Beto exclui aposentados e pensionistas atuais do plano previdenciário | Fábio Campana

Beto exclui aposentados
e pensionistas atuais do plano previdenciário

O governador Beto Richa determinou, hoje, aos técnicos da Paraná Previdência e da Secretaria de Administração, a exlusão dos aposentados e pensionistas do novo plano de previdência que será encaminhado à Assembleia.

Interessa a 22 mil pessoas no plano de previdência atual que ganham acima de R$ 3.916,00 por mês.


14 comentários

  1. Eu li
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 12:59 hs

    Salarios baixos, espera-se a vida toda e quando pensa em se aposentar leva uma bomba, espero que o senhor governador do paraná tenha em mente que os servidores do estado os já aposentados e aqueles que estão a beira da mesma, não venham a ter um desconto que podera levar a uma consequencia desastrosa aos aposentados e os que esperam aponsentadoria para 2013

  2. Kacetada
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 14:02 hs

    Significa que eles não vão pagar a contribuição do inativos continuado isentos? Quer dizer, Beto segue o seu mestre Requião. É isso?

  3. Beyt
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 14:28 hs

    Num assunto puramente técnico e de uma multiplicidade de interpretações, compartilho, com autorização deste blog, este texto também elucidativo, juntamente com a referência onde ele se encontra de forma completa:

    “Criação artificial da crise da Previdência: os 4 aspectos”

    …()O primeiro aspecto dizia respeito aos escândalos de corrupção envolvendo o sistema. Desde as grandes negociatas no atacado, até os pequenos delitos relativos a pagamento de pensões indevidas, óbitos não comunicados, licenças sem base médica justificada e similares. Ora, eram casos que diziam respeito à nossa natureza cultural, à forma particularmente tupiniquim de estabelecer a relação com o poder público. Tinha pouco a ver com a sustentabilidade do regime previdenciário, do ponto de vista de seu equilíbrio atuarial e financeiro. A resposta para esse tipo de dificuldade passaria por medidas de fortalecimento na fiscalização, maior rigor na punição e mais transparência nas informações()..().O terceiro aspecto consistia na soma agregada das despesas de regimes previdenciários completamente díspares, como o RGPS e os regimes próprios de previdência dos funcionários da União, dos Estados, dos Municípios e dos militares. Por se tratarem de modelos completamente distintos, os valores também destoavam. O INSS sempre apresentou um valor médio de benefícios bem baixo, quando comparados aos valores pagos aos aposentados e pensionistas da administração direta. Além disso, o Estado tampouco recolhia simbolicamente às contas dos fundos dos regimes próprios à sua cota parte como empregador. Assim, as contas estavam sistematicamente deficitárias()…
    In:
    http://gilsonsampaio.blogspot.com.br/2012/11/pelo-fim-do-fator-previdenciario.html
    acesso em 26/11/2012

  4. sempre o mesmo
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 14:28 hs

    Segue insistindo no mesmo erro do Requião, grande “Choque de Gestão!”

    Foi só perder a eleição de Curitiba para o PSDB local virar populista!

  5. Jose Maria Correia
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 14:39 hs

    Parabens ao Governador, a cobrança de aposentados, órfàos e viúvas em nada resolveria o déficit atuarial e é injusta e ilegítima já que instituída sob a égide do mensalão com a emenda const. 41/2003 conforme sentencciou o STF. Ganhamos açao da Paranaprevidencia no Supremo por unanimidade em cautelar o direito de não recebermos sançoes por não cobrar essa contribuição e o Estado não será prejudicado em repasses de verbas ou obtenção de empréstimos que pleitear. Existem várias emendas constitucionais em trâmite para revogar a 41 , como disse o Min. Marco Aurelio, lei que retroage para prejudicar direito adquirido é fascismo.

  6. cleto tamanini
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 14:59 hs

    “ROMBO DA PARANAPREVIDÊNCIA: ESTADO CALOTEIRO QUER SAQUEAR APOSENTADOS”

    MAIS UMA CONTRA OS APOSENTADOS?

