Dilma asfixia Pronasci, e sonega verbas a Tarso | Fábio Campana

Dilma asfixia Pronasci, e sonega verbas a Tarso

Do Josias de Souza

Cena um, final do ano passado: o governador gaúcho Tarso Genro celebra a notícia de que a União liberaria 25 milhões para custear a implementação do Pronasci no Rio Grande do Sul.

Cena dois, início do novo ano: Constata-se que o governo Dilma Rousseff não remeteu aos gaúchos um mísero tostão do Orçamento do Pronasci relativo a 2011.

Pronasci é a sigla de Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Em linguagem marqueteira: PAC da Segurança. Concebeu-o, em 2007, o próprio Tarso. Nessa época, era ministro da Justiça de Lula.

Hoje governador, Tarso vive situação parecida com a de um religioso que bate a perna na quina da mesa. Faz um silêncio repleto de heresias. Assiste calado à cena em que Dilma asfixia o seu Pronasci.

Para piorar, ajuda a segurar a alça do caixão do ex-programa o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça). É petista como Tarso. Coabitam a mesma tendência partidária. Mais um pouco e Tarso grita: Vai à…


14 comentários

  1. Ernesto
    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 11:59 hs

    O SARAIVA

    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
    A Ópus Dei na América Latina

    Opus Dei em New York

    A Opus Dei actua também no monopólio da imprensa. Controla o jornal “El Observador”, de Montevidéu, e exerce influência sobre órgãos tradicionais da oligarquia como “El Mercurio”, no Chile, “La Nación”, na Argentina e “O Estado de São Paulo”, no Brasil. O elo com a imprensa é o curso de pós-graduação em jornalismo da Universidade de Navarra em São Paulo, coordenado por Carlos Alberto di Franco, numerário e comentarista do “Estadão” e da Rádio Eldorado. O segundo homem da Opus Dei na imprensa brasileira é o também numerário Guilherme Doring Cunha Pereira, herdeiro do principal grupo de comunicação do Paraná (“Gazeta do Povo”). Os jornalistas Alberto Dines e Mário Augusto Jakobskind denunciam que a organização controla também a Sociedade Interamericana de Imprensa – SIP (na sigla em espanhol).

  2. sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 12:27 hs

    Esse Tarso Genro é a alma escarrada do petismo. A gauchada elegeu-o, tá arrependida, mas vai ter que engolir o estrupício até o último dia do seu mandato.
    Alguns erros são irreversíveis, pessoal! Por isso, da próxima vez, pensem melhor.

  3. salete cesconeto de arruda
    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 12:30 hs

    Epa!
    Epa!
    Epa!
    Fabio querido!
    Não deu com os ministros agora vão tentar acertar outra vez na presidenta como tentaram fazer na campanha com o aborto, a bolinha e tudo mais?
    Não caia nessa!
    Você tem poder e hoje estou aqui acima de tudo para te agradecer.
    Bastou você deixar passar meu comentário e hoje os fiscais da PMC estavam aqui obrigando o Angeloni dos ricos a cumprir a lei.
    Então meu amigo eu te digo: não entre nessa do PIG de tentar destruir a primeira mulher presidenta do Brasil pois se ela convocar uma rede e explicar tudo o PIG vai ter a segunda perna quebrada como já teve a primeira com seu dono Cerrado. Repito: diga ao Beto que largue esse barco e tente ser diferente aqui no Paraná ouvindo a gente e vai ver que seu governo ainda poderá ser de fato e não apenas de pesquisas um dos melhores do Brasil.
    E que por favor todos eles leiam os comentários dos teus admiradores que não são puxa saco do partido. Assim saberão onde de fato estão os problemas. É isso o que importa sempre dizia Maurício: ouvir o povo para fazer o certo!
    Por hoje – GRAÇAS A VOCE – estamos tendo pelo menos um almoço tranquilo. amanhã só Deus sabe pois no Angeloni dos ricos os carros no sub solo são mais importante do que os cidadãos que ganharam de presente as docas no rosto. Docas a céu aberto. Sem acústica. Sem privacidade. Tudo ao ar livre e no alto. Entrega de comida e coleta de lixo lado a lado… e o bosque? Bem. Os macacos estão felizes. Os com e os sem gravatas!
    OBRIGADA!
    OBRIGADA POR NOS PERMITIR UM DIA DE ALMOÇO SEM CAMINHÕES E SEUS FRIGOS, MOTORES…

  4. Ocimar
    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 13:01 hs

    ISSO NO NARIZ DELE É A MARCA DA CORRUPÇÃO?

