Esqueçam o que escrevi | Fábio Campana

Esqueçam o que escrevi

Da Ruth Bolognese

A jornalista Rosean Kennedy, da rádio CBN, pediu à ministra da Casa
Civil, Gleisi Hoffmann,para comentar o debate em torno do projeto para
retirar o 13º e o 14 º salários dos senadores, em tramitação no
Senado. Resposta: “é um assunto afeito ao Parlamento”.
O projeto é de autoria de Gleisi, mas num momento tão delicado das
relações entre Executivo e Congresso,o bom senso indica que é melhor
calar.


9 comentários

  1. marilene ribeiro
    terça-feira, 20 de março de 2012 – 17:18 hs

    Aos poucos a VERDADEIRA CARA vai aparecendo…Isso não
    é novo, tem a idade do mundo…O TEMPO vai esclarecendo o
    ‘caráter’ das pessoas…nada como um dia depois do outro….

  2. o curitibano
    terça-feira, 20 de março de 2012 – 17:34 hs

    Obrigado a conviver com salários menores do que suas contas, o brasileiro ordinário é um sujeito condenado ao fim do mês perpétuo. Os congressistas, brasileiros extraordinários, vivem situação diversa.

    No Congresso, a jornada é miúda (três dias por semana), o salário é graúdo (R$ 26,7 mil), a mordomia é incomensurável (casa, telefone, carta, avião, carro, gasolina e um interminável etc.) e a folha é elastica (13o, 14o e até, veja você, o 15o salário).

    Acha muito? Pois há mais: o 14o salário, beliscado no início de cada ano, e o 15o, apalpado no final de cada exercício, pingam na conta dos deputados e senadores sem o inconveniente do desconto do Imposto de Renda.

    Instituídos em 1948, já lá se vão 64 anos, o 14o e o 15o são mordidos a título de ajuda de custo. Coisa destinada a custear a mudança dos parlamentares de seus Estados para a Capital da República.

    É como se, a cada ano dos quatro que duram um mandato –oito no caso dos senadores— os parlamentares fizessem uma nova mudança para Brasília, com suas famílias, malas e cuias, periquitos e papagaios. Um acinte.

    Pois bem. Antes de migrar para a chefia da Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) propôs o fim dos salários extras. Em vez de onerar a Viúva mensalmente, a esquisitice passaria a ser paga apenas no início e no final de cada legislatura.

    Engavetado há mais de um ano, o projeto de Gleisi, assumido pelo colega Lindbergh Farias (PT-RJ), foi à pauta da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, primeiro estágio da tramitação.

    Antes que pudesse ser votado, o senador Ivo Cassol (PP-RO) apressou-se em pedir vista da proposta, adiando a votação. Por quê? Alegou que precisa analisá-la com mais vagar. Natural. O tema é mesmo demasiado complexo.

    JOZIAS DE SOUZA BLOG

    Espremido, Ivo Cassol saiu-se com a seguinte pérola: “O político no Brasil é muito mal remunerado, porque tem que atender [os eleitores] com passagem, dar remédio, é convidado para ser patrono de formatura.”

    Um repórter insolente recordou ao senador que assistência social é atribuição do Estado, não dos congressistas. Mas Cassol não se deu por achado: “Se bater alguém na sua porta pedindo uma Cibalena, você não vai dar?”

    Como se vê, o Brasil não tem salvação. Ou, por outra, o Brasil só se salva recomeçando onde começa a filosofia: no início absoluto!

  3. Sabir Avlis
    terça-feira, 20 de março de 2012 – 18:16 hs

    A Grécia antiga, está a mostrar para o mundo financeiro o que é ou o que são as mordomias financeiras do ente estatal, para esta ou aquela categoria.
    Como seria bom se os Congressistas pensassem um pouquinho no povo que o elegeu.
    Acoordaa Brasil iuuiiuuu

  4. Anônimo
    terça-feira, 20 de março de 2012 – 21:16 hs

    Ruth Bolognese

    O teu maior problema é ser COMUNIOSTA, defgender os quadrilheiros do PT e meter o pau no Governo Beto Richa bom, vislumbrando a história do seu chefe e o propósito do filho dele, tudo explica inclusive a distribuição de canecas em época de campanha.

    CUIDADO..

  5. Geraldo
    terça-feira, 20 de março de 2012 – 21:26 hs

    Pô, my God, nem vc Campana, e nem a Serpente Ruiva para desvendar quem é o tal ministro importante que andou enxertando uma jornalista?…

  6. joarez
    terça-feira, 20 de março de 2012 – 22:21 hs

    A “barby” é mto covarde…

  7. Vigilante do Portão
    quarta-feira, 21 de março de 2012 – 8:02 hs

    AS Gleisinha é uma FARSANTE.

    HIpocrisia tem limite!

    Projeto oportunista, apenas para ganhar alguns votos.

    Na hora do “pega para capar”, corre da raia:

    “…é uma questão do Legislativgo….”

    ÉTICA, é algo que se cultiva SEMPRE.

    A Gleisinh, para ganhar alguns votinhos, apresentou o projeto pçara cortar salários dos Congressistas.

    Muito bom.

    Entretanto, aceitou RECEBER INDEVIDAMENTE R$40mil de multa ndo FGTS, quando se desligou da Itaipu.

    Nada disse sobre os “ADICIONAIS” recebidos pelo maridão, PAULO BERNARDO.

    É verdade,
    Paulo Bernardo, enquantyo Ministro, recebe uma boa grana dos “CONSELHOS” das Estatais.

    Ela mesma, acredito que faça parte de alguns “CONSELHOS”, engordando o caixa da família.

    É assim:

    As estatais, por força da lei, possuem CONSELHOS que se reúnem 1 ou 2 vezes p/ mês.
    O governo indica participantes que recebem uma grana para comparecer (em horário de expediente normal).
    O valor varia conforme a Estatal, pode passar de R$12mil p/ mês.

    Lembrando:
    Os Ministros recebem polpudos salários e DEIXAM seus afazeres nos Ministérios para comparecer aos CONSELHOS.

  8. Elton
    quarta-feira, 21 de março de 2012 – 10:32 hs

    Campana, acho que o projeto da Gleisi é para tirar o 14º e 15º salários dos Senadores, afinal, eles são tõa trabalhadores como todos o brasileiros (como nós) e merecem e teem direito ao 13º salário… O 14º e 15º é como se fosse a Participação nos Resultados (abono de natal e abono de carnaval).

  9. Doutor Prolegômeno
    quarta-feira, 21 de março de 2012 – 10:34 hs

    A pergunta é: ela já escreveu realmente alguma coisa?

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