Acusado de matar psicóloga será julgado no dia 23 de novembro | Fábio Campana

Acusado de matar psicóloga será julgado no dia 23 de novembro

Foto (Jadson André-Banda B): Paulo Estevão da Lima acusado de matar a psicóloga Telma Fontoura

da Banda B

O julgamento de Paulo Estevão da Lima, acusado de matar a psicóloga Telma Fontoura, já tem data marcada pela justiça. A decisão de condenar ou não o réu, por parte do júri popular, será realizada no próximo dia 23, em Matinhos, litoral do estado. “Paulinho do Brejo” foi denunciado por homicídio qualificado, além de ocultação do cadáver, uma vez que enterrou o corpo da vítima em Pontal do Paraná.

Telma é sobrinha do Ator Ary Fontoura e dava aula na PUCPR. O seu corpo foi encontrado no dia 12 de julho de 2010, no balneário Shagri-lá. Enquanto a acusação e a família acreditam na autoria de Paulinho, a defesa defende sua inocência, alegando falta de provas.


Crime


A psicóloga Telma Fontoura, de 53 anos, foi encontrada enterrada em uma cova rasa na areia do balneário Shangri-lá, em Pontal do Paraná. Telma apresentava sinais de esganadura.

De acordo com informações da família, ela estaria em uma casa no balneário, quando decidiu dar uma volta sozinha na praia na tarde do dia 11 de julho de 2010, um domingo.

Desde então, não foi mais vista. A psicóloga era filha do ex-secretário de Estado de Saúde Ivan Fontoura e sobrinha do ator Ary Fontoura.

Prisão suspeito

A polícia prendeu o suspeito de ter assassinado Telma no dia 11 de julho de 2010. Paulo Estevão de Lima, 43 anos, foi acusado porque, segundo a polícia, foi visto três vezes por familiares da vítima enquanto faziam a busca dela no dia do crime, sentado num toco na praia a cerca de 200 metros de onde o corpo de Telma foi encontrado.

De acordo com a polícia foi encontrado na ocasião dos fatos, na casa do suspeito, uma calça com areia e vestígios da vegetação característica do local onde a psicóloga foi encontrada. Além disso, a polícia fez imagens de algumas pegadas próximas ao local onde o corpo de Telma estava. Essas pegadas teriam compatibilidade com o solado de um tênis que pertencia a Paulo.


Um comentário

  1. AILTON REQUIÃO
    segunda-feira, 21 de novembro de 2011 – 15:11 hs

    Acusado vai a julgamente sem provas!!!
    O delegado responsável pela prisão e montagem do inquérito foi assassinado apos fato. A familia da psicologa assassinada tem influência na sociedade paranaense. O réu é musico e pobre. A sociedade civil cobra providências. Qual será o desfecho do julgamento????

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