Fruet igual que nem socialista?, pergunta Requião | Fábio Campana

Fruet igual que nem socialista?, pergunta Requião

Requião não dá folga para Gustavo Fruet e sua nova aliança os petistas. Depois de questionar hoje em seu site o “boom” de doações recebidas pelo PT, agora questiona a transformação de Gustavo Fruet em um “socialista” trabalhador. Veja:


8 comentários

  1. boy
    sexta-feira, 25 de maio de 2012 – 19:13 hs

    Requião esqueceu da aliança que fez com o PT

  2. Marques
    sexta-feira, 25 de maio de 2012 – 19:48 hs

    Socialista deveria ser o prefeito Luciano Ducci, afinal de contas ele é do Partido Socialista Brasileiro, porém não TÊM ideologia, no cenário nacional faz parte da base de apoio do PT, no cenário municipal e estadual está de mãos dadas com o DEM (DEMO) e o PSDB.
    O PSB apoiou os 2 mandatos de LULA, apoia a Presidenta Dilma e, em São Paulo está prestes a fazer uma coligação com o PT, para concorrer contra o PSDB de Serra. Ducci seu partido é socialista, não é neoliberal!

  3. Vitorio Sorotiuk
    sexta-feira, 25 de maio de 2012 – 19:59 hs

    Doadores de Requião lucram mais após reeleição
    Dados do TSE e do governo do Estado confirmam que ajudar na campanha é um grande negócio
    03/08/09 às 00:00 atualizado às 20:20Antônio França
    http://www.bemparana.com.br/noticia/116371/doadores-de-requiao-lucram-mais-apos-reeleicao
    Nos três meses da campanha eleitoral de 2006, Roberto Requião (PMDB) despejou uma montanha de dinheiro para se reeleger. Foram gastos três vezes mais que em 2002. O dinheiro, claro, não saiu do bolso do peemedebista, segundo a prestação de contas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Ao contrário, os recursos para a campanha vieram de grandes empresas, principalmente empreiteiras de obras públicas. Levantamento do Jornal do Estado mostra que somente as 17 maiores empresas doadoras contribuíram com R$ 3,5 milhões, dos R$ 12,8 milhões gastos pelo PMDB. Isso representa quase um terço do financiamento total da campanha de 2006.

    As mesmas 17 empresas doadoras já dobraram seu faturamento em negócios com o governo, se comparado os recebimentos de 2003 a 2006 (primeiro mandato) e de 2007 a 2009 (balanço parcial) – veja tabela. Até junho deste ano, os negócios com o governo dessas firmas somaram R$ 256,2 milhões. Ou seja, 73 vezes mais do que doaram para a campanha de Requião.

    Se na campanha de 2006 foram gastos R$ 12,8 milhões, na campanha anterior (2002), Requião investiu apenas R$ 3,6 milhões.

    Isso mostra que, como bons investidores, os doares de campanha escolhem com cuidado o político no qual aplicam seu dinheiro. “Quem está no governo, arrecada mais. Quem tem chances de vencer, também. Não importa a ideologia. Os documentos da Justiça Eleitoral mostram que os negociadores com o poder público não têm o menor preconceito. Financiam sindicalistas, comunistas, fazendeiros, empresários, desde que eles ocupem posições privilegiadas”, afirma o presidente da ONG (Organização Não-Governamental) Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo.

    A relação da eleição de 2002 com a de 2006 mostra que boa parte do dinheiro veio de quem já tem interesses na política ou nos negócios com o governo. De 2003, quando Requião se elegeu, até a eleição de 2006, os mesmos 17 doadores abocanharam R$ 77,8 milhões. Na reeleição em 2006, até junho deste ano, o site “Portal da Transparência” do governo do Estado aponta que sozinhos, eles levaram a bolada de R$ 256,2 milhões. Isso significa dizer que, na medida em que o governo pediu mais dinheiro para se reeleger, mais os 17 doadores tiveram retorno quando o candidato assumiu o poder.

    Detalhes das prestações de contas apontam que a empresa Amerrican Bank Note doou R$ 645 mil na campanha passada e já conseguiu levar R$ 98 milhões em negócios com o governo Requião. A American Bank Note fornece carteiras de habilitação para o Detran e envelopes de faturas da Copel.

