Nada escapa aos perdigueiros | Fábio Campana

Nada escapa aos perdigueiros

O presidente do Tribunal de Contas, Fernando Guimarães, diz defender audiência pública para tratar das OSs no setor público. Perdigueiros foram atrás dos fundamentos desse posicionamento e descobriram que de audiência pública ele entende. Garimparam e acharam uma pepita. Em 2008, por exemplo, Guimarães participou de uma audiência pública em Santa Helena para defender a ONG de sua mulher, como registra o site da Rádio Grande Lago, de Santa Helena.

Depois da internet não há registro anterior que não seja público.


8 comentários

  1. fred
    terça-feira, 6 de dezembro de 2011 – 12:09 hs

    audiência pública pra quê? o canetaço já comeu soltou na surdina de madruga, com nos bons tempos…

    a sociedade não precisa ser ouvida, deixa que os abençoados resolvem tudo, pq pra decidir tudo sozinho, só tendo sido tocado por Deus mesmo…

  2. Marcos
    terça-feira, 6 de dezembro de 2011 – 12:30 hs

    mais vem cáááá, não é esse ai que ia fiscalizar tudo. palhaçada

  3. luiz
    terça-feira, 6 de dezembro de 2011 – 12:47 hs

    A Instituição existe e deve ser respeitada.
    Pode-se falar mal de um Padre ou Pastor, mas da Igreja não faz sentido.
    Quimarães representa o TCE-PR, falar mau dele é como tirar o sofá da sala….

  4. Maria do Rocio Dalacosta
    terça-feira, 6 de dezembro de 2011 – 13:09 hs

    A esposa do Conselheiro Fernando Guimarães tem uma ONG ? isso não é proibido ? Quanto é que essa ONG faturou nesses anos todos ? ela estava protegida pelo Conselheiro ? a esposa do Conselheiro e hoje presidente do Tribunal de Contas é funcionária do Tribunal ? e quanto ela ganha por mes no Tribunal ? quem fiscaliza essas contas ? sera o próprio Conselheiro ? Vamos esperar pra ver.

  5. BALAIO DE GATOS
    terça-feira, 6 de dezembro de 2011 – 16:08 hs

    Sem comentários!!!

  6. tony
    terça-feira, 6 de dezembro de 2011 – 18:26 hs

    Deu pra ti hein presidente. Agora como é que fica? Por isto mesmo? Ou vai se explicar? ACarlos

  7. Mirian Waleska
    quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 – 0:49 hs

    Luiz,

    Nesse caso, vamos tirar o sofá da sala sim.
    Qual é o problema?

  8. Fernando Guimarães
    quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 – 12:36 hs

    Bom dia.
    Acabei de saber deste tópico. Infelizmente pelos meus afazeres não tive tempo de atualizar minhas leituras.
    Em primeiro lugar, a audiência pública que defendo – e sempre defendi em qualquer instância – é para debater idéias e esclarecimentos para a sociedade.
    No que diz respeito ao tópico, realmetne realizei uma audiência pública em Santa Helena, na Câmara Municipal, com a presença da comunidade local, membros do legislativo e executivo, além do Ministério Público Estadual na Comarca (que esteve presente em toda a audiência pública).
    E ela foi realizada por dois motivos: o primeiro, para mostrar para a comunidade os trabalhos que o TCE estava fazendo na região, que envolvia a avaliação dos royaties, receitas municipais e despesas de pessoal; em segundo lugar, aproveitando a oportunidade para esclarecer para a comunidade em geral quaisquer dúvidas a respeito de questões pessoais que foram leviana e mentirosamente lançadas sobre a minha atuação. Quem quiser o audio da reunião está a disposição.
    Não foi com a intenção ou objetivo de proteger quem quer que seja. Até porque não tinha relações matrimoniais ou estável na época que pudesse ter comprometimento em minha atuação profissional.
    E esclareceço, minha esposa não tem qualquer ong e não é funcionária do tribunal.
    A fiscalização do tribunal continua com seus critérios e programas de trabalhos independente, com a unidade técnica responsável fazendo o seu trabalho sem distinção. Recentemente – na minha gestão – foi intensificada a fiscalização de repasses ao terceiro setor, inclusive com a introdução de um sistema integrado de transferências com maiors rigores e transparência.;
    Todas as informações de repasses estão disponíveis em nosso site, como também todas as informações solicitadas por quem quer que seja, imprensa, cidadão, ministério público, estão sendo fornecidas.
    Engraçado é que toda a vez que temos uma atuação mais independente esse assunto vem à tona, com interpretações nem sempre bem intencionadas. Não tenho nada a esconder. Aliás, é minha função inclusive ser transparente, na condição de servidor público. Quando o debate for civilizado e bem intencionado, contem com a minha participação e esclarecimentos.
    Abraços
    Fernando Guimarães

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