    Certamente querem que eles esqueçam as doenças, causadas muitas vezes pelas próprias mazelas dos governos, e morram com mais facilidade, de “banzo”…

    Não é possível que um governo como o do Beto Richa, que tem sido bastante atencioso com o funcionalismo público, venha a se conspurcar com atitudes dessa natureza, aumentado a contribuição dos ativos de 10 para 11%, e passe a exigir esses 11% também dos aposentados!!! REQUIÃO, COM CERTEZA, DEIXARÁ MUITAS SAUDADES…

    Mas, onde estão e o que fazem os representantes dos servidores públicos, e também o(s) nosso(s) da Fazenda, junto à Paranaprevidência?

    Como pode alguém (Secretário da Administração) vir, de repente, a público, e não só dizer dos problemas da Paranaprevidência, mas apresentar (fala que é de forma categórica) projeto de lei espoliativo para resolver esses problemas?

    Não, não pode ser assim. É uma questão que tem que ser muito discutida, mas muito mesmo. Mas é preciso se mexer. Ora, meter a mão do bolso dos outros, ainda mais dos aposentados, é assaltar, saquear. Se for para pagar, que paguem primeiro os caloteiros e os maus administradores: o Estado, e quem o usou para desviar recursos da Paranaprevidência.

    Primeiro é preciso analisar muito bem o parecer dos Técnicos do Tribunal de Contas e depois outras análises têm que haver.

    Os nossos representantes são técnicos na área? Se não forem, as Entidades de Servidores Públicos (Forum) têm que contratar pessoas que entendam do assunto.

    Esse Projeto proposto pela Secretaria da Administração, segundo matéria que lemos na Gazeta do Povo de 22.11.12, visa “evitar que o deficit técnico (diferença entre o que se tem em caixa e o que seria necessário para pagar os benefícicos futuros) aumente e comprometa o Estado, o que seriam necessários, para isso não acontecer, cinco milhões a mais por mês”.

    ALGUMAS ANÁLISES:

    1. A Paranaprevidência sempre foi, e ainda é, uma incógnita, para não dizer uma “caisa-preta”.

    2 . Por isso, não é um simples parecer que deve determinar, de chofre, e ainda de forma explorativa, porque muito simples taxar os aposentados, mas, sim, auditorias sérias, com gente especializada.

    3. Se houver necessidade de aportes, após essas e amplas auditorias, que se cobre do Estado o que usou (dizem chegar hoje perto dos oito bilhões) para atender demandas políticas, e não fez a reposição dos recursos desviados.

    4. Quem dá suporte à Paranaprevidência, mensalmente, no frigir dos ovos, é a CONTA 100, ou seja, o Caixa do Estado, segundo afirmava a todo instante o ex-Diretor Geral da Fazenda, Dr. Nestor Bueno (in memoriam), que ocupou o cargo por três gestões (12 anos).

    5. O que mais compromete o Estado são os Benefícios Fiscais, dados desbragadamente, ao ponto de não se saber o quanto se deixa de arrecadar mensalmente por essas concessões.

    6. Em 2009 fizemos um levantamento de um benefício fiscal (só de um porque a Empresa tem vários) concedido já em 2006, e constatamos que a necessidade da Empresa de 2006 não existia mais em 2009, e nesse ano de 2009 a Empresa deixou de arrecadar 12 milhões, ou seja, mais de quinhentas casas populares deixaram de ser construídas. E quando Diretor da Coordenação da Receita do Estado, no final de 2010, solicitamos um novo estudo, sobre o mesmo benefício fiscal, e as conclusões foram as mesmas, mas, ao invés do benefício ser cancelado, a Empresa foi buscar novos benefícios no novo governo.

    7. Há Empresas de Economia Mista que deviam milhões (e provavelmente continuam devendo) em Autos de Infração já julgados na esfera administrativa, de forma definitiva, e o Estado, majoritário, não exigia (é preciso ver o que se faz hoje a respeito) o recolhimento e nem criava obstáculos para que os valores fossem recolhidos, e assim os processos iam para a justiça, onde se estendem por anos e anos, e não se sabe se no fim há recolhimentos.