    A Indústria de Móveis Cequipel não ficou muito atrás. Fez a doação de R$ 645 mil e já levou quase R$ 30 milhões dos cofres do Estado do Paraná, em licitações vencidas de 2003 a 2009. Maior doadora de recursos para a campanha do peemedebista, a indústria, venceu por exemplo, a licitação no valor de R$ 18,9 milhões, para fornecer 22 mil televisores de cor laranja para a Secretaria de Estado da Educação.

    A relação de doações de negócios com o governo estadual é uma espécie de troca. Todos fizeram doações. Uns mais, outros menos. Porém, todos os 17 maiores doadores foram beneficiados com negócios no governo Requião. Esses são os casos das empresas em que a família Greca é acionista. Uma delas, a Greca Distribuidora de Asfalto, localizada em Araucária, ainda está ativa, segundo a Receita Federal. A outra empresa, o Consórcio Greca/CBMI, foi aberto em 21 de janeiro de 2005. Depois de abocanhar R$ 55,9 milhões do governo do Paraná, fechou as portas no dia 04 abril de 2008. Foi uma empresa que durou pouco mais de três anos e faturou milhões dos cofres paranaenses.

    Espaço — A reportagem procurou as 17 empresas para falar sobre o assunto. Nenhuma delas quis se pronunciar, mas alegaram, através de assessores, que as doações fazem parte do fortalecimento do processo democrático. Vale ressaltar que parte do empresariado também foi conservador e fugiu dos riscos na hora de dividir seus investimentos na eleição.

    A Nortox, por exemplo, doou ao governador o mesmo montante que deu a Osmar: R$ 250 mil. Já a empresa de celulose Klabin, que deu a Requião R$ 260 mil, doou ao senador R$ 180 mil. E a BS Colway, fabricante de pneus remanufaturados, que destinou ao governador R$ 204 mil, contribuiu com R$ 50 mil para campanha de Osmar.

    Pela legislação eleitoral, não há nada que impeça uma empresa que mantém negócios com o governo, contribuir com a campanha de governantes que disputam a reeleição.

  4. UM APELO À MEMÓRIA
    sexta-feira, 25 de maio de 2012 – 20:14 hs

    REMEMBER: http://www.bemparana.com.br/noticia/116371/doadores-de-requiao-lucram-mais-apos-reeleicao
    Dados do TSE e do governo do Estado confirmam que ajudar na campanha é um grande negócio
    03/08/09 às 00:00 atualizado às 20:20 Antônio França