  5. Sidnei Belizário de Melo
    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 13:47 hs

    Um Governo que aplica mal os recursos destinado a Segurança Pública não merece receber um centavo. A Policia Civil e Militar gaúcha vive um caos de estrutura, e salário nem se fala, e um mal exemplo para o Brasil. Estive várias vezes no Rio Grande do Sul, e nada foi feito no governo Tarso para melhor a criminalidade naquele Estado. Nets caso a Presidente Dilma tem razão de não enviar verba para um mal administrador.

  6. vale a leitura
    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 15:53 hs

    PRONASCI: Marcelo Jugend x Elio Gaspari. Vale a leitura.

    Nessa semana circulou a notícia de que a Presidente Dilma pretende dar uma dominuida no volume de investimentos no PRONASCI e o colunista Elio Gaspari publicou um texto sobre o tema, sobre o qual o Secretário Municipal de Segurança de São José dos Pinhais produziu uma boa crítica.
    Um bom debate sobre segurança pública no quaql toda a sociedade deveria se envolver.
    Vale a leitura dos dois textos.

    Dilma congelou o Pronasi
    Elio Gaspari

    A primeira boa notícia do ano foi o anúncio de uma coisa que o governo federal pretende não fazer. O repórter Jailton de Carvalho informa que a doutora Dilma mandou que o Ministério da Justiça pusesse um freio nas iniciativas do Pronasci. Essa sopa de letras designa o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, também chamado de PAC da Segurança.
    Lançado em 2007, o Pronasci tinha tudo para dar em nada. Toda vez que o governo saca o prefixo “Pro”, há empulhação no ar. Se o “Pro” inclui a palavra “cidadania”, a coisa piora.
    Tratava-se de uma iniciativa destinada a reduzir a violência no país. Custaria R$ 4,8 bilhões em cinco anos. Ganha uma viagem a Cuba (de ida) quem acredita que o problema da violência pode ser enfrentado a partir de planos concebidos em Brasília. Ganha outra (também de ida), quem acha que o Planalto investe o que promete quando lança um “Pro”.
    Bastaria ouvir o então ministro da Justiça, Tarso Genro, ao lançar o Pronasci, para perceber o que estava a caminho: “Há um processo de recoesão social no país, que precisa vir acompanhado de uma nova política de segurança pública, porque ninguém se recoesiona sem segurança, mas sim a partir da confiança nas suas instituições republicanas, entre as quais a Justiça e a polícia”.
    A segurança pública é uma atribuição dos governos estaduais e em algumas cidades há polícias metropolitanas. Ao governo central cabe cuidar da Polícia Federal, das fronteiras e de alguns presídios, o que não é pouca coisa. Fora daí, suas intervenções são bem-vindas, desde que sejam pontuais, com metas, ou, no máximo, indutoras.
    Quando Brasília cria um programa de combate à violência urbana, patrocina uma salada de responsabilidades, atribuindo-se a solução de problemas que não pode administrar. O presidente finge que faz, o governador aplaude, e o prefeito traz a claque.
    Quando as estatísticas mostram que a situação piorou (137 homicídios por dia), o prefeito diz que o problema é do governador, o governador reclama que Brasília não mandou os recursos, e o presidente informa que a ruína não é da sua alçada. Fica com a ressaca de uma festa à qual não deveria ter ido.
    Durante a campanha, a doutora Dilma chamou o Pronasci de “ação planejada e concentrada de segurança nas áreas urbanas”.
    Na hora de administrar, passou a faca nas verbas. Em 2009, tirou R$ 1,2 bilhão do programa. Em 2011, outro R$ 1 bilhão. Não se tratou de cortar por cortar: dois terços dos Estados e quase metade dos municípios inscritos deixaram recursos disponíveis nas gavetas da burocracia.
    Na Bahia, por exemplo, o dinheiro foi usado na velha e boa compra de viaturas e equipamentos: R$ 23 milhões foram para ferragens e apenas R$ 6,5 milhões para prevenção.
    A Polícia Federal achou uma quadrilha que operava em cinco Estados com Bolsas Consultoria de segurança, embolsando R$ 11,1 milhões.
    No seu primeiro ano de governo a doutora Dilma mostrou-se preocupada com a gestão. Ela conhece as limitações da máquina do Estado e seu gosto pela propaganda. Quem sabe inaugura em 2012 uma nova modalidade de administração: em vez de dizer o que fará (sabendo que não cumprirá), fechará as usinas de fingimentos.

