Três urnas serão auditadas por votação paralela | Fábio Campana

Três urnas serão auditadas por votação paralela

Na foto acima, funcionários da Justiça Eleitoral catalogam as urnas eletrônicas de Curitiba. Lacradas e separadas, serão entregues nas zonas eleitorais do Estad. (Rodolfo Buhrer/Fotoarena/AE).

A votação paralela é um sistema de auditoria das urnas eletrônicas que atesta o correto funcionamento dos seus programas. No Paraná, três urnas serão selecionadas para a auditoria pelo juiz Roger Vinícius Pires de Camargo Oliveira, presidente da Comissão de Votação Paralela.

O juiz sorteará as urnas utilizadas, uma da capital e duas do interior, a partir das 9h deste sábado no TRE. Os cartórios eleitorais providenciarão sua substituição para possibilitar que os eleitores dessas três seções possam votar normalmente.

O procedimento da Votação Paralela consiste na inserção de votos preenchidos previamente por representantes da sociedade em urnas sorteadas para posterior verificação. No encerramento da votação, o resultado obtido em cada uma das urnas eletrônicas é comparado com o resultado obtido no Sistema de Auditoria, que também é alimentado com os mesmos votos. Assim é possível verificar se o sistema computa os mesmos votos inseridos nas urnas.

A auditoria do funcionamento das urnas eletrônicas, que acontece desde 2002, é organizado por uma comissão e conta com a participação de partidos políticos, Ministério Público Eleitoral e entidades representativas da sociedade.


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