Governo quer limitar teto do funcionalismo e quem decide é Gleisi | Fábio Campana

Governo quer limitar teto do funcionalismo e quem decide é Gleisi

Foto: Casa Civil

O governo não quer mais pagar a conta dos chamados supersalários, informa reportagem de Natuza Nery, publicada na Folha de S. Paulo desta segunda-feira

A Casa Civil enviará este ano ao Congresso um projeto para regulamentar nos três Poderes o teto dos servidores públicos, equivalente à remuneração de um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), hoje fixada em R$ 26,7 mil.

A Constituição diz que o vencimento no Executivo, Legislativo e Judiciário não pode ultrapassar o limite legal, mas nenhuma lei nunca definiu quais benefícios são considerados como salário. Com isso, cada Poder cria seu próprio entendimento e frequentemente paga além do teto.

O texto final está sendo costurado pessoalmente pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, autora de iniciativa semelhante no início do ano, ainda como senadora.


5 comentários

  1. Vigilante do Portão
    segunda-feira, 3 de outubro de 2011 – 19:20 hs

    Demorou.

    Essa celeuma existe há anos.

    É salário ou é vantagem pessoal?

  2. tony
    segunda-feira, 3 de outubro de 2011 – 19:30 hs

    Indignado esperançoso: sinceramente gostaria de que a ministra ganhasse esta parada, mas é muita areia pra carrocinha dela. Mas por que a companheira incumbiu a moça de tarefa tão hercúlea? Só pode estar querendo queimar a moça. Desejo-lhe sorte, muita sorte.

  3. Lídio de Paula
    segunda-feira, 3 de outubro de 2011 – 21:52 hs

    E a devolução da “indenização” paga por Itaipu?
    Limitar salário dos outros é fácil!

  4. ivanowski
    segunda-feira, 3 de outubro de 2011 – 23:15 hs

    . Nooosssa !!!

    . A Ministra TRIPOLONI tá poderosa …

  5. Questionador
    terça-feira, 4 de outubro de 2011 – 9:32 hs

    -Esta matéria continua a ser uma “caixa preta” de vários governos passado e agora no atual governo.]
    -Provavelmente não será resolvida de forma rápida ou a contento, pois envolve muitos apadrinhados políticos e outros interesses.

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