Juízes do Paraná divulgam boas práticas | Fábio Campana

Juízes do Paraná divulgam boas práticas

Do Frederico Vasconcelos:

A Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar) promoveu na última quinta-feira (24/5) um seminário para divulgar as boas práticas adotadas por juízes estaduais. “Queremos divulgar o trabalho realizado pelos juízes além dos processos, além do gabinete”, afirma Fernando Ganem, presidente da Amapar.

A juíza Liéje Bonetti explicou como nasceu o Juizado Móvel de Trânsito na comarca de Maringá. O trabalho coordenado pela magistrada consiste no atendimento jurídico realizado no local de colisões sem lesões físicas ou acidentes fatais.

“Fazemos o atendimento em todo o perímetro urbano de Maringá. Adotamos a forma de conciliação entre os envolvidos nos acidentes que resultaram em danos materiais”, explicou.

Criado em 2011, o projeto atendeu 329 acidentes e obteve 297 acordos. “Conseguimos mais de 90% de conciliações”, afirma a magistrada. O Juizado Móvel dispõe de quatro conciliadores que vão até o local da colisão numa van equipada para audiências. O trabalho funciona de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h.

O juiz Sérgio Kreuz explicou como funciona programa de acolhimento familiar na comarca de Cascavel.Com 15 anos de experiência na área da Infância e Juventude, Kreuz mencionou que o projeto contabiliza o acolhimento de 93 crianças, segundo ele, quase 10% do atendimento realizado no Brasil.

“Todas as crianças e adolescentes têm o direito garantido na Constituição Federal da convivência familiar. O acolhimento institucional é fracassado”, afirmou Kreuz.

O programa da Amapar incluiu ainda o projeto apresentado pelo juiz Carlos Mattioli, de União da Vitória, que envolve pais, professores e alunos no combate à evasão escolar.

Também participaram do encontro os juízes Fábio Brandão e Suzana Massako de Oliveira.


4 comentários

  1. Laila
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 10:24 hs

    Por falar em boa prática, a bolada de final de ano vai ser divulgada na internet também, ou só a remuneração “normal”?

  2. Joao de barro
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 13:52 hs

    Sei, conheço muito bem esse tipo de gente… ” o que é bom mostramos, o que for ruim a gente oculta” – Rubens Recupero

  3. zangado
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 14:23 hs

    A água começou a bater no joelho …

    Há muita gente boa no Judiciário, mas parece que não conseguem suplantar os que tomam atalhos inconfessáveis.

    Mas, vamos lá, melhor que divulguem as boas práticas e também se esmerem em corrigir as más “praxes” …

  4. sergio silvestre
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 22:06 hs

    Belas praticas,como ações de malandros que mandam para endereços para dar revelia.
    Depois tirar de contas o dinheiro das economias via on line.
    Matéria prima da justiça é o bandido, contraventor,estelionátario.
    Se não tivessem os bandidos juiz ia carpir café e advogado iria adotar como profisão coisa menos lamacenta.
    Acoisa mais futil e sem dar lucro para a justiça é o honesto.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*