    8. Podemos citar outros, mas o mais importante é saber que a realidade mostra que não apenas cinco milhões, mas muito mais, é possível arrecadar para a Paranaprevidência, se atitudes forem tomadas com decisões e vontades imparciais.

    CONCLUSÕES:

    Alternativas há, sem que se venha espoliar, novamente, os aposentados.

    Para essa questão dos Benefícios Fiscais é necessário fazer deles “tábua rasa”, e iniciar novos processos de concessão, com mais critérios, mais exigências e acompanhamentos efetivos.

    Todo mundo está perdido na questão Benefício Fiscal: o Sindafep tentou levantar valores, em 2009, mas só conseguiu fazer uma listagem, muito longa, por sinal, de todos os benefícios concedidos. E em 2010 solicitamos um levantamento na CRE, de valores, e não foi possível, tantas as nuances que eles possuem. Então, o negócio é fazer mesmo “tábua rasa”.

    A arrecadação tem que ser buscada. Damos um exemplo, apenas um: a arrecadação do mês de dezembro é sempre inferior à do mês de janeiro do mesmo exercício e isso nos desafiou (em 2010) – com meia dúzia de atitudes arrecadou-se em dezembro 200 milhões a mais que o previsto, cuja previsão já havia sido aumentada em maio, quebrando esse tabu de que dezembro é sempre inferior a janeiro.

    Não vamos nos estender mais – o que é preciso é se mobilisar, e se as Entidades não o fazem, façamo-lo nós, porque quem acha que pode dormir sempre em berço esplêndido, poderá , mais dias, menos dias, dormir em colchão duro, e daí será tarde reclamar de dores nas costas.

    Abraços!

    Cleto Tamanini – Auditor Fiscal de Tributos Estaduais
    Ex-Diretor da CRE
    Pres. da AFISGUAR/PR

  7. J PILOTTO
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 16:56 hs

    Parabéns Governador pela sábia e acertada decisão e atitude.

  8. CLOVIS PENA -
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 17:08 hs

    Fez bem o governador.
    Solução simples esta de aumentar os descontos dos indefesos aposentados. Tão simples que cria uma indagação quanto ao interesse em corrigir as reais causas dos históricos problemas de gestão do setor.
    Parabéns governador.

  9. José Jordão
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 17:22 hs

    Por essas e outras atitudes sou sempre Beto Richa. Parabéns Governador pela Justiça administrativa em favor dos servidores aposentados e pensionistas.

  10. Luana
    segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 21:19 hs

    SE ELE FIZER ISTO TA FERRADO NAS PROXIMAS ELEIÇÕES. TODO MUNDO JA TA P. COM ELE , SE PREJUDICAR MAIS GENTE , PERDE A ELEIÇÃO

  11. segunda-feira, 26 de novembro de 2012 – 22:36 hs

    Beto Richa a Paranapreviencia deveria ser extinta e rertornar par o Estado como era o extinto IPE. Vamos continuar pagando, as benecias dos funcionarios da paranaprevidencia. Vale transporte, vale refeição, diárias altas, assist. médica deles, mordomias, etc, coisas que os funcionarios do IPE não tinham. Se um dia a Paranaprevidencia acabar o Estado vai ter que arcar com tudo.

  12. terça-feira, 27 de novembro de 2012 – 17:59 hs

    Muito bem Governador, é muito sensato da sua parte. Para que criar problemas juridicos para o Estado. Isso era prática do antigo que só gerou trastornos. Parabéns

  13. CLOVIS PENA - Reconsiderando
    terça-feira, 27 de novembro de 2012 – 18:10 hs

    Reconsidero meu comentario acima. O procedimento teve como causa uma decisão liminar obtida pelo governo anterior no Supremo Tribunal Federal. A equipe precisa mostrar alternativas viáveis, incluindo a forma de integralização de todos os haveres da previdência do Estado.

  14. CLOVIS PENA - ?
    quarta-feira, 28 de novembro de 2012 – 11:02 hs

    Reconsiderando, acima.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*