País da matança | Fábio Campana

País da matança

Do Giba Um:

O Brasil não é apenas o país do futebol, da cerveja e do carnaval: é. igualmente, o país da matança. Nesse período de guerra entre o PCC e a Polícia Militar, registraram-se 145 mortes, sendo 90 de policiais. Ao mesmo tempo, as estatísticas sobre assassinatos em todo o país ultrapassam a marca de 50 mil pessoas por ano, o que significa 137 brasileiros assassinados por dia. Não existe guerra no planeta que produza tantas mortes, incluindo-se Iraque, Angola, Chechênia e outras tantas. Há pouco, no Bom Dia, Brasil, informava-se que Fortaleza havia batido um recorde: 800 pessoas assassinadas em 90 dias. Se forem incluídas nessas trágicas estatísticas, as 217 mortes diárias no transito, o país teria 354 mortes violentas por dia.


8 comentários

  1. fiscalde realeza
    sexta-feira, 9 de novembro de 2012 – 20:11 hs

    governos do psdb só da nisso aqui no parana depois que o beto assumiu aumentou os crimes em quase 50% agora graças a deus dimunuiu um poco
    mas nos temos um governador que só sabe tirar ferias esse ano ja sao treis ferias e o ano nem acabou
    enquanto isso os bandidos fazem a festa

  2. Zangado
    sexta-feira, 9 de novembro de 2012 – 21:16 hs

    Um país onde a bandidagem pode ter todas as regalias nos presídios (ou que nome se deem para essas universidades do crime) e onde o aparato de “inteligência cibernética-tecnológica” governamental (em todas as esferas) não consegue controle de um simples celular na mão de um “chefe” do crime – conforme denunciado pela promotoria em São Paulo (em São Paulo, não em outro estado menos “aparelhado”) – pode-se esperar o que?

    Jogam-se todos os trunfos de segurança pública no varejo enquanto o crime nada de braçada no atacado – fronteiras abertas da america latrina por onde entram drogas, armas e passam criminais quando e onde querem.

    Mas agora o ministro de Brasilia com o governador de São Paulo criaram uma agência – uma a-g-ê-n-c-i-a – agora vai …

  3. CASA DA MÃE JOANA
    sexta-feira, 9 de novembro de 2012 – 23:13 hs

    Fabio!
    Se o PSDB sabe que tu falas em guerra do PCC eles te pegam.
    Entendeu?!
    É o que os da segurança de lá mais negam.

  4. professor
    sábado, 10 de novembro de 2012 – 8:57 hs

    Adivinhão…
    O brasil nunca foi um país, porque pra ser país tem de valer o estado de direito, 100%, e aqui não vale é m. nenhuma.
    o brasil é um campo de extermínio de pobres, pretos, putas, e de ignorantes.
    é o reino da corrupção endèmica.
    brasília é o maior prostíbulo do mundo, tocado a dólares roubados, uísque, churrasco, cocaína e prostitutas de confiança.
    os USA tem de invadir esta m. e destruir esta m.
    o brasil tem de ser reconstruído, pelo bem das próximas gerações.
    este que está aí falhou 100%.

  5. helena
    sábado, 10 de novembro de 2012 – 9:01 hs

    É uma vergonha para os governantes deste País, que têm a mais alta tributação mundial, arrecada trilhões, e grande parte desta é desviada pela corrupção e outras modalidades de desvios dos cofres públicos pelos próprios políticos que o governam, e só poderia acontecer isso: DAÍ FALTA INVESTIMENTOS PARA SEGURANÇA PÚBLICA, EDUCAÇÃO, SAÚDE PÚBLICA, ETC, ETC, ETCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCCC

  6. Viezzer
    sábado, 10 de novembro de 2012 – 9:30 hs

    Nos últimos 10 anos, o nosso Brasil registrou 1 milhão de homicídios…Vale mais uma estrela na camisa da seleção…

  7. Calma Lá Fábio!
    sábado, 10 de novembro de 2012 – 9:34 hs

    Não é país, Fabio!!! É Estado da Matança, Fábio : São Paulo.

  8. QUESTIONADOR
    segunda-feira, 12 de novembro de 2012 – 9:10 hs

    -Há tantas mortes porque as leis são fracas não atendem ao interesse da comunidade. Para a polícia só resta esta alternativa, pois é recebida de forma violenta.
    -É incompreensível vermos mortes de policiais e da população, que tem por missão proteger a sociedade e serem setenciados por ordens de criminosos presos em presídios públicos e com todas as regalias possíveis. O presídio precisa mudar o nome para colônia de férias!!!!
    -As leis precisam ser mais duras e secas, e devem acabar com a barganha de penas na justiça e com segmentação de julgamentos.

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