Justiça vê vínculo trabalhista entre pastor e igreja | Fábio Campana

Justiça vê vínculo trabalhista entre
pastor e igreja

Da Folha de São Paulo

O Tribunal Superior do Trabalho reconheceu vínculo empregatício na função de pastor evangélico. Na ação, o pastor disse que era cobrado por metas de arrecadação de doações. Para a Igreja Universal, ele agia “por amor”.


9 comentários

  1. Pedro Rocha
    sábado, 11 de fevereiro de 2012 – 12:43 hs

    Está mais que correta a decisão do TST. Vínculo é vínculo! – Nós, empresários, sabemos os riscos e os custos ao acolhermos alguém sem o maldito registro na CTPS.
    E qual a diferença entre um escritório, uma loja, e uma igreja? – a única diferença é que o pastor ainda trabalha sábados, domingos e feriados!

  2. Vigilante do Portão
    sábado, 11 de fevereiro de 2012 – 12:46 hs

    Não parece evidente?

    Cumpre horário,
    Tem subordinação,
    Presta contas do resultado.

    É EMPREGO.

  3. Zangado
    sábado, 11 de fevereiro de 2012 – 13:45 hs

    O dia em que as ditas autoridades – principalmente, Receitas federal e estaduais e Ministério Público federal e estaduais – entrarem de sola nessas igrejas “do amor” e abrirem suas caixas pretas, verão que elas prometem o paraíso no ceú para os prosélitos enquanto para os da “diretoria” realizam o paraíso na terra, aqui e agora, bufunfa e cascalho a dar com o pé, tipo recursos “não contabilizados” petistas …

    O grande empecílho são os financiamentos de campanhas, esse compadrio que impede depois – por caminhos tortuosos – a atuação dos órgãos de controle público.

    Evidente que existem igrejas que tem autenticidade, mas a grande maioria quem manda é Mammon …. se não é o próprio Belzebud …

  4. Palpiteiro
    sábado, 11 de fevereiro de 2012 – 13:55 hs

    A justiça do trabalho recenhece vínculo até entre o cachorro e o cego. a legislação trabalhista é um dos motivos do atraso brasileiro.

  5. washington
    sábado, 11 de fevereiro de 2012 – 15:25 hs

    Tenho aversão a justiça do trabalho,ao meu ver certos casos trabalhistas como o trabalho escravo como exemplo, poderia ser decidido no campo Penal , outros na area Cívil. Justiça do Trabalho tenho a nitída impressão que usam as pendengas trabalhistas em prol do INSS , manutenção dos cargos lá ocupados e para advogados inescrupolosos que atuam nesta nefasta área do Direito.

  6. Vigilante do Portão
    domingo, 12 de fevereiro de 2012 – 9:20 hs

    “MALDITO REGISTRO NA CTPS”?

    Para com isso Pedro Rocha.

    Sem registro,
    Sem FGTS, Sem aposentadoria, Sem seguro de Acidentes, Sem licença maternidade.

  7. Parreiras Rodrigues
    domingo, 12 de fevereiro de 2012 – 10:17 hs

    Zangado: Onde assino?

  8. Galdino Tiririca
    domingo, 12 de fevereiro de 2012 – 10:54 hs

    Pastor, Deus lhe pague!!!

  9. segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 – 9:41 hs

    IGREJA UNIVERSAL ? E OS LARANJAS DO PASTOR EDSON QUANDO A SOCIEDADE VAI OUVIR O EX SECRETARIO DO PARTIDO QUE MORAVA FORA DO PAIS E O DEPUTADO RECEBIA NO NOME DELE. TEM MAIS GENTE.QUE RECEBIA SEM APARECER

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