DEM quer levar acusadores de Orlando Silva à Câmara | Fábio Campana

DEM quer levar acusadores de Orlando Silva à Câmara

O ministro do Esporte, Orlando Silva, é acusado de ter recebido dinheiro de propina na garagem do ministério

O DEM vai apresentar nesta segunda (17) um requerimento pedindo a presença na Câmara do policial militar João Dias Ferreira e do motorista Célio Soares Pereira. Eles acusaram, em entrevista à revista Veja, o ministro do Esporte, Orlando Silva, de ter recebido dinheiro de propina na garagem do ministério. Os recursos seriam desviados do programa Segundo Tempo, carro-chefe da pasta.

Orlando Silva deverá ser ouvido ainda nesta semana pelas comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Turismo e Desporto, a pedido da base do governo. Para o líder do DEM, ACM Neto (BA), o caso não pode ser encerrado apenas com as declarações do ministro.

Além dos depoimentos na Câmara, a oposição quer uma investigação do Ministério Público. As informações são da Agência Estado.


3 comentários

  1. pato-branquense
    segunda-feira, 17 de outubro de 2011 – 11:52 hs

    Bom dia! Salvo engano meu, penso que o título está errado. Deveria ser “DEM quer levar acusações A ORLANDO SILVA à Câmara…”. Ele está sendo acusado e não acusando….

  2. salete cesconeto de arruda
    segunda-feira, 17 de outubro de 2011 – 13:32 hs

    O DEM?
    Muito engraçado…

  3. Ernesto
    segunda-feira, 17 de outubro de 2011 – 14:47 hs

    No momento em que o mensalão do Alckmin (a venda de emendas na Assembléia Legislativa de São Paulo) exige uma faxina na corrupção paulista, em vez dele chamar a Polícia para apurar, quem veio em socorro do governador tucano foi a Revista Veja (PIG/SP) para abafar, com uma cortina de fumaça para desviar a atenção.

    E o ministro Orlando Silva (PCdoB/SP) fez aquilo que o governador Geraldo Alckmin (PSDB/SP) se recusa a fazer: chamou a Polícia Federal para colocar tudo em pratos limpos.

    A revista arranjou uma daquelas denúncias fracas, porque se baseia apenas em supostas testemunhas, pouco confiáveis, sem documentos, sem gravação, sem que os acusadores tenham denunciado à Polícia Federal ou ao Ministério Público, e com relatos que soam inverossímeis (por exemplo: ninguém faria negociatas em estacionamento oficial de ministério).

    Detalhe: essa mesma suposta testemunha já foi usada por esta mesma imprensa durante as eleições de 2010, para fazer acusações contra o candidato do PT Agnelo Queiroz (eleito governador do DF) que não se comprovaram. O objetivo era derrotar Agnelo, para o governo do Distrito Federal cair nas mãos da adversária: a esposa de Joaquim Roriz (é esse o conceito de “combate à corrupção” que a imprensa demo-tucana quer para o Brasil: entregar a chave do cofre de Brasília para Joaquim Roriz).

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