    Nos três meses da campanha eleitoral de 2006, Roberto Requião (PMDB) despejou uma montanha de dinheiro para se reeleger. Foram gastos três vezes mais que em 2002. O dinheiro, claro, não saiu do bolso do peemedebista, segundo a prestação de contas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
    Ao contrário, os recursos para a campanha vieram de grandes empresas, principalmente empreiteiras de obras públicas. Levantamento do Jornal do Estado mostra que somente as 17 maiores empresas doadoras contribuíram com R$ 3,5 milhões, dos R$ 12,8 milhões gastos pelo PMDB. Isso representa quase um terço do financiamento total da campanha de 2006.
    As mesmas 17 empresas doadoras já dobraram seu faturamento em negócios com o governo, se comparado os recebimentos de 2003 a 2006 (primeiro mandato) e de 2007 a 2009 (balanço parcial) – veja tabela. Até junho deste ano, os negócios com o governo dessas firmas somaram R$ 256,2 milhões. Ou seja, 73 vezes mais do que doaram para a campanha de Requião.
    Se na campanha de 2006 foram gastos R$ 12,8 milhões, na campanha anterior (2002), Requião investiu apenas R$ 3,6 milhões.
    Isso mostra que, como bons investidores, os doares de campanha escolhem com cuidado o político no qual aplicam seu dinheiro. “Quem está no governo, arrecada mais. Quem tem chances de vencer, também. Não importa a ideologia. Os documentos da Justiça Eleitoral mostram que os negociadores com o poder público não têm o menor preconceito. Financiam sindicalistas, comunistas, fazendeiros, empresários, desde que eles ocupem posições privilegiadas”, afirma o presidente da ONG (Organização Não-Governamental) Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo.
    A relação da eleição de 2002 com a de 2006 mostra que boa parte do dinheiro veio de quem já tem interesses na política ou nos negócios com o governo. De 2003, quando Requião se elegeu, até a eleição de 2006, os mesmos 17 doadores abocanharam R$ 77,8 milhões. Na reeleição em 2006, até junho deste ano, o site “Portal da Transparência” do governo do Estado aponta que sozinhos, eles levaram a bolada de R$ 256,2 milhões. Isso significa dizer que, na medida em que o governo pediu mais dinheiro para se reeleger, mais os 17 doadores tiveram retorno quando o candidato assumiu o poder.
    Detalhes das prestações de contas apontam que a empresa Amerrican Bank Note doou R$ 645 mil na campanha passada e já conseguiu levar R$ 98 milhões em negócios com o governo Requião. A American Bank Note fornece carteiras de habilitação para o Detran e envelopes de faturas da Copel.
    A Indústria de Móveis Cequipel não ficou muito atrás. Fez a doação de R$ 645 mil e já levou quase R$ 30 milhões dos cofres do Estado do Paraná, em licitações vencidas de 2003 a 2009. Maior doadora de recursos para a campanha do peemedebista, a indústria, venceu por exemplo, a licitação no valor de R$ 18,9 milhões, para fornecer 22 mil televisores de cor laranja para a Secretaria de Estado da Educação.
    A relação de doações de negócios com o governo estadual é uma espécie de troca. Todos fizeram doações. Uns mais, outros menos. Porém, todos os 17 maiores doadores foram beneficiados com negócios no governo Requião. Esses são os casos das empresas em que a família Greca é acionista. Uma delas, a Greca Distribuidora de Asfalto, localizada em Araucária, ainda está ativa, segundo a Receita Federal. A outra empresa, o Consórcio Greca/CBMI, foi aberto em 21 de janeiro de 2005. Depois de abocanhar R$ 55,9 milhões do governo do Paraná, fechou as portas no dia 04 abril de 2008. Foi uma empresa que durou pouco mais de três anos e faturou milhões dos cofres paranaenses.
    Espaço — A reportagem procurou as 17 empresas para falar sobre o assunto. Nenhuma delas quis se pronunciar, mas alegaram, através de assessores, que as doações fazem parte do fortalecimento do processo democrático. Vale ressaltar que parte do empresariado também foi conservador e fugiu dos riscos na hora de dividir seus investimentos na eleição.
    A Nortox, por exemplo, doou ao governador o mesmo montante que deu a Osmar: R$ 250 mil. Já a empresa de celulose Klabin, que deu a Requião R$ 260 mil, doou ao senador R$ 180 mil. E a BS Colway, fabricante de pneus remanufaturados, que destinou ao governador R$ 204 mil, contribuiu com R$ 50 mil para campanha de Osmar.
    Pela legislação eleitoral, não há nada que impeça uma empresa que mantém negócios com o governo, contribuir com a campanha de governantes que disputam a reeleição. Estado do Paraná.

  5. Nelson
    sexta-feira, 25 de maio de 2012 – 23:09 hs

    Requião tá loco pra apoiar o Ducci.

  6. Pega ladrão
    sábado, 26 de maio de 2012 – 0:27 hs

    Requião.
    Você não entende nada. Não é a fruta que ficou vermelha, é o corante que amarelou…

  7. sábado, 26 de maio de 2012 – 12:35 hs

    O Requião fala da aliança com o PT esquecendo que nosso vice presidente Michel Temer do “PMDB” (mesmo partido do nobre senador Rec Não), está ao lado do mesmo PT que ele diz ser o partido que mais recebe doações!
    Firula pura!

  8. Peter Bad Hazar Thess
    domingo, 27 de maio de 2012 – 19:07 hs

    Vitório Sorotiuk: tive o prazer de recebê-lo no aeroporto de S. J. dos Pinhais quando do seu retorno da exílio – asim como fiz – Caio Perondi (saudades) e eu, o Miguel Arraes em Recife, praça de Santo Amaro.
    Vitório mostra que Requião continua torto. Como o pau do dito popular.
    Toca fogo no rabo alheio enquanto o dele é só chumaço de palha.

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*