CUT leva plataforma dos trabalhadores aos candidatos | Fábio Campana

CUT leva plataforma
dos trabalhadores aos candidatos

A nova direção da Central Única dos Trabalhadores (CUT-PR), eleita no final do mês passado e presidida pela sindicalista Regina Cruz, reuniu pela primeira vez hoje os seus 42 diretores para uma análise da conjuntura estadual e os impactos sobre as relações entre patrãos e empregados, que contou com a presença da deputada estadual Luciana Rafagnin, líder da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) na Assembleia Legislativa do Paraná. A parlamentar também tem raízes sindicais, devido à sua atuação no coletivo de mulheres agricultoras e no Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Francisco Beltrão, que é filiado à Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf-Sul/CUT).

Eleições 2012

O vice-presidente da CUT-PR, o bancário Márcio Kieller Gonçalves, destacou a importância de a central apresentar aos candidatos que disputam as eleições municipais deste ano, seja para cargos do Executivo ou para mandatos no Poder Legislativo, a plataforma da classe trabalhadora, composta de compromissos que vão desde ações que visam o trabalho decente, a valorização profissional, a redução da jornada de trabalho sem redução salarial até o debate sobre o projeto de desenvolvimento econômico e social formulado nas instâncias decisivas da CUT. A plataforma da classe trabalhadora é um documento que resulta de um acúmulo de discussão nos sindicatos cutistas desde 2006. No caso das eleições municipais, os sindicatos é que levam as propostas e diretrizes da Plataforma da Classe Trabalhadora aos candidatos. A CUT está organizada no Paraná por meio de 206 entidades, incluindo 181 sindicatos de trabalhadores e 25 núcleos regionais. Ao todo, sua mensagem alcança diretamente 630 mil pessoas, filiadas aos sindicatos cutistas em todo o estado.


5 comentários

  1. Anônimo
    terça-feira, 3 de julho de 2012 – 20:23 hs

    Até parece.Nessas reunião da CUT o que menos se trata é assunto de interesses dos trabalhadores,é somente dar uma olhada nas empresas públicas e ver quantas indicação politica existe e nos seus sindicatos,seus dirigentes defendem primeiros os interesse do governo em segundo os trabalhadores.

  2. Lanbari de valeta
    terça-feira, 3 de julho de 2012 – 20:32 hs

    Até parece.Nessas reunião na verdade o que menos tem são representantes dos trabalhadores,e seus interesses,basta ver a quantidade de indicação políticas nas empresas públicas e dirigentes sindicais pegando cargo.Em resumo primeiro os interesse do governo,segundo os trabalhadores.Vai acontecer sim, ser usado o dinheiro o dinheiro das categorias e seus sindicatos pra se fazer campanha,essa é a pauta da reunião.

  3. Pedro Rocha
    quarta-feira, 4 de julho de 2012 – 16:39 hs

    Bons tempos quando o funcionário era contratado pra trabalhar, e não pra fazer reunião e arruaças!
    Quanto mais pleiteiam, mais querem, e mais aumenta o desemprego, pois o custo Brasil vai às alturas, só em folha e impostos!
    É o que dá, botar um bando de arrucaeiros no comando do país.
    O serviço público em todas as esferas, fica mais em greve do que trabalhando! Trata-se de um monstro faminto, que jamais se farta de pedir! E viva o a petezada!

  4. Helena
    quarta-feira, 4 de julho de 2012 – 19:44 hs

    Quem for bom aluno, certamente vai aprender a MENTIR, ENGANAR, CORROMPER E FAZER MIL E UMA FALCATRUAS, e a pelegada receberá a diplomação e farão jus a “política” da PTzada…

  5. Wagner do Nascimento Rodrigues
    segunda-feira, 16 de julho de 2012 – 19:44 hs

    É realmente lamentável verificar que os setores mais conservadores e reacionários da sociedade ainda é expressivo, pessoas com opiniões tão tolas e sem fundamentação são um verdadeiro câncer para o avanço nas politicas sociais que precisam ser implementadas no Brasil, obviamente que esse tipo de visão demonstra o quão egoístas e sectários são os defensores da DIREITA demotucana que avalia a ascensão dos menos favorecidos como uma ameaça. A revolução popular e democrática ainda está longe de se concretizar, porém permitir que a parcela menor e interessada em lucrar baseada na exploração da classe trabalhadora jamais deverá voltar ao poder federal e, lutaremos até o ultimo suspiro para colocar o Paraná no rumo de um governo democrático popular focado em politicas publicas para a sociedade e não para empresários mesquinhos e interesses escusos.

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