Agentes penitenciários protestam no Palácio das Araucárias | Fábio Campana

Agentes penitenciários protestam no Palácio das Araucárias

Foto: Antônio Nascimento – Banda B

Denise Mello e Antonio Nascimento da Banda B

Agentes penitenciários do Paraná estão reunidos em frente ao Palácio das Araucárias, em Curitiba, desde as 6h30 desta quarta-feira (30). Eles promovem um protesto para forçar a negociacão durante a primeira Reunião de Negociação com o Governo, nesta manhã, depois de aprovado o indicativo de greve e a pauta de reivindicação da categoria.

Dentre as reivindicações dos agentes estão: o aumento do Adicional de Atividade Penitenciária (AAP), de 54,70%; um concurso público para admissão de 1.500 Agentes Penitenciários; a Criação de Plano de Cargos, Carreiras e Salários aos Agentes Penitenciários; Programa de capacitação para os Agentes Penitenciários; dentre outros.

“Nós sabemos que o governo tem dinheiro do governo federal para investir no sistema penitenciário e queremos o reconhecimento da categoria. Se não houver acordo hoje, vamos convocar os agentes e promover assembléias em todo o estado onde há penitenciárias. Existe a chance sim de entrarmos em greve”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), Antony Johnson , em entrevista ä Banda B.


4 comentários

  1. anonimo
    quarta-feira, 30 de novembro de 2011 – 11:20 hs

    Uai mas não está tudo beleza neste nosso paranazão….

  2. Diogo
    quarta-feira, 30 de novembro de 2011 – 14:14 hs

    Se o problema da “falta” de recursos atingissem somente os nobres agentes penitenciários, o problema seria de fácil resolução. Mas esta atingindo outras “pastas” também.

  3. Ataide
    quarta-feira, 30 de novembro de 2011 – 19:35 hs

    Se esses Agentes Penitenciários estão ganhando mais que outras categorias da Segurança Pública e estão reclamando como é que fica o resto.

  4. LuAtena
    quarta-feira, 30 de novembro de 2011 – 20:37 hs

    Mas o problema não é falta de recursos, o governo federal liberou verba. A questão é má-vontade política – como sempre -, desorganização e falta de unidade e identidade da classe, falta de reconhecimento e valorização deste trabalho pela sociedade, dada a complexidade do seu exercício. Isso somado aos demais problemas gerais enfrentados pelos servidores do Estado e os especícos da categoria resultam em um sistema penitenciário cada vez mais inóquo e degradante.
    Não pensem vcs (Estado e Sociedade) que essa questão se encerra em si mesma, todos vamos sofrer as consequências – não só os “pobres coitados” que estão no fundão de uma cadeia.
    A falta de política e investimentos no setor só vai beneficiar à uma “classe” – a bandidagem. E todos vão pagar um alto preço por isso, aliás, já estamos pagando.
    Enquanto isso, resta lembrar aos “homens da pauta” que a omissão também é crime!

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