Nomes diferentes chamam atenção de eleitores | Fábio Campana

Nomes diferentes chamam atenção de eleitores

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Nos últimos dias a Band News tem ouvido os candidatos com nomes inusitados às eleições deste ano. Depois de Clark Crente, o herói evangélico, vamos conhecer JJ da Nossa Cauma Brasil, Mestre Pop e Chico Fantasma.  A candidatura registrada de forma mais intrigante é de JJ da Nossa Cauma Brasil. O candidato Jorge Jacques Nunes explica o motivo.

Chico Fantasma também anda assustando os eleitores com o nome escolhido para o registro da candidatura, mas garante que a escolha não tem nenhuma relação com uma possível contratação de funcionários que nunca aparecem para trabalhar.

No ritmo dos nomes inusitados, um mestre de capoeira entrou na roda.   Adilson Alves, o Mestre Pop, coordena um projeto que atende mais de mil crianças em escolas públicas e conta com os votos da comunidade

Para o consultor em Marketing, Eloi Zanetti, os nomes diferentes funcionam para atrair a atenção do eleitor, mas não garantem o voto.

O eleitor acaba sendo atraído pelos nomes curiosos e pelas estratégias inusitadas, mas não deve se deixar levar pelo carisma dos candidatos. O importante é avaliar às propostas de cada um.


4 comentários

  1. antonio carlos
    sexta-feira, 20 de julho de 2012 – 18:20 hs

    Já não basta aquela gentalha que está lá na Câmara e vem outra aí que promete até ser pior. Que horror nos espera a composição da nova Câmara. ACarlos

  2. sergio silvestre
    sexta-feira, 20 de julho de 2012 – 18:31 hs

    tINHA QUE SER DO PARTIDO DE ALUGUEL DO LIMPINHO.
    vAI QUEIMAR OU DAR GAZ A CORRUPÇÃO?

  3. Bola Mucha
    sexta-feira, 20 de julho de 2012 – 18:31 hs

    juntos seremos um só peido!!!

  4. Filet Mignon
    sexta-feira, 20 de julho de 2012 – 18:54 hs

    A cada eleição observamos que a seriedade frente à importância dos cargos não segue na mesma proporção. Evidentemente que não sou elitista ou pretensioso ao ponto de que fosse exigida dos candidatos, pelo menos, uma formação secundária. Este não é o problema. O maior problema é que a concorrência aos cargos eletivos na atualidade perdeu o glamour de outras épocas, quando vereadores não tinham salários, e as famílias tradicionais tinham orgulho de ter representantes na disputa. O que vemos hoje é de entristecer… Não existe o “glamour”… Não existe ética… Muito menos competência da maioria dos candidatos. Os partidos se deixam levar na escolha de seus candidatos pela capacidade financeira, pelo “pitoresco” da representação social. Isto quer dizer que o produtor das mercadorias (partidos políticos) é os grandes culpados. Oferecem-nos o que há de pior em qualidade, competência, formação. E nós somos obrigados a votar. Pelo menos a Lei nos deveria assegurar o direito de que o voto fosse voluntário, sem qualquer obrigatoriedade.

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