Adesão à greve dos bancários no Paraná diminui para 60% | Fábio Campana

Adesão à greve dos bancários no Paraná diminui para 60%

A adesão à greve dos bancários, que chegava a 85% no início da manhã de ontem (3), atinge 60% da categoria hoje (4). Dez sindicatos filiados à Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado do Paraná (Fetec-PR) mantêm 616 agências fechadas no estado, mobilizando 14,8 mil bancários. Em Curitiba e região 265, agências estão fechadas, além de oito centros administrativos. Segundo levantamento divulgado pelo sindicato, na capital, 9,8 mil trabalhadores permanecem em greve.

O Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região informou que os grevistas vão promover hoje manifestações em frente às agencias bancárias que tiveram de reabrir. A 20ª Vara do Trabalho de Curitiba concedeu interdito ao HSBC, solicitando ao sindicato que possibilite o livre acesso às unidades. A 4ª Vara do Trabalho de Curitiba concedeu um interdito ao Bradesco, para que a entrada nas agências não seja impedida.


A greve dos bancários começou na última terça-feira (27), após a rejeição da proposta de reajuste de 8% apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que representa 0,56% de aumento real. A categoria reivindica reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior participação nos lucros e resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas consideradas abusivas, combate ao assédio moral e mais segurança, entre outros pontos. As informações são da Agência Brasil.


Um comentário

  1. tony
    quarta-feira, 5 de outubro de 2011 – 22:22 hs

    Indignado lamenta: os bancários desta vez deram tiro no pé. A greve dos Correios está causando mais desconforto à população do que a deles, estão fora de sintonia. A greve banqueira é como greve no serviço público, como esta da Universidade ou do MTE, ninguém sabe nem que aconteceu. Por aí a gente mede a importância destas categorias funcionais. Não reclamem depois das demissões, porque bancário não é tão necessário hoje como era ontem. Ou até antes da greve.

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