Comissão vai relatar projeto de Francischini | Fábio Campana

Comissão vai relatar projeto de Francischini

Do Felipe Patury, Época:

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS) avisou ao deputado Fernando Francischini (PEN-PR) que pretende instalar uma comissão especial para apreciar seu projeto de lei que endurece as regras dos presídios federais. Alvo de um plano confeccionado por presos para matá-lo, Francischini quer dificultar a comunicação entre presidiários de alta periculosidade nas cadeias brasileiras. Marco Maia disse-lhe que já está recebendo indicações dos líderes das bancadas para compor e instaurar a comissão.


11 comentários

  1. sexta-feira, 30 de novembro de 2012 – 18:53 hs

    Alunos de formação da PM denunciam condições precárias de ensino no 13° Batalhão

    http://www.aprapr.org.br/2012/11/30/alunos-de-formacao-da-pm-denunciam-condicoes-precarias-de-ensino-no-13-batalhao/

  2. Joceli
    sexta-feira, 30 de novembro de 2012 – 18:55 hs

    E hoje é possível criminosos de alta pericolosisado, baixa ou média se comunicarem???? Virou gesta nos presídios brasileiros?

  3. Jack
    sexta-feira, 30 de novembro de 2012 – 18:58 hs

    Caro Fábio:

    Sugestão de postagem para você.

    Dilma diz que respeita contratos, ao vetar distribuição de royalties do petróleo.

    Já nas concessões das hidrelétricas, não respeitou contrato algum.

    O PT respeita o que lhe interessa, ou seja, não respeita nada e manipula as coisas conforme sua conveniência.

  4. Zacs
    sexta-feira, 30 de novembro de 2012 – 19:09 hs

    Engraçada a “dureza” do “ex”-delegado e atual deputado: apresenta projetos que trazem mais rigor para os regimes prisionais, mas, de forma contraditória, apoia projeto que retira do Ministério Público a possibilidade de investigar crimes, deixando esta tarefa, unicamente, para a polícia. Claro que, como “ex”-delegado, é natural que puxe a sardinha para o seu lado. Mas, hoje, é representante eleito do povo e deve atender às necessidades sociais. E, convenhamos, deixar a investigação de crimes – de homicídios, furtos e roubos até crimes do colarinho branco – nas mãos de uma só pessoa não é o anseio social que se nota por aí. Ainda para a polícia do jeito que se apresenta hoje: subordinada ao Presidente (se federal) ou ao Governador (se civil ou militar). Há tempos que deputado se mostra mais um dentre tantos. Aparência. Fachada. Que desserviço.

  5. Roberto
    sexta-feira, 30 de novembro de 2012 – 20:46 hs

    A hora que o FERNANDINHO sair de um presidio desses ai, e pegar a familia desse barbudo MAIA, quero ver se ele vai querer fazer comissão para estes tipos de coisa………..É O FIM DO MUNDO…………………………….

  6. Viezzer
    sexta-feira, 30 de novembro de 2012 – 22:08 hs

    Eu valorizo muito a coragem do Deputado Fernando Francischini, pena que a nossa sociedade só reconheça quem corre atrás de uma bola…

  7. olhar clínico
    sábado, 1 de dezembro de 2012 – 1:25 hs

    Desanimei tb Viezzer

  8. Romão Miranda Vidal
    sábado, 1 de dezembro de 2012 – 6:31 hs

    Menos deputado. Não se coloque acima de tudo e de todos. A bandidagem não está a sua procura, não és tão valioso assim. Deixe de se promover e trabalhe mais. Qualquer pé de chinelo sabe que atentar contra a vida deste ou daquele parlamentar em que nível for, estará dando um tiro no pé.O parlamentar não tem a significância para o mundo do crime em relação a quanto pesa. Menos endomarketing, menos publicidade, menos galhofas e mais trabalhos práticos.

  9. Parreiras Rodrigues
    sábado, 1 de dezembro de 2012 – 10:11 hs

    Um deputado toma as nossas dores e atiça uma ala da torcida, aquela que aplaude a bandidagem.

  10. Aparecido
    sábado, 1 de dezembro de 2012 – 17:14 hs

    Eh isso ai Deputado, com este teu maravilhoso projeto de deficultar a vida dos pressos de alta periculosidade, vc tem que se cuidar por que eles infelizmente mesmo dentreo de presidios federais tem acesso a comunicação aqui fora. cuidado nobe Deputado!!!!!!

  11. Rômulo
    sábado, 1 de dezembro de 2012 – 22:04 hs

    O Zaes disse tudo..
    Contradição lamentavelmente inegável e extremamente inconveniente para a sociedade civil retirar poderes de investigação constitucionais do MP. Por quê?

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