Movimento "A Sombra do Imposto" lança cartilha sobre corrupção | Fábio Campana

Movimento “A Sombra do Imposto” lança cartilha sobre corrupção

O movimento A Sombra do Imposto, articulado pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e apoiado por 40 entidades representativas do Estado, inicia oficialmente nesta quinta-feira (12) sua terceira fase. Será apresentada uma nova cartilha que conscientiza a população sobre a necessidade de mudanças no sistema tributário e fiscal brasileiro. Desta vez, a publicação tem como tema a corrupção, mostrando seus efeitos sobre a carga tributária do País.

O lançamento oficial da nova cartilha acontece a partir das 14h30 desta quinta, na sede do Sistema Fiep no Jardim Botânico, em Curitiba, durante reunião do Conselho Temático de Assuntos Tributários da Fiep. O presidente da entidade, Edson Campagnolo, estará à disposição para atendimento à imprensa.

O encontro também discutirá a proposta de criação do Código Nacional de Defesa do Contribuinte. Em tramitação no Congresso Nacional, o projeto regulamenta e torna mais equilibrada a relação entre fisco e contribuintes. O debate terá a presença do senador Armando Monteiro (PTB/PE), que é relator da proposta no Senado Federal.

No início deste ano, o Conselho de Assuntos Tributários criou um grupo de trabalho, composto por advogados especializados em questões tributárias, para analisar o projeto de lei. O grupo elaborou diversas propostas para aprimorar o texto, que serão apresentadas e debatidas com Monteiro.

O movimento – Iniciado em outubro de 2010, o movimento A Sombra do Imposto já distribuiu 1,8 milhão de exemplares das duas edições anteriores da cartilha. A primeira mostrava, de forma simples e didática, que todo cidadão paga altos tributos em cada produto que compra ou serviço que contrata, demonstrando o caráter onipresente da “Sombra do Imposto”. A segunda edição, lançada em maio de 2011, destacava a maneira como o dinheiro arrecadado com tributos é gasto pelos governantes, afirmando que é direito de todo contribuinte cobrar o devido retorno em serviços públicos de qualidade.

Agora, na terceira fase, o movimento aborda o fato de que boa parte dos recursos arrecadados por meio de tributos é desviada pela corrupção, concluindo que o combate a esse problema é uma das soluções para que o País tenha uma carga tributária mais justa.


9 comentários

  1. Filet Mignon
    quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 11:37 hs

    Quando sairá a cartilha de Defesa do Eleitor?
    Quanto sairá a Lei que exija dos partidos políticos maiores critérios para aceitarem as candidaturas?
    Quando sairá a Lei que instituirá o Voto Distrital Misto?

  2. luiz
    quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 12:30 hs

    QUANDO SE FALA EM CORRUPÇÃO ESTAMOS FALANDO DE DOIS POLOS, ATIVO E PASSIVO, ONDE A VÍTIMA É A SOCIEDADE.
    INTERESSANTE QUE A FIEP TENHA LEVANTADO ESTA BANDEIRA É UM BOM SINAL, POIS O MAIOR FATOR DE DESIQUILIBRIO NAS RELAÇÕES DE MERCADO, ADVÉM DA CORRUPÇÃO.
    CONCORRÊNCIAS, IMPOSTOS, AUTORIZAÇÕES AMBIENTAIS, ETC…
    QUALQUER PRIVILÉGIO OFERECIDO POR AGENTE PÚBLICOS ATINGE BRUTALMENTE A LIVRE CONCORRÊNCIA.
    QUEM SABE O EMPRESARIADO ESTEJA CONVENCIDO A FAZER MUDANÇAS RADICAIS NA CULTURA TRADICIONAL DOS NEGÓCIOS!
    SENDO ASSIM MEUS PARABÉNS

  3. silvajr
    quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 13:15 hs

    Quando sairá a cartilha da SONEGAÇÃO? Quanto dinheiro esses empresários moralistas sonegam? demóstenes era mais um moralista.

  4. salete cesconeto de arruda
    quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 13:33 hs

    Mas tem que dizer quem da bancada não quer a mudança – E POR QUEM SÃO FINANCIADOS.
    Sem ESQUECER de dizer a todos – quem mais sonega impostos no Brasil – para que tudo fique bem claro.

  5. Anônimo
    quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 14:00 hs

    Presidente que vive as custas da entidade nao tem moral para denunciar coisa alguma.

  6. Anônimo
    quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 14:01 hs

    Cartilha pelo fim da contribuição sindical obrigatória.

  7. antonio carlos
    quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 19:43 hs

    Que papo mais furado este. Odeio esta choradeira de custo Brasil, de alta carga tributária, e as empresas sempre crescendo. Se a carga tributária não fosse como está o SUS não exisitria, o Bolsa-família também não, o Governo não poderia reduzir o IPI dos possantes zero quilometro. Mas isto os chorões não falam, e por que não? Porque na hora de não gastar com aquele remédio caro, importado, indicado pelo seu amigo médico, correm para pegar o seu lá na Farmácia. E ainda reclamam que demora. ACarlos

  8. sergio silvestre
    quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 20:22 hs

    Hoje vou discordar do SILVA JR,companheiro e colega.
    Está mais dificil sonegar,para não dizer impossivel.
    O governo PT,aparelhou as prefeituras e todas as instituições
    arrecadadoras,porisso que o brasil nunca arrecadou tanto.
    E quem ficou a frente disso,foi nossa GLEISE ,modernizou a maquina do MS,de ITAIPU e LONDRINA e esparramou pelo brasil.
    Hoje por sistema on line,um auditor ve as contas de fgts,inss,
    e impostos federais em segundos com a conetividade social.
    As empresas,até carrinhos de cachorro quente,são inseridos a certificado digital que tambem ajuda na sua contabilidade.
    Com isso,se arrecada muito,para não dizer demais,e pequenas empresas estão se asfixiando,tál a gula da agióta receita federal.
    Pois hoje foi tudo carreado a receita,e fasem de um real devido virar quatro em pouco tempo.
    Com a cobrança online,tiram dinheiro de contas de empresas,para pagar supostos impostos as vezes por erro da regra do jogo,que somos acostumados a mudar todo mes.
    Isso pode ser uma bolha,pois nosso judiciario,pai dos advogados,vão fazer festa,mas uma festa perigosa,pois pode voltar contra todos mais prá frente.
    Acho que o governo está de olho nisso,pois a furia arrecadatória,tem que arrefecer e diminuir.
    Hoje o governo é sócio majoritário em muitos produtos e negocios,logo metade de que produzimos serão em impostos.
    Este governo já fez muito pelo pais,e os impostos neste governo,apesar de alguns deslizes foram bem usados.
    Agora e diminuir esta carga que está demais para o povo pagar.

  9. salete cesconeto de arruda
    sexta-feira, 13 de julho de 2012 – 19:57 hs

    Em tempo: QUEM SONEGA NÃO É O TRABALHADOR OU PEQUENO EMPRESÁRIO. Se os grandes não SONEGASSEM em todos os lugares do mundo – tudo seria diferente.
    E quem ELEGEU A MAIORIA NO CONGRESSO NACIONAL não foi o povo pois os GRANDES COMPRAM SUAS BANCADAS e todo mundo sabe disso.
    Assim sendo não é por ACASO que sempre FALAM mas NUNCA votam leis que reduza a carga tributária. Desde os tempos do FHC que a gente houve esse discurso dos PODEROSOS! Mas colocar em prática e modificar leis fica sempre para mais tarde.

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