Justiça do Trabalho do Paraná cumpre em 106% a meta do CNJ | Fábio Campana

Justiça do Trabalho do Paraná cumpre em 106% a meta do CNJ

Todas as cinco metas estabelecidas para 2011 foram cumpridas pelo TRT-PR

A Justiça do Trabalho do Paraná julgou, no ano passado, 119.639 processos
no 1º Grau e 52.194 no 2º Grau e ultrapassou a meta número 3 estabelecida
pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de julgar quantidade igual ao de
processos novos e parte do estoque. Em 2011, foram protocoladas 117.205
novas ações trabalhistas no Paraná e autuados 40.232 novos recursos. O
cumprimento da meta foi de 106, 69%. O balanço foi divulgado pelo CNJ, que
informou ter a Justiça brasileira cumprido 92,39% da meta estabelecida.

Além da meta 3, o Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR) cumpriu
todas as outras quatro metas estabelecidas para a Justiça Trabalhista em
2011: tem unidade de gerenciamento de projetos para auxiliar a implantação
da gestão estratégica (meta 1), mantém sistema de registro audiovisual de
audiências em unidade judiciária de primeiro grau (meta 2), implantou
programa de esclarecimento ao público sobre as funções, atividades e
órgãos do Poder Judiciário em escolas ou espaços públicos (meta 4) e criou
um núcleo de apoio de execução (meta 5).

Para a presidente do TRT-PR, desembargadora Rosemarie Diedrichs Pimpão, o
fato do Tribunal do Trabalho do Paraná ficar em segundo lugar no ranking
nacional de cumprimento das metas na Justiça do Trabalho (precedido pelo
TRT do Rio de Janeiro) demonstra o cuidado e o comprometimento em oferecer
uma Justiça eficiente. “O TRT-PR, mesmo antes do estabelecimento das
metas do CNJ, vem criando condições administrativas e jurídicas para
agilizar a tramitação dos processos. A própria criação da Secretaria de
Planejamento, Estratégia, Gestão e Estatística é de 2010 (meta 1)”,
ressaltou a presidente.


3 comentários

  1. Palpiteiro
    quinta-feira, 12 de abril de 2012 – 22:20 hs

    Rendam-se homenagens à JT do Paraná. São trabalhadores, bem organizados, eficientes e não há corrupção. Desde a década de 1980, na presidência de Tobias de Macedo Filho, aboliram o uso de carros oficiais para os juízes do TRT (que hoje usam o lamentabilíssimo título de desembargadores federais do trabalho. Juízes são juízes). Justiça seja feita.

  2. fiscalde realeza
    sexta-feira, 13 de abril de 2012 – 1:27 hs

    FABIO ISSO TA BOM

    MAS O PREFEITO DE DOIS VIZINHOS QUE COBRA PARA FAZER EXAMES PELO SUS FABIO O POVO QUER SABER
    PORQUE O PSDB COBRA

  3. Andreya
    sábado, 14 de abril de 2012 – 14:01 hs

    Maravilha, mas como “cliente” desta justiça não estou nada satifeita. Tenho um processo de despejo que já fez aniverssário e continuo com os caloteiros morando lá e sem receber um centavo. Isso é qualidade na prestação de serviço?

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