Ricardo Barros busca investimentos na Ásia | Fábio Campana

Ricardo Barros busca investimentos na Ásia

Ricardo Barros foi a Ásia no feriado de Carnaval. O secretário da Indústria e Comércio esteve na China e em Taiwan para ampliar contatos e buscar investimentos industriais para o Paraná. O foco foram os setores automotivo e de tecnologia da informação.

Na China, Barros esteve com a diretoria da empresa de caminhões Sinotruk para definir detalhes da vinda, em Abril, do CEO da empresa para o Brasil; quando será anunciada a construção da fábrica da montadora chinesa na Região Metropolitana de Curitiba, mais precisamente em Campina Grande do Sul.

Em Taiwan, o secretário paranaense visitou a fábrica de telas de cristal líquido (LCD) da Foxconn, multinacional de informática que produz equipamentos para a Apple como o iPad e iPhone. Ricardo Barros foi transmitir o interesse do Paraná em apresentar novas possibilidades de localização do empreendimento em função do redimensionamento decidido em janeiro depois da viagem dos parceiros brasileiros da Foxconn (BNDES, Positivo, EBX, Semp Toshiba) à Ásia.


4 comentários

  1. Vigilante do Portão
    segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 – 8:01 hs

    Um Secretário EFICIENTE.

    Vamos tentar recuperar o tempo perdido (8 anos de REQUIÃO).

    Quantas empresas optaram por outros estados por falta de empenho do REQUIÃO?

  2. segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 – 10:17 hs

    Faltou, na época da Balas Zéquinha, o Zéquinha fomentador.

  3. ivanowski
    segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 – 11:26 hs

    . Noosssa !!! O homem ñ pára.

    . É o dínamo que movimenta o Estado.
    . Veja onde ELE tá.

  4. Mauricio
    segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 – 13:14 hs

    É isso aí Vigilante do Portão! A Toyota, que constrói fábrica em Sorocaba, poderia estar construindo aqui. A fábrica de motores e a de transmissões da GM também. Fora a Guardian, a Yokohama. Todas procuraram o Paraná para negociar investimentos. Foram escorraçadas e partiram para outras regiões. Só fico pensando: e o Requião ainda representa o Estado. Que tristeza! Ele merece o povo que votou nele e vice-versa!

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