Gravações ilegais | Fábio Campana

Gravações ilegais

Demóstenes, no Conselho de Ética: “As gravações são evidentemente ilegais. Há conluio entre MP e PF para fazer investigação em cima de um parlamentar. (…) Eu fui investigado clandestinamente. Mas tenho condições de me defender.”


6 comentários

  1. joao
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 13:49 hs

    O Sr. Demóstenes poderá usar outro vestuário, o de santo já não lhe cai bem. Na atual conjuntura se iguala, aos do mensalões, câmaras, assembléias, enfim, um cidadão como outro qualquer, com cobiças e vaidades.

  2. matahari
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 14:18 hs

    Aí está. Isso vai ser como um estouro dos bichos no zoológico. Vai voar penas prá todo lado. Não há nenhuma dúvida que a conexão entre Cachoeira e os que se beneficiaram de suas ações ilegais será estabelecida, revelando fantasmas que se encobriam nas sombras do poder. A observação da crise de consciência que se estabeleceu nessas relações promiscuas que, dirigida por quem tinha a obrigação legal e moral de cuidar dos bons costumes do nosso povo, encaminhando ações para a moralização de nossas instituições revelará que vivenciamos uma época de desvarios, tanto na função pública como privada, enfraquecendo sobremaneira as bases de nossa sociedade. Há que se prestar contas. Regimes mudam nas crises institucionais, principalmente quando o cutelo da imoralidade atinge a face ruborecida do povo, indignado que se prosta diante dos abusos cometidos por quem deve protege-lo. Assim aconteceu no nascimento do Facismo de Mussolini, do Nazismo de Hitler, com Franco na Espanha, com Chaves na Venezuela e até com Getulio no Brasil dos anos trinta, que implanta o Estado Novo diante da onda de corrupção que se estabelecia naquele momento. Esses irresponsáveis, golpeiam a democracia tão duramente conquistada não se apercebendo que as suas condutas poderão gerar consequências irremediáveis para o futuro de nosso País. Apoderam-se dos recursos financeiros do orçamento público, tão necessários aos investimentos em infra-estrutura, e tão necessários ao desenvolvimento de uma Nação. Apropriam-se dos tributos recolhidos do suor do trabalhador e do funcionário público que trabalha cinco meses por ano apenas para fazer frente ao leão que ruge enfurecido nas portas de suas casas e em seus bolsos. Assassinos que se tornam ao apoderarem-se do dinheiro da saúde pública e da melhoria de malhas viárias elevando o Brasil como um dos mais matam em acidentes rodoviários no mundo. Fazem proliferar as doenças contagiosas quando enfiam a mão grande nos recursos para o saneamento básico matando milhares de crianças brasileiras. E, o que é pior, conseguem fazer com que uma crise de confiança da população se estabeleça nos meios políticos, afastando o povo que não mais quer participar do processo de representatividade e finalmente, como disse Rui Barbosa ” A ter vergonha de ser honesto”.

  3. Haroldo
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 14:34 hs

    Mais fácil explicar “batom na cueca”, do que justificar a amizade (dileta?) entre o bicheiro e o senador…

  4. luiz
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 15:56 hs

    Agora a PF e o MP é que são os bandidos, contraventores, etc…
    Ele não negou em nenhum momento o teor das conversas ou seja, são verdadeiras. Como o processo de cassação é político pouco importa a sua reclamação, contudo convém relembrar que o próprio STF, já se manifestou em caso semelhante, quando uma Juíza, que foi ouvida indiretamente em gravações autorizadas, veio a fazer o mesmo tipo de reclamação, que tinha sido investigada sem autorização. O STF largou brasa na Juíza e o CNJ deu seguência ao processo. Se vale para os Juízes por que não valeria para os Senadores!?

  5. Deutsch
    terça-feira, 29 de maio de 2012 – 20:39 hs

    Sinto muito Demostenes, mas não tem não.

  6. VLemainski -Cascavel-PR
    quarta-feira, 30 de maio de 2012 – 11:31 hs

    Parabéns, Matahari, pelo comentário…Assino embaixo. Ja faz um bom tempo que defendo uma constituinte livre e independente. O sertor público gasta muito e mal e cortar estes privilégios dos 3 poderes através de leis do congresso nacional, cheio de corporativismo, acredito que não será possível.

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