Após seis meses fechado, Caminho do Itupava é reaberto na Serra do Mar | Fábio Campana

Após seis meses fechado, Caminho do Itupava é reaberto na Serra do Mar


Foto: Johny Genvensis

Do G1 PR:

O Caminho do Itupava, na Serra do Mar do Paraná, foi reaberto no sábado (15), após seis meses de interdição. O local ficou fechado para turistas por apresentar risco aos visitantes, uma vez que diversas árvores caíram e houve deslizamentos de terra provocados por fortes chuvas que caíram sobre o litoral em março deste ano.

O Caminho é uma das 68 Unidades de Conservação do estado gerenciadas pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). O ponto turístico natural está localizado entre os municípios de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, e Morretes, no litoral. O trajeto preserva um pouco da história da colonização paranaense. Ele possui 22 quilômetros, foi construído em 1625 e era utilizado pelos jesuíta para ligar o interior à costa.

Além das paisagens naturais, os visitantes também podem contemplar as belezas construídas há muitos anos como o Santuário de Nossa Senhora do Cadeado e a Casa do Ipiranga.

A interdição

De acordo com o IAP, a interdição do local se fez necessária porque as fortes chuvas que atingiram a Baía de Guaratuba, em março deste ano, provocaram queda de árvores, acúmulo de terra que deixaram o trajeto perigoso.

As cidades mais atingidas foram Antonina, com duas mortes, e Morretes onde uma pessoa morreu. O número de desabrigadas nas cidades passou de mil. Centenas de pessoas foram encaminhadas para abrigos públicos. Em Antonina e em Morretes foi decretado estado de calamidade pública, em Paranaguá estado de emergência.

Diante dos estragos provocados pela chuva, o governo federal repassou R$25 milhões para ações e obras de reparos nas cidades atingidas.


Um comentário

  1. Questionador
    terça-feira, 18 de outubro de 2011 – 8:51 hs

    -Visitar a Casa do Ipiranga é uma cena de horror…está totalmente destruída por vandalismo e apenas restam ruínas….
    -Devemos agradecer a ALL pela preservação das construções que vaziam parte da malha viária da RFFSA, que foi privatizada pelo então presidente FHC!

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