    O PRONASCI
    por Marcelo Jugend
    Secretário Municipal de Segurança de São José dos Pinhais

    Normalmente, o colunista Elio Gaspari presta aos seus leitores informações úteis, e externa opiniões ponderadas e valiosas.
    No dia 04 de janeiro último, porém, publicou na Gazeta do Povo um artigo que compromete seriamente sua credibilidade como jornalista de opinião.
    Intitulada “Dilma Congelou o Pronasci”, a peça é um acumulado de equívocos. Firmado em um conceito ultrapassado de segurança pública, o jornalista tenta nos impingir um modelo que felizmente vem sendo sepultado implacavelmente pelo povo brasileiro, na construção árdua de sua jovem democracia.
    O norte anacrônico do jornalista encontra-se fixado exemplarmente na seguinte e infeliz frase, aliás destacada pela editoria do jornal: “A segurança pública é uma atribuição dos governos estaduais e em algumas cidades há polícias metropolitanas.”
    O conceito decorre diretamente do fato de que os governos estaduais comandam as polícias civis e militares. Encampá-lo é estar completamente na contra-mão da história real que hoje se vive no Brasil.
    A ideia de que segurança pública é sinônimo de polícia, que prevaleceu ao longo de nossa ditadura, está hoje felizmente superada, enterrada. Somente os saudosistas do autoritarismo ainda suspiram por isso.
    É espantoso que um jornalista do calibre de Elio Gaspari, no afã da crítica em seara que visivelmente lhe é desconhecida, alinhe-se com tal postura retrógrada.
    O Pronasci, Senhor Gaspari, foi e é uma lufada de ar fresco na masmorra a que se resumiu sempre o cenário brasileiro na área da Segurança.
    Masmorra essa, aliás, cuja melhor expressão é essa sua concepção transcrita aí acima.
    O Pronasci, ao contrário, simplesmente incorpora o novo tempo. Oficializa a ideia força de que a segurança pública JAMAIS vai melhorar se se resumir a ações repressivas (polícia), como quer o senhor. É preciso, claro, que elas existam (muito mais qualificadas), mas é preciso mais. É preciso prevenção. E prevenção, ao contrário do que pensam os obscurantistas, não se faz apenas com viaturas nas ruas. No Brasil, prevenção é sinônimo de inclusão social. Cidadania. Ações sociais que ofereçam aos jovens excluídos ao menos a perspectiva de uma vida digna do lado de cá da lei. Do contrário, continuaremos enxugando gelo, que é o que sempre fizemos nos longos anos em que a máxima pregada pelo senhor foi praticada.
    Este conceito novo – ações sociais de inclusão de jovens em situação de risco como uma questão de segurança pública em sentido estrito – é a grande coragem do Pronasci. E, como diz o senhor, não é pouca coisa. Pelo contrário, é uma coisa gigantesca. Uma monumental quebra cultural de paradigma.
    Mais ainda se pensarmos que as resistências a serem vencidas incluem pessoas até então tidas por esclarecidas como o senhor!
    Claro que o Pronasci tem problemas gerenciais. Claro que há verbas desviadas. Claro que há verbas mal empregadas. Claro que etc. Como não seria assim? O senhor, melhor do que ninguém, autor de antológica obra sobre nossa ditadura, sabe o quanto a democracia brasileira é tenra. Sabe a enorme diversidade de vícios dos quais temos que nos livrar, e pior, o quanto cada um deles se encontra incrustado na alma das pessoas. E não só dos políticos, diga-se, como tem por hábito apregoar muitos jornalistas.
    Cabe corrigir cada um desses problemas. Mãos à obra!
    No entanto, há méritos a constatar. E, pasme o senhor, conquistas a celebrar! Sim, e valiosas! Há gestores e gestores. E os bons tem o que mostrar!
    Deu-se o senhor ao trabalho, alguma vez, de verificar o que já alcançou, Brasil afora, um projeto que leva o nome “Mulheres da Paz”? Ou um outro, o “Protejo”? Ou o “Justiça Comunitária”? Não? É uma pena. São todos eles pilares mestres do Pronasci, executados pelos municípios em parceria com o Governo Federal. É segurança pública pura, e não tem governo estadual envolvido. Seria extremamente salutar se antes de dizer algumas das bobagens que andou propagando o senhor desse uma olhadinha.
    Existem histórias maravilhosas, vidas salvas, consciências despertadas, pessoas resgatadas. Muitas!
    Existe uma quantidade hoje já apreciável de violência evitada. Quanto vale uma única vida salva?
    Existem sorrisos cujo valor é incalculável.
    Existe uma quantidade imensurável de esperança em almas antes desacorçoadas.
    Emoções em olhos antes perdidos.
    Pouco ainda, talvez, diante da imensidão do desafio.
    Mas um começo. E animador.
    O senhor deveria conferir.
    Já se debruçou o senhor na quantidade de material que foi produzido para a qualificação das polícias, principalmente no sentido de incutir-lhes a visão de aproximação com a comunidade? Sei, sei, é também um caminho longo e árduo, mas é a única esperança, e com certeza já foi iniciado. E, sim senhor, via Pronasci.
    Tem o senhor alguma ideia do que seja Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGI-M)? Não? Pois devia.
    Trata-se de outra quebra de paradigma, desta vez gerencial, produzida no âmbito do Pronasci. Inclusão social, cidadania, abrange tudo o que precisa ser oferecido às pessoas pela sociedade e pelo Poder Público. Estes órgãos reúnem as diversas secretarias municipais de corte social para, juntas, gerenciarem os projetos que afetam diretamente as populações mais fragilizadas, de forma a que a saúde, a educação, o esporte, a cultura, o lazer, a oportunidade enfim, caminhem juntos de forma otimizada, integrada, pondo fim à fragmentação gerencial que emperra tantas boas intenções.
    Tem o senhor alguma ideia de quantos municípios, Brasil afora, já possuem GGI-M em pleno funcionamento? Não? Pois eu lhe digo: são inúmeros.
    “Claro”, dirá o jornalista, cético como é o costume deles, “existir é uma coisa, funcionar a contento outra muito diferente”.
    É verdade, responderei, mas adicionarei o ditado chinês: “toda caminhada de mil quilômetros começa com um pequeno passo”. São vários os transatlânticos cujo curso necessitamos, os brasileiros, alterar radicalmente. É tarefa difícil, porque são seres gigantescos, e até que a proa aponte na direção correta grandes são o tempo e a área de manobra necessários. Mal e mal começamos a fazê-lo, na nossa jovem democracia. Mas as primeiras espumas já começam a ser visíveis à popa. Só não as vê quem teima em olhar para o outro lado.
    Para que o senhor tenha uma pequena ideia, o povo brasileiro que se interessa pelo tema, intensamente mobilizado para a Conferência Nacional de Segurança Pública, em 2009, aprovou que o Pronasci fosse transformado em política de Estado, deixando de ser unicamente política deste ou daquele Governo.
    Todos, estudiosos ou leigos, que se dedicam a examinar a questão, percebem que os tempos são outros, os conceitos mudaram, e o Pronasci é o reconhecimento disso em uma política pública.
    Por que cargas d´água pensa o senhor saber mais do que todos eles?

