foram só tristezas, pior para os que não voltara… Na volta e pelos campos do militarismo Adélio e Italo honraram por todo o sempre a verde-oliva. Nos acontecimento de 61 a 64… muitas foram as artimanhas de subversivos em promover atentados contra suas próprias ocupação que davam nomes de núcleos, afim de incentivar a população contra as ordens, e até mortes entre eles, afim de confundir o povo brasileiro. Graças a Revolução podemos ter a Democracia plena, inclusive o Mensalão onde ladroes do erário público podem se defender e esperar a punição livremente. Metralhar um casa sem nimguem dentro já é um indicio de Terrorismo artificial. Jamais aceitarei tal assintese a memória do General Italo Conti, esse piá deveria escrever essa m. quando êle estava vivo , ou no escritório, ali no Edificio Asa. Edison Bindi Militar da Reserva (PMEPr.)

  10. sserginho
    domingo, 17 de fevereiro de 2013 – 11:18 hs

    Interessante ver comentarios tão divergentes. De um lado aqueles que amam, de outros o ódio. Todos, são depoimentos que atingirão o sr. Italo, onde quer que ele esteja nesse momento: para o bem ou para o mal.
    Em tempo: Só faltou o sr. Edison dizer que as centenas de pessoas que foram torturadas, estavam na verdade “mentindo” só para confundir a sociedade da época.

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