Montadora aposta na ampliação para dobrar fatia no mercado | Fábio Campana

Montadora aposta na ampliação para dobrar fatia no mercado


Com ajuda da força econômica, mão de obra qualificada e infraestrutura disponíveis em São José dos Pinhais, a Renault pretende dobrar sua participação no mercado automotivo brasileiro dentro de cinco anos.

Hoje, 6,5% dos carros vendidos no Brasil pertencem ao grupo. Até 2016, o objetivo da Renault/Nissan é alcançar 13%.
Para atingir esta meta, o preço dos automóveis do grupo tendem a ficar mais competitivos, segundo o presidente mundial da Renault/Nissan, Carlos Ghosn. “Não se consegue dar esse salto no mercado aumentando os preços”, disse.

Além de aumentar a produção em São José dos Pinhais, a montadora conta com a nova fábrica da Nissan em Resende (RJ) parar baratear os carros da marca, que hoje vêm da planta da companhia no México.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, lembrou que o mercado brasileiro tem potencial para crescer ainda mais. “Temos no Brasil 250 carros para cada mil habitantes. Este índice é 580 por mil na Europa e 800 por mil nos Estados Unidos. Nossas condições macroeconômicas e o posicionamento do Brasil no cenário internacional preveem ótimas perspectivas de crescimento em médio prazo”, afirmou.

Segundo o presidente da Renault/Nissan, o mercado brasileiro é o terceiro maior do mundo, com cerca de 3,6 milhões de carros vendidos por ano, perdendo apenas para Estados Unidos, Japão e China. Ele estima que dentro de 5 anos este volume salte para 5 milhões, e que até lá o País pule para o terceiro lugar no ranking de veículos vendidos.

“Investimentos como estes da Renault/Nissan em São José dos Pinhais e Resende simbolizam essa tendência brasileira originária dos anos 50 de atrair montadoras, empresas que vêm pra trazer tecnologia, gerar inovação e criar emprego e desenvolvimento”, afirmou o ministro Mercadante.


2 comentários

  1. Joao Carlos
    domingo, 2 de outubro de 2011 – 16:49 hs

    Sera que nao e no Rio de Janeiro o maior investimento?

  2. Vigilante do Portão
    segunda-feira, 3 de outubro de 2011 – 2:43 hs

    Cadê aquela turma que agourou a vinda das montadoras?

    Lembro do Requião, falando que não daria certo que as montadoras iriam embora…

    Quantos empregos diretos?

    Quantos empregos indiretos?

    E o fomento na economia do Estado?

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