  7. Borrachada
    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 16:04 hs

    E depois dizem que “corvo nao come corvo”!!!!!!!!!!!!!!

  8. tony
    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 16:34 hs

    A companheira deve conhecer o governador bem mais do que nós, afinal militaram juntos no mesmo estado. Se não levou é porque não fez por merecer. ACarlos

  9. Damasceno
    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 – 21:04 hs

    Não sendo repetitivo insisto que o Programa é interessante e não dveria sofrer qualquer diminuição de recursos e, sim, aumento. Só que deveria haver uma fiscalização maior nas pontas, estados e municipios, no sentido de se verificar a aplicação dos recursos. Simples, isso! Deveria-se escolher para as coordenações regionais pessoas que possuam espirito público e que se envolvam de corpo e alma com o programa. Além, é claro, que os secretários de segurança estaduais e municipais entendam que o programa é de enorme valia para a diminuição dos índices de criminalidade. Para tanto deveriam, de cara, se preocuparem na fiscalização da aplicação dos recursos. Simples, mais uma vez.

  10. M.A.S
    sábado, 7 de janeiro de 2012 – 1:58 hs

    PRECISAM MESMO É SE ENVERGONHAR QUANDO FALAREM DE SEGURANÇA PÚBLICA NO RS..
    A SEGURANÇA PÚBLICA ESTÁ SUCATEADA.
    RS É O SEGUNDA PIOR ESTADO DA NAÇÃO NO TOCANTE AOS SALÁRIOS DOS POLICIAIS MILITARES DO BRASIL.
    UMA VERGONHA NACIONAL.
    SEM CONTAR QUE É UM ESTADO COM ARRECADAÇÃO DAS MAIORES DO PAÍS.

  11. CAÇADOR DE PETISTAS
    sábado, 7 de janeiro de 2012 – 11:57 hs

    SALETE.

    Você fala cada besteira.
    è por isso que gosta da Pracinha do Batel não é?

  12. Damasceno
    sábado, 7 de janeiro de 2012 – 15:39 hs

    É um cara de pau ou não é? Cheio de papo!

  13. OSSOBUCO
    sábado, 7 de janeiro de 2012 – 22:04 hs

    Ops, é a herança da Yeda Corrupta Crusius, mais uma privateira tucana.
    Por falar nisso, a Privataria Tucana já é o campeão de vendas, saiu até nalista da Veja

  14. KAREM
    domingo, 8 de janeiro de 2012 – 14:39 hs

    A bem da verdade, o nariz dos brasileiros há 09 anos esta pintado de palhaço. Querem moralizar? Não elegem “ninguem” do